Os limites dessa concepção encontram-se na visão parcial dos procedimentos educacionais excessivamente centrados no indivíduo e nos modelos ideais que determinam, a priori, o que é o ser humano “universal” e como deve ser a educação. Trata-se, portanto, de uma visão intelectualista da pedagogia.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Moderna, 2006. . p. 151. (adaptado).
A crítica apresentada no fragmento de texto acima se refere a qual concepção filosófico-antropológica?