Um paciente de sessenta e cinco anos de idade foi internado na UTI com diagnóstico de exacerbação de DPOC. Na admissão o paciente encontrava-se em respiração espontânea com suporte de oxigênio sob sistema de Venturi (válvula laranja, fluxo a 15 L/min) e, após meia hora usando o sistema, a frequência respiratória registrada foi de 30 incursões por minuto, SaO2 de 81%. O paciente apresentou, uma hora após a admissão, os seguintes parâmetros relativos à gasometria: pH = 7,31; PaCO2 = 72 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; HCO3 = 30 mMol/L; BE = 5 mMol/L. A análise prévia da força dos músculos respiratórios mostrou valor de PImáx = +80 cmH2O e PEmáx = 120 cmH2O.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
O quadro sugere insuficiência respiratória mista.Uma paciente de trinta e cinco anos de idade foi internada na UTI com histórico inicial de pneumonia seguida de quadro de sepse e síndrome de resposta inflamatória aguda (SARA), uso de corticoterapia e desmame difícil da ventilação mecânica invasiva. Embora se mantivesse colaborativa, a paciente foi acometida repentinamente por uma fraqueza muscular generalizada, simétrica, com acometimento maior dos músculos proximais, em relação aos distais, o que a levou a permanecer hipomóvel no leito e com grau de força muscular baixo. Na avaliação clínica, foram descartadas doenças do sistema nervoso central (SNC) ou do sistema nervoso periférico (SNP). Para acompanhamento desse caso clínico, o fisioterapeuta sugeriu a utilização da escala do MCR (Medical Research Council).
Considerando esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
A abordagem fisioterapêutica para o treinamento da musculatura inspiratória da paciente deve ser postergada em virtude do histórico de dificuldades no desmame da ventilação mecânica.Um paciente de sessenta e cinco anos de idade foi internado na UTI com diagnóstico de exacerbação de DPOC. Na admissão o paciente encontrava-se em respiração espontânea com suporte de oxigênio sob sistema de Venturi (válvula laranja, fluxo a 15 L/min) e, após meia hora usando o sistema, a frequência respiratória registrada foi de 30 incursões por minuto, SaO2 de 81%. O paciente apresentou, uma hora após a admissão, os seguintes parâmetros relativos à gasometria: pH = 7,31; PaCO2 = 72 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; HCO3 = 30 mMol/L; BE = 5 mMol/L. A análise prévia da força dos músculos respiratórios mostrou valor de PImáx = +80 cmH2O e PEmáx = 120 cmH2O.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A oxigenoterapia adotada na admissão do paciente consiste de um sistema de alto fluxo no qual a concentração de oxigênio oferecida foi de 50%.Um homem de cinquenta anos de idade, com 100 kg de massa e altura de 165 cm, foi admitido em unidade de terapia intensiva com dispneia progressiva havia uma semana. Ele negou doenças cardiovasculares. A radiografia de tórax evidenciou opacidade bilateral. O paciente foi submetido a intubação orotraqueal e a ventilação mecânica invasiva (VMI). Os parâmetros de ventilação mecânica no momento foram: modo assistido/controlado; volume corrente de 600 mL; fluxo constante de 60 L/m; pausa inspiratória de 0,5 s; PEEP de 5 cmH2O; frequência respiratória de 12 irpm; FiO2 de 50%; pressão de pico de 45 cmH2O; e pressão de platô de 35 cmH2O. A gasometria arterial evidenciou: pH = 7,30; PaCO2 = 68 mmHg; PaO2 = 45 mmHg; HCO3 - = 35 mEq/L e SatO2 = 86%.
Com relação a esse caso clínico e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
O volume corrente estabelecido foi adequado para esse paciente.Uma mulher de vinte e nove anos de idade, tabagista, com 1,72 m, massa corporal de 125 kg, e histórico de diabetes melito e hipertensão arterial sistêmica, relata ter aceitado realizar a cirurgia bariátrica depois de ter fracassado com outros tratamentos clínicos convencionais. Na internação hospitalar, a equipe de fisioterapia recebeu a paciente, avaliou-a, orientou-a e planejou as intervenções a serem realizadas no pré- e no pós-operatório.
Em relação a esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
O planejamento fisioterapêutico pré-operatório deve incluir, prioritariamente, técnicas de expansão pulmonar forçada.Um homem de cinquenta anos de idade, com 100 kg de massa e altura de 165 cm, foi admitido em unidade de terapia intensiva com dispneia progressiva havia uma semana. Ele negou doenças cardiovasculares. A radiografia de tórax evidenciou opacidade bilateral. O paciente foi submetido a intubação orotraqueal e a ventilação mecânica invasiva (VMI). Os parâmetros de ventilação mecânica no momento foram: modo assistido/controlado; volume corrente de 600 mL; fluxo constante de 60 L/m; pausa inspiratória de 0,5 s; PEEP de 5 cmH2O; frequência respiratória de 12 irpm; FiO2 de 50%; pressão de pico de 45 cmH2O; e pressão de platô de 35 cmH2O. A gasometria arterial evidenciou: pH = 7,30; PaCO2 = 68 mmHg; PaO2 = 45 mmHg; HCO3 - = 35 mEq/L e SatO2 = 86%.
Com relação a esse caso clínico e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
De acordo com os resultados da gasometria arterial, o paciente apresenta acidose respiratória com hipoxemia e hipóxia.Uma mulher com quarenta anos de idade, após permanecer em VMI por 48 h, apresenta critérios para iniciar o processo de desmame ventilatório. O teste de respiração espontânea (TRE) foi realizado em tubo T por 30 min, e a paciente apresentou estabilidade hemodinâmica, FR = 18 irpm, volume/minuto (VM) = 9 L/min e pressão inspiratória máxima de (PImáx) -35 cmH2O.
Nesse caso clínico,
o volume corrente da paciente foi de 0,5 L/M.Uma paciente de cinquenta anos de idade, com 156 cm de altura, 78 kg de massa, profissão de atendente telefônica, queixou-se a um fisioterapeuta, durante uma visita domiciliar, de dores e formigamento em uma das mãos, na região palmar do polegar, no dedo indicador, no dedo médio e na metade radial do dedo anelar, há mais de um ano. Ela relatou, ainda, fraqueza para segurar objetos e despertares noturnos por conta da acentuação dos sintomas. Para aliviá-los, ela informou que agita o pulso e a mão acometidos de modo semelhante ao utilizado na agitação de um termômetro clínico.
Acerca desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
O quadro clínico indica a presença da neuropatia de aprisionamento mais comum da extremidade superior, e o índice de massa corporal da paciente possui relação causal com essa afecção.Um paciente de cinquenta e dois anos de idade, com 180 cm de altura e 75 kg, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica, está internado no ambulatório de clínica médica com grave pneumonia adquirida na comunidade, o que lhe tem gerado dificuldade de manter ventilação espontânea. Na avaliação, o paciente apresentava-se consciente no leito e com volume respiratório de 2,5 L/min. Destacam-se, ainda, a presença de uma grande cicatriz em região da testa, com fios da sutura à mostra, e o histórico de uma anastomose de esôfago, recente. Nesse momento, a equipe de fisioterapia considera a realização do suporte ventilatório não invasivo e invasivo para o tratamento do paciente.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
O quadro clínico descrito é compatível com insuficiência respiratória alveolocapilar.Uma paciente de trinta e cinco anos de idade foi internada na UTI com histórico inicial de pneumonia seguida de quadro de sepse e síndrome de resposta inflamatória aguda (SARA), uso de corticoterapia e desmame difícil da ventilação mecânica invasiva. Embora se mantivesse colaborativa, a paciente foi acometida repentinamente por uma fraqueza muscular generalizada, simétrica, com acometimento maior dos músculos proximais, em relação aos distais, o que a levou a permanecer hipomóvel no leito e com grau de força muscular baixo. Na avaliação clínica, foram descartadas doenças do sistema nervoso central (SNC) ou do sistema nervoso periférico (SNP). Para acompanhamento desse caso clínico, o fisioterapeuta sugeriu a utilização da escala do MCR (Medical Research Council).
Considerando esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
A cinesioterapia, considerada uma abordagem segura, pode ser indicada para a referida paciente, devendo ser iniciada o mais precocemente possível.Uma mulher de quarenta e dois anos de idade, com histórico de tratamento de câncer do colo do útero, histerectomia e exame negativo do linfonodo sentinela inguinal, foi atendida no ambulatório de fisioterapia ginecológica com diagnóstico de incontinência urinária e prolapso grau II. O estudo urodinâmico revelou fluxo urinário máximo de 22 mililitros por segundo e capacidade vesical de 350 mililitros.
Considerando esse caso clínico, julgue os próximos itens.
O tratamento fisioterapêutico do assoalho pélvico na incontinência urinária da paciente será mais efetivo se realizado em grupos do que de forma individual.Uma mulher de vinte e nove anos de idade, tabagista, com 1,72 m, massa corporal de 125 kg, e histórico de diabetes melito e hipertensão arterial sistêmica, relata ter aceitado realizar a cirurgia bariátrica depois de ter fracassado com outros tratamentos clínicos convencionais. Na internação hospitalar, a equipe de fisioterapia recebeu a paciente, avaliou-a, orientou-a e planejou as intervenções a serem realizadas no pré- e no pós-operatório.
Em relação a esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
Como a paciente é fumante, ela deve interromper o tabagismo um mês antes da cirurgia.Um homem de sessenta anos de idade, participante eventual de corridas de rua de 5 km, apresentou perda súbita da consciência logo no início de uma das provas. Assim que ele caiu desacordado no chão, um socorrista leigo, vendo seu estado geral, iniciou a realização de compressões torácicas na região central do peito do indivíduo, na altura da linha intermamilar. Em alguns segundos, a equipe de socorristas da prova se fez presente e avaliou o indivíduo, confirmando que ele apresentava-se irresponsivo, com respiração agônica e sem pulso carotídeo.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os itens que se seguem.
Nessa situação, é correto afirmar que o paciente apresentou uma parada cardiorrespiratória.