Questões de Concursos

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Considere o seguinte conjunto de informações:
- Uma equipe de pesquisadores britânicos estudou um grupo de pacientes.
- Essa equipe captou imagens do cérebro desse grupo de pacientes.
- Essas imagens revelaram algo extraordinário.
- O estudo durou 5 anos.
Considere as seguintes possibilidade de união dessas informações num único período:
1. Um grupo de pacientes cujas imagens do cérebro revelaram algo extraordinário foi estudado durante 5 anos por uma equipe de pesquisadores britânicos.
2. Durante cinco anos, uma equipe de pesquisadores britânicos estudou um grupo de pacientes onde as imagens do cérebro revelaram algo extraordinário.
3. Imagens do cérebro de um grupo de pacientes, que foram estudadas durante cinco anos por um grupo de pesquisadores britânicos, revelaram algo extraordinário.
4. Uma equipe de pesquisadores britânicos, durante 5 anos, estudou um grupo de pacientes que as imagens do cérebro revelaram algo extraordinário.
Está/Estão de acordo com a norma padrão da escrita:
AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 "Não existe uma definição para inteligência artificial (IA), mas várias. Basicamente, IA é fazer com que os
2 computadores pensem como os seres humanos ou que sejam tão inteligentes quanto o homem", explica Marcelo
3 Módolo, professor de Sistemas de Informação da Universidade Metodista de São Paulo. Assim, o objetivo final
4 das pesquisas sobre esse tema é conseguir desenvolver uma máquina que possa simular algumas habilidades
5 humanas e que os substitua em algumas atividades.
6 A inteligência artificial faz parte dos estudos de Ciências da Computação. Os programas utilizam a mesma
7 linguagem de sistemas convencionais, mas com uma lógica diferente. Existem várias maneiras de se fazer essa
8 programação. Em alguns casos, o sistema inteligente funciona com uma lógica simples - se a pergunta for x, a
9 resposta é y. Em outros casos, como os estudos em redes neurais, a máquina tenta reproduzir o funcionamento
10 dos neurônios humanos, em que as informações vão sendo transmitidas de uma célula a outra e se combinando
11 com outros dados para se chegar a uma solução.
12 Existem vários ramos de estudo em sistemas inteligentes, cada um se dedicando a um aspecto específico do
13 comportamento humano. "Por exemplo, há quem estude robôs e se preocupe com a parte motora. Outras áreas se
14 debruçam sobre a fala, com o objetivo de criar máquinas que possam conversar, entender a língua e seus
15 significados", diz Módolo. O professor também afirma que todas as pesquisas são muito especializadas e, por
16 isso, não há ninguém que se dedique a construir uma máquina que reproduza o ser humano em sua totalidade -
17 como acontece em filmes de ficção científica. Também, por essa razão, é muito pouco provável a produção de
18 robôs que se tornem mais inteligentes que os humanos e possam se "rebelar". "Eu não vejo a possibilidade de um
19 androide similar ao homem. Existem pesquisas que tentam fazer com que o computador seja capaz de aprender,
20 mas, mesmo assim, ele continua não tendo conhecimento de mundo", explica o professor.
21 Tudo isso pode parecer muito perto da ficção, mas a inteligência artificial já está presente no cotidiano de
22 todas as pessoas. Por exemplo, no desenvolvimento de videogames que utilizam esse tipo de estudo para criar
23 jogos cada vez mais complexos. "Nos games de futebol, cada jogador tem características muito específicas e
24 próximas às de um competidor real. Ou seja, um é melhor em passe, mas corre menos que o outro. Para simular
25 isso, são aplicadas técnicas de sistemas inteligentes", conta Módolo. Outro exemplo são as máquinas fotográficas
26 que fazem o foco automático no rosto das pessoas ou que disparam ao encontrar um sorriso. Até mesmo nos
27 corretores ortográficos dos processadores de texto de computador, é preciso um sistema inteligente para detectar
28 que há um problema de sintaxe na frase e oferecer uma possível correção. "Muita gente reclama que o corretor
29 sempre erra. Mas é preciso lembrar que, como os sistemas inteligentes simulam o ser humano, eles erram como
30 nós", explica Módolo.
FONTE: https://novaescola.org.br/conteudo/1115/o-que-e-inteligencia-artificial
“se a pergunta for x, a resposta é y” (L.8/9).
No período acima,
A MARCHA DA FOME
As migrações maciças só se reduzirão quando a cultura democrática se estender pela África e demais países do Terceiro Mundo 
Mário Vargas Llosa

Quando em 13 de outubro de 2018 saíram da cidade hondurenha de San Pedro Sula, eram umas poucas centenas. Três semanas depois, enquanto escrevo este artigo, são já quase oito mil. Somou-se a eles uma grande quantidade de salvadorenhos, guatemaltecos, nicaraguenses e sem dúvida também alguns mexicanos. Avançaram uns mil e tantos quilômetros, andando dia e noite, dormindo no caminho, comendo o que gente caridosa e tão miserável como eles mesmos lhes oferece ao passarem. Acabam de entrar em Oaxaca, e ainda lhes falta metade do percurso.
São homens e mulheres e crianças pobres, muito pobres, e fogem da pobreza, da falta de trabalho, da violência que antes era só dos maus patrões e da polícia, e agora é, sobretudo, a das maras, essas quadrilhas de foragidos que os obrigam a trabalhar para elas, carregando ou vendendo drogas, e, caso se neguem, matando-os a punhaladas e lhes infligindo atrozes torturas.
Aonde vão? Aos Estados Unidos, claro. Por quê? Porque é um país onde há trabalho, onde poderão economizar e mandar remessas a seus familiares que os salvem da fome e do desamparo centro-americano, porque lá há bons colégios e uma segurança e uma legalidade que em seus países não existe. Sabem que o presidente Trump disse que eles são uma verdadeira praga de meliantes, de estupradores, que trazem doenças, sujeira e violência, e que ele não permitirá essa invasão e mobilizará pelo menos 15.000 policiais, e que, se lhes atirarem pedras, estes dispararão para matar. Mas, não se importam: preferem morrer tentando entrar no paraíso à morte lenta e sem esperanças que os espera onde nasceram, ou seja, no inferno. (…)
O avanço dos milhões de miseráveis deste mundo sobre os países prósperos do Ocidente gerou uma paranoia sem precedentes na história,  tal ponto que tanto nos Estados Unidos como na Europa Ocidental ressuscitam fobias que se acreditavam extintas, como o racismo, a xenofobia, o nacionalismo, os populismos de direita e de esquerda e uma violência política crescente. Um processo que, se continuar assim, poderia destruir talvez a mais preciosa criação da cultura ocidental, a democracia, e restaurar aquela barbárie da que acreditávamos nos haver livrado, a que afundou a América Central e a boa parte da África neste horror de que tentam escapar tão dramaticamente seus naturais. (…)
O problema da imigração ilegal não tem solução imediata, e tudo o que se diga em contrário é falso, começando pelos muros que Trump queria levantar. Os imigrantes continuarão entrando pelo ar ou pelo subsolo enquanto os Estados Unidos forem esse país rico e com oportunidades, o ímã que os atrai. E o mesmo se pode dizer da Europa. A única solução possível é que os países dos quais os migrantes fogem fossem prósperos, algo que está hoje em dia ao alcance de qualquer nação, mas que os países africanos, centro-americanos e de boa parte do Terceiro Mundo rejeitaram por cegueira, corrupção e fanatismo político. (…)
As migrações maciças só se reduzirão quando a cultura democrática se estender pela África e demais países do Terceiro Mundo, e os  investimentos e o trabalho elevarem os níveis de vida de modo que nessas sociedades haja a sensação entre os pobres de que é possível sair da pobreza trabalhando. Isso agora está ao alcance de qualquer país, por mais necessitado que seja. Hong Kong o era há um século, e deixou de sê-lo em poucos anos ao se voltar para o mundo e criar um sistema aberto e livre, garantido por uma legalidade muito rigorosa.
Tanto que a China Popular respeitou esse sistema, embora reduzindo radicalmente sua liberdade política.
Disponível em: https://brasil.elpais.com. Acesso em 19 novembro 2018. (adaptado)
Leia:
O avanço dos milhões de miseráveis deste mundo sobre os países prósperos do Ocidente gerou uma paranoia sem precedentes na história (...)

O núcleo do sujeito com o qual o verbo gerou concorda, nessa oração, é:

A linguagem dos gestos não desaparece com o aperfeiçoamento da linguagem verbal. (op. cit.)

Mantendo-se a correção, uma nova redação para a frase acima, iniciada por “O aperfeiçoamento da linguagem verbal não”, encontra-se em:

Leia as assertivas e assinale a alternativa correta quanto às vozes verbais:
I. Na voz ativa o sujeito é agente. II. A voz passiva pode ser analítica, sintética ou reflexiva. III. Em “Aspirou-se a casa toda”, tem-se voz ativa. IV. Em “Nos encontraremos amanhã, no lugar de sempre”, tem-se voz reflexiva recíproca.
Julgue os seguintes itens, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial. Segue, em anexo, para a devida apreciação da Comissão de Orientação e Fiscalização?COFI, os resultados das fiscalizações realizadas no Instituto de Serviço Social XYZ pela Comissão Técnica de Fiscalização.

Texto IV


                         Vacina contra o vírus zika será testada em Minas Gerais


Pesquisadores do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade George Washington (EUA) e da Fiocruz Minas estão participando de um grande estudo clínico de fase 2/2b de uma vacina experimental contra a infecção pelo vírus zika, em Belo Horizonte. Feita com parte do material genético do vírus, a vacina poderá produzir anticorpos capazes de promover uma resposta contra a infecção num indivíduo que é imunizado.

Chamada de “vacina de DNA contra zika”, a substância experimental já foi testada em seres humanos nos EUA, e o estudo clínico foi aprovado pelos comitês de ética e agências regulatórias nacionais e internacionais. Agora, será avaliada numa população expandida com a finalidade de estudar novos dados sobre a sua eficácia e segurança. Para essa nova fase, serão recrutados voluntários sadios, entre 15 e 35 anos, que morem em Belo Horizonte ou Região Metropolitana e que tenham disponibilidade para participar do estudo pelos próximos dois anos.

Os voluntários serão selecionados após a realização de uma avaliação clínica e de exames laboratoriais que serão oferecidos gratuitamente pela equipe do Hospital das Clínicas. Já a Fiocruz Minas ficará responsável pelo processamento do sangue e urina de todos os participantes da pesquisa, que serão testados para avaliar a eficácia, a resposta imune, e os efeitos da vacina no organismo.

Disponível em:<https://portal.fiocruz.br/noticia/vacina-contra-ovirus-zika-sera-testada-em-minas-gerais>. Acesso em: 10 out. 2019 (Fragmentos). 

Assinale a alternativa em que os elementos de substituição e encadeamento preechem corretamente os espaços do trecho abaixo.

“Com o universo _______ envolve a educação, instituições, professores, educadores e alunos, _______ estarão sujeitos a mudanças oriundas da convergência digital. _______ que está acontecendo com os bancos, a virtualização fará parte do mundo educacional. Não consigo imaginar a educação na Sociedade de Informação com problemas de vagas para alunos da rede pública _______ os espaços físicos não comportam a demanda. As escolas virtuais serão uma realidade, por uma questão de tempo, espaço, abrangência e custo. _______ já está acontecendo. Escolas _______ oferecem ensino a distância não são nenhuma novidade. Se refletirmos um pouco mais sobre essa situação, veremos que a escola conseguiu oferecer seus serviços para uma comunidade distante, na qual ela não tinha presença física. _______, tudo se torna virtual: o professor, o educador, a administração, o ‘giz’, o quadro, o caderno, o lápis, a caneta, o diário de classe.” João Thomaz Pereira.

   Na segurança pública, a sociedade resolveu despejar toda a tolerância que falta nas demais áreas. O cidadão que parte para as vias de fato por causa de uma fechada no trânsito, a cidadã que embolacha a vizinha por causa do som alto, essa gente de pavio curto aceita mansamente situações intoleráveis.

   Toleramos, por exemplo, que uma guerra urbana oculta seja travada em várias cidades do país. Bandidos armados até os dentes, policiais idem, deixam gente comum, crianças, idosos, no meio do tiroteio. Não são situações pontuais: acontece todo dia, país afora, há décadas. E tornou-se parte da paisagem, uma efeméride: futebol aos domingos, tiroteio às terças, e assim por diante. Afora uns muxoxos, não há reclamações. Ninguém faz passeata por isso. Enquanto as balas voam, crianças deitam no chão das salas de aula, motoristas botam a cara no asfalto e a vida segue.

   Toleramos também que, de dentro dos presídios, criminosos continuem mandando no crime, sem maiores dificuldades. Que haja celulares, cocaína, maconha, armas, TVs de tela plana, jogatina, bebida. A cana dura, com raras exceções, é bem mole no Brasil.

   Toleramos ainda que as penas sejam ridiculamente baixas. Homicídio simples dá de seis a 20 anos. Com sorte, em um ano, um ano e meio, está na rua. Estupro? Seis a dez anos. Espancou uma pessoa até deixá-la permanentemente deformada? Dois a oito anos de pena. Abandonou o filho recém-nascido no berço para cair na gandaia e a criança morreu de fome? Quatro a 12 anos de reclusão. Mesmo com os fatores que reduzem ou agravam a pena, parte-se de muito, muito pouco. Nos crimes sem violência, então — dano e estelionato, por exemplo — temos o mundo maravilhoso da bandidagem.

   Toleramos a leniência bovina do Estado com a sua própria incapacidade de vigiar e punir. Com a risível taxa de solução de crimes. Com a tranquilidade com que assiste crianças entrarem para o crime nas favelas. Com o silêncio pusilânime ou a tristeza afetada diante da morte de inocentes.

   Somos uma sociedade violenta e intolerante. Mas é uma agressividade dirigida contra os fracos e uma intolerância baseada em picuinhas, bate-bocas, miudezas que não alteram em nada a vida. Temos sido, até agora, incapazes de enfrentar nossos reais problemas. Não nos olhamos no espelho. O que somos, enfim, é uma sociedade covarde.

Em “acontece todo dia” (linha 07), a forma verbal no singular se justifica por:

Considere os segmentos 1, 2 e 3 abaixo e os comentários que os seguem.

1. Mas pode-se elaborar melhor essa análise.

2. Se tudo é opinião, tudo é não-notícia.

3. ...não propriamente pelo que dizem, mas principalmente pelo que tentam esconder.

I. A formulação "Mas essa análise pode ser mais bem elaborada" respeita as orientações da gramática normativa, tanto quanto a redação de 1.

II. A formulação "Tudo é não-notícia, à medida que tudo é opinião" preserva a relação estabelecida entre os fatos na redação de 2.

III. A formulação "não exatamente pelo que dizem, mas sobretudo pelo que tentam esconder" mantém o sentido e a correção vistos em 3.

Está correto o que se afirma APENAS em

Medicamentos disponíveis do Brasil


Tanto o Wegovy quanto o Mounjaro estão aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e podem ser prescritos pelos médicos no tratamento da obesidade.

A tirzepatida, aliás, chegou efetivamente às farmácias brasileiras no início de maio, apesar de já estar liberada desde outubro de 2023.

Por enquanto, esses fármacos não estão disponíveis da rede pública, embora já existam discussões preliminares sobre a eventual incorporação delas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Quem precisa fazer o tratamento, portanto, precisa pagar do próprio bolso um valor que supera os R$ 1,2 mil por mês.

Vale lembrar que, como a obesidade é uma doença crônica, esses remédios precisam ser tomados de modo contínuo, sem interrupção.

Desde abril, a Anvisa também mudou as regras sobre a prescrição das chamadas "canetas emagrecedoras": a partir de agora, as receitas médicas precisarão ser retiradas nas farmácias.

O objetivo é aumentar o controle do uso dessas substâncias e, segundo a agência, "proteger a saúde coletiva do consumo irracional" dessas medicações.

Vale lembrar aqui outro nome que ficou famoso nesse universo: o Ozempic.

Assim como o Wegovy, ele também tem como princípio ativo a semaglutida. Mas o que muda aqui é a dosagem e a finalidade de uso.

Há, então, três opções de semaglutida disponíveis nas farmácias hoje: o Ozempic (injeção de 1 miligrama, prescrita contra o diabetes tipo 2), o Rybelsus (comprimidos de 3,7 ou 14 mg, também usados no diabetes) e o Wegovy (injeção de 2,4 mg, utilizada contra a obesidade).

Mais novidades para o futuro?

Uma enorme quantidade de pesquisas sobre medicamentos para perda de peso ainda está em andamento.

Diferentes grupos de pesquisa testam doses mais altas desses remédios e novas formas de fazer o tratamento, como por meio de comprimidos orais.

Há também a possibilidade de outros princípios ativos ainda mais potentes chegarem ao mercado nos próximos anos.

Isso significa que o vencedor final das terapias contra a obesidade ainda não foi determinado.

O professor Naveed Sattar, da Universidade de Glasgow, na Escócia, afirma que a quantidade de pesquisas em andamento significa que podemos estar nos aproximando do ponto em que "a prevenção da obesidade também poderá ser possível".

No entanto, segundo ele, "seria muito melhor" tornar a sociedade mais saudável para evitar que mais pessoas desenvolvam a obesidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj3jmldpxvzo
"A tirzepatida, aliás, chegou efetivamente às farmácias brasileiras no início de maio, apesar de já estar liberada desde outubro de 2023."
Analise a regência verbal e nominal associada aos vocábulos utilizados no trecho apresentado e identifique a alternativa que apresenta julgamento correto.

Leia o texto para responder à questão.

    Numa cidade grande, a gente se sente pequeno. Numa cidade pequena, a gente se sente grande. Será mesmo assim? No interior é tudo mais calmo e pacato, e as pessoas só escutam músicas do estilo sertanejo? Existem inúmeras vantagens e desvantagens de viver no interior, mas tudo depende do estilo de vida e do objetivo de cada um.

    Os interioranos são mais apegados, mais solidários e mais simpáticos. Talvez seja assim pela facilidade de todos se conhecerem ou terem algum conhecido em comum. Isso acaba deixando-os mais atenciosos uns com os outros. Nas cidades grandes, você só vê os habitantes andando pelas ruas com fones de ouvido, sempre apressados, indiferentes, e sem olharem uns para os outros. Se uma pessoa vai comprar um bilhete do metrô, a atendente vende o bilhete, mas é capaz que não fale nem um “bom dia”. Se alguém precisa de uma informação, as pessoas têm receio de ajudar esse alguém.

(Diego Carza. Vida no interior. http://apezinho.com.br, 08.07.2014. Adaptado)

No trecho – Isso acaba deixando-os mais atenciosos uns com os outros. Nas cidades grandes, você só vê os habitantes andando pelas ruas com fones de ouvido, sempre apressados e sem olharem uns para os outros. –, as expressões destacadas têm valor de
Está correta a redação da seguinte frase.

... Virgília cingiu-me com seus magníficos braços,
murmurando:

- Amo-te, é a vontade do céu.

E esta palavra não vinha à toa; Virgília era um pouco
religiosa. Não ouvia missa aos domingos, é verdade, e creio até
que só ia às igrejas em dia de festa, e quando havia lugar vago
em alguma tribuna. Mas rezava todas as noites, com fervor, ou,
pelo menos, com sono.


(Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas. Obra
completa. Org. A. Coutinho. Volume I. Rio de Janeiro: Aguilar,
1959, p. 474)

São elementos interferentes na estrutura das orações em que, respectivamente, se inserem, sem que nela exerçam função sintática, propriamente,

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