Aristóteles, em sua obra A Poética, define e diferencia
a tragédia da comédia a partir do objeto de sua
imitação. Qual é, segundo Aristóteles, a principal
diferença entre a comédia e a tragédia?
Questões de Concursos
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“Se, com efeito, mesmo o forte quisesse ser forte,
continuou Sócrates, e o rápido ser rápido, e o sadio
ser sadio – pois talvez alguém pensasse que nesses
e em todos os casos semelhantes os que são tais e
têm essas qualidades desejam o que justamente têm,
e é para não nos enganarmos que estou dizendo isso
– ora, para estes, Agatão, se atinas bem, é forçoso
que tenham no momento tudo aquilo que têm, quer
queiram, quer não, e isso mesmo, sim, quem é que
poderia desejá-lo?”
No contexto do diálogo platônico em questão, a discussão sobre o Eros é em, parte, uma discussão sobre o que se deseja, sobre as condições pelas quais desejamos algo. Após o discurso socrático, o quinto entre os convivas do sympósium fica estabelecido que o desejo é:
No contexto do diálogo platônico em questão, a discussão sobre o Eros é em, parte, uma discussão sobre o que se deseja, sobre as condições pelas quais desejamos algo. Após o discurso socrático, o quinto entre os convivas do sympósium fica estabelecido que o desejo é:
“Como não haveria de ser evidente mesmo para um
cego, como se diz? Enquanto não houvermos feito
esta contestação, nem essa demonstração, não
poderemos, de forma alguma, falar nem de discursos
falsos, nem de opiniões falsas, nem de imagens, de
cópias, de imitações ou de simulacros, e muito menos
de qualquer das artes que deles se ocupam, sem cair,
inevitavelmente, em contradições ridículas.”
O trecho acima do diálogo O Sofista se refere a discussão central do diálogo que pretende afirmar qual é a arte do sofista. Esta discussão se pretende a distinção e definição dos conceitos de:
O trecho acima do diálogo O Sofista se refere a discussão central do diálogo que pretende afirmar qual é a arte do sofista. Esta discussão se pretende a distinção e definição dos conceitos de:
Segundo este filósofo, a moral é a esfera da razão
prática que responde à pergunta: “O que devemos
fazer?”. Tal afirmação foi realizada por:
Ao negar o movimento, caracterizando-o como uma
ilusão dos sentidos, Parmênides e seus discípulos
foram atacados pelos pensadores da escola
mobilista, que por sua vez, afirmavam o movimento e
a transformação como característica do próprio Ser.
Zenão de Eleia, discípulo de Parmênides, formula
alguns paradoxos para defender a tese de
imobilidade de seu mestre, e dentre estes, aquele que
foi um dos mais comentados paradoxos da
antiguidade, é o da corrida entreAquiles e a tartaruga.
Segundo as premissas do pensamento eleáta
exposto no paradoxo de Zenão, o resultado da corrida
é:
O filósofo alemão Friedrich Hegel (1770-1831) foi
crítico da concepção elaborada por Immanuel Kant
de sujeito transcendental apontando para o fato de
ele ser:
A escola Jônica se destaca como uma das primeiras a
iniciar o pensamento filosófico que, no século VI a.C.,
concentrava-se na investigação da noção de: