Com relação aos efeitos da difusão das redes de telecomunicações e da intensificação dos fluxos de informação na dinâmica territorial brasileira, a partir da década de 1980, analise as afirmativas a seguir.

I. Alguns centros urbanos que extraíam sua força dos laços de proximidade geográfica foram marginalizados.

II. A comunicação entre parceiros econômicos por meio das novas redes foi acompanhada de seletividades espacial.

III. As diferentes regiões do país se tornaram mais homogêneas quanto ao seu conteúdo e às suas vantagens locacionais.

Assinale:

Mesmo passados mais de 120 anos da sanção da Lei Áurea, decisões de organismos governamentais, para atender às demandas territoriais no país, são conflitantes e mesmo contraditórias, como no caso dos quilombos. Com relação ao trecho acima, analise as afirmativas a seguir.

I. Há um deliberado “esquecimento” das comunidades e dos territórios derivados de antigos quilombos, sítio geográfico estratégico onde se agrupavam pessoas de origem africana.

II. A situação dos quilombos contemporâneos, apesar das disposições constitucionais de 1988, tem sido tratada com ações episódicas e fragmentárias.

III. Os quilombos são associados a algo do passado, como se não fizessem parte da vida nacional contemporânea.

Está correto o que se afirma em

A expectativa de vida de um brasileiro nascido em 1960 era de apenas 48 anos. Em 2010, alcançou 73,4 anos. Em 2022, esse número subiu para 77 anos. Considerando apenas a população feminina, a esperança de vida ao nascer é de 80,5 anos. Já a expectativa dos homens é de 73,6 anos.
Disponível em: https://www.politize.com.br/censo-2022-envelhecimento/Acesso em: 22 out.2023. (Adaptado)

O tipo de diferença apresentada no fragmento do texto, pode ser explicado pela
O Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), trouxe dados atualizados do panorama da população indígena no país. Os indígenas no Brasil somam mais de 1,69 milhão de pessoas. Mesmo com esse aumento populacional, em relação a 2010 que era pouco mais de 890 mil, e com seus direitos reconhecidos pela Constituição Federal de 1988, os povos indígenas ainda continuam a batalha pela demarcação de suas legítimas terras, além dos desafios diante da possibilidade do respeito à diferença e reais necessidades para sua continuidade humana e social.

Para a população indígena brasileira, a condição da terra representa