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“Kuhn sugere que a racionalidade da ciência pressupõe a aceitação de um referencial comum. Sugere que a racionalidade depende de algo como uma linguagem comum e um conjunto comum de suposições. Sugere que a discussão racional e a crítica racional só serão possíveis se estivermos de acordo sobre questões fundamentais.”


POPPER, Karl. A Ciência Normal e seus Perigos. In: LAKATOS, Imre; MUSGRAVE, Alan (orgs.). A Crítica e o Desenvolvimento do Conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979, p. 68-69.


O trecho acima citado apresenta um comentário de Karl Popper sobre Thomas Kuhn, que ficou mundialmente conhecido através de sua obra A Estrutura das Revoluções Científicas. A posição de Karl Popper sobre as teses de Thomas Kuhn é a de
Jean-Paul Sartre foi um dos principais representantes da corrente existencialista, uma das mais destacadas na história da filosofia. Sartre desenvolveu diversas teses, sendo que uma das mais importantes é a
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“Uma ciência madura é governada por um único paradigma. O paradigma determina os padrões para o trabalho legítimo dentro da ciência que governa”

CHALMERS, Alan. O Que é a Ciência, Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993, p. 125.


O texto de Chalmers citado acima comenta a posição de Thomas Kuhn sobre a questão do paradigma e sua relação com a ciência. Para Kuhn, um paradigma

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“O problema epistemológico da objetividade científica coloca, quer queira quer não, a questão da neutralidade dos cientistas relativamente a todo e qualquer tipo de valoração e de engajamentos pessoais.”

JAPIASSU, Hilton. O Mito da Neutralidade Científica. Rio de Janeiro: Imago, 1975, p. 29.


O problema da objetividade e da neutralidade é um dos mais discutidos na epistemologia em sua história e ganha novos contornos na contemporaneidade. As posições epistemológicas são variadas e até antagônicas. Entre essas posições, existem
Qual representante da epistemologia afirmou que a única regra metodológica de valor definitivo é “qualquer coisa serve”?
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“A modernidade é um mundo completo, fechado, endógeno, autorreferencial, autossuficiente e autossubsistente, que não precisa de colaboração e crítica de fora para dentro, e nem abre espaço para a participação por parte do outro da modernidade”.

DANNER, F.; DORRICO, J.; DANNER, L. F. Pensamento indígena brasileiro como crítica da modernidade: sobre uma expressão de Ailton Krenak. Griot: Revista de Filosofia. Amargosa – BA, v. 19, n. 3, p. 76, outubro, 2019.


O excerto acima, com base no pensamento de Ailton Krenak, leva à afirmação de que o Ocidente é uma
Álvaro Valls, filósofo brasileiro que se dedicou a pesquisar e a escrever sobre a Bioética, definiu alguns princípios que norteiam a atuação de quem lida com seres humanos em seu campo de atuação. Para ele, quem atua em profissões, ou faz pesquisa, que envolvam seres humanos deve
Friedrich Nietzsche afirmava que o cristianismo se fundamentava numa “moral de escravos” e atribuía a ele uma expressão sentimental básica. Qual é o sentimento que estava na base da moral cristã para esse filósofo?
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“O sonho moderno da razão legisladora da felicidade tem trazido frutos amargos. Os maiores crimes contra a humanidade têm sido cometidos em nome da regrada razão, da melhor ordem e da maior felicidade”.

ZIGMUNT, B. Ética pós-moderna. São Paulo: Editora Paulus, 2006, p. 271.

Crítico da modernidade, Zigmunt Bauman admite que uma ética pós-moderna se vincula à admissão do outro como
Uma das fontes filosóficas da Bioética é o filósofo alemão Hans Jonas. Para este filósofo, a ética trata do respeito à vida não só no plano individual, mas se refere à toda espécie humana. Para Jonas agir com ética é
É virtual toda entidade desterritorializada capaz de gerar diversas manifestações concretas em diferentes momentos e locais determinados, sem estar ela mesma presa em algum lugar ou tempo em particular. A palavra “virtual”, para Pierre Levi, pode ser entendida ao menos com três sentidos. São eles:
Georges Canguilhem afirmou que Gaston Bachelard “revolucionou a epistemologia contemporânea”, não somente por ter introduzido conceitos-chave como “vigilância”, “obstáculo”, “recorrência” e “corte” epistemológicos, mas também por ter reconhecido que a ciência se caracteriza por ser uma
Em 1784, ao publicar o texto “Resposta à pergunta: ‘Que é Esclarecimento?’”, Kant procura elucidar o que é ser um indivíduo autônomo, que age de modo racional e livre. Para Kant, o agir ético deve visar