Uma mulher de 38 anos queixa-se da presença de um nódulo
tireoidiano, detectado em uma ultrassonografia de rotina.
Quando da anamnese e exame físico, não apresenta sintomas
relacionados à hiperfunção ou hipofunção da tireoide. Não há
dor, dificuldade para engolir ou alterações na voz. A palpação da
tireoide não revela nenhuma anormalidade. A ultrassonografia
confirma a presença de um nódulo tireoidiano solitário de 2 cm
de diâmetro, com classificação TI-RADS IV.
Diante desse quadro, a conduta propedêutica mais apropriada é:
Diante desse quadro, a conduta propedêutica mais apropriada é: