Um homem de 35 anos, previamente hígido, deu entrada no
pronto-socorro apresentando irritabilidade, dificuldade para
dormir, pesadelos recorrentes e episódios de taquicardia
acompanhados de sudorese intensa. Relata que há sete dias
sofreu um acidente de carro, no qual seu veículo capotou várias
vezes. Desde então, tem lembranças recorrentes e angustiantes
do acidente, sentindo-se como se estivesse revivendo o
momento do capotamento. Para afastar essas lembranças, ele
tem evitado dirigir e até mesmo ver imagens de carros. Durante a
consulta, descreve que sente que está atordoado e que o “tempo
está passando mais devagar" desde o acidente. Nega histórico
prévio de transtornos psiquiátricos, uso de substâncias
psicoativas ou doenças crônicas. O exame físico e os exames
complementares realizados no pronto-socorro não revelam
anormalidades. Com base no quadro apresentado, o diagnóstico que melhor
representa o momento atual do paciente é transtorno:
Maria, 33 anos, apresenta preocupação excessiva com a
possibilidade de ter uma doença grave há aproximadamente
nove meses. Apesar de não apresentar sintomas físicos
relevantes, ela vive convencida de que pode estar desenvolvendo
uma doença grave. Ela relata aferir frequentemente seus sinais
vitais, além de realizar buscas intensas por informações médicas
em fontes on-line, convencida de que pode ter, por exemplo,
câncer ou um distúrbio cardíaco. Maria já consultou diversos
médicos e submeteu-se a inúmeros exames laboratoriais e de
imagem, todos com resultados normais, mas persiste em buscar
novas opiniões médicas para obter garantias de que não tem
nenhum problema de saúde significativo. A intensa preocupação
com a possibilidade de ter uma doença grave tornou-se o foco
central da sua vida, prejudicando suas relações sociais e o
desempenho no trabalho. Embora ela reconheça, em certos
momentos, que suas preocupações possam ser exageradas, essa
percepção não é suficiente para diminuir seu sofrimento. Nesse caso, o melhor diagnóstico é:
Os agentes antipsicóticos, também chamados de neurolépticos,
são a principal classe de tratamento para a Esquizofrenia e outros
transtornos psicóticos. Entretanto, tais agentes têm sido cada vez
mais utilizados como adjuvantes no tratamento da depressão e
da ansiedade.
Sobre os agentes antipsicóticos, assinale a afirmativa correta.
Com base na farmacologia dos agentes antipsicóticos podemos
compreender a relação entre as propriedades de ligação de cada
fármaco e as suas ações clínicas.
Assinale a opção que estabelece esta relação corretamente.