Leia o texto a seguir, em que estão sublinhados adjetivos.
“O Papa Francisco lamentou neste domingo que ‘os poucos ricos’ aproveitam aquilo que ‘em justiça, pertence a todos’. Ele afirmou que cristãos não podem permanecer indiferentes ao crescimento de preocupações com os explorados e os indigentes, incluindo imigrantes.
O Papa chamou atenção para a causa dos idosos abandonados e para ‘o grito de todos aqueles levados a deixar suas casas e sua terra natal por um futuro incerto.’ Ele acrescentou: ‘é o grito depopulações inteiras, privadas inclusive de todos os recursos naturais a sua disposição’”.
                                                                                                       Tribuna da Bahia, 19/11/2018.
Assinale a opção em que o termo adjetivado está identificado incorretamente.
“Evidentemente que não se pode reconstruir as cidades, porém são possíveis e necessárias a formação e a consolidação de novas centralidades urbanas, com a descentralização de equipamentos sociais, a informatização e descentralização de serviços públicos e, sobretudo, com a ocupação de vazios urbanos, modificando-se, assim, os fatores geradores de viagens e diminuindo-se as necessidades de deslocamentos, principalmente motorizados”. 
Ministério das Cidades 

O texto aborda o problema do transporte urbano atual, com organização argumentativa. Sobre os componentes desse segmento, assinale a afirmativa correta.
Um texto publicitário da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) diz o seguinte: 
“Ao escrever as regras da autorregulação bancária, os bancos criaram, proativamente, regras mais rigorosas do que as próprias leis do país. 
E o consumidor ganhou na prática: 
* relações de consumo mais claras e transparentes; 
* regras para renegociação de dívidas; 
* iniciativas para prevenir a lavagem de dinheiro; * compromisso com a sustentabilidade ambiental”. (adaptado)
O texto só não privilegia  

                                                         XÓPIS

        Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer - enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.

        Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo - ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo - se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.

        As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis.

                                                                                                          (Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.) 

No texto aparece a expressão “primeiro mundo” grafada de duas maneiras distintas: “...ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo” e “... as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira...”.

Isso se explica pelo fato de ;

                                                                                                        Violência, participação e democracia 

“Manifestações públicas constituem um dos aspectos essenciais da vida democrática. Um regime político que é incapaz de tolerar a livre manifestação da população – inclusive a que contraria os ocupantes do poder – não pode ser considerado democrático. Historicamente, os regimes democráticos se consolidam quando a luta política deixa de ser o arriscado jogo do tudo ou nada e se institucionaliza como parte do cotidiano da sociedade.” 
                                                                                                                                                                                                                    Folha de São Paulo, 14/6/2014. 
Esse trecho apresenta uma série de pensamentos de caráter democrático, à exceção de um. Assinale-o. 
Texto 1
É claro que somos livres para falar ou escrever como quisermos,
como soubermos, como pudermos. Mas é também evidente que
devemos adequar o uso da língua à situação, o que contribui
efetivamente para a maior eficiência comunicativa.
Considerando o pensamento do texto 1 e tendo conhecimento
das atribuições de um oficial de justiça, chegamos à conclusão de
que, nessa atividade, a língua escrita, o nível, o uso ou o registro
do idioma deve ser predominantemente:

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The underlined word in "a backlash of public opinion" (lines 7 and 8) implies a

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According to paragraph 4,

Uma redação apresentou o seguinte fragmento de texto: 
“Solidariedade não faz bem apenas para quem ajuda, mas também para quem a pratica. E isso, agora, está comprovado cientificamente: um estudo realizado nos EUA por um neurocientista brasileiro revela que a boa ação ativa uma região cerebral que proporciona uma sensação de prazer e bem-estar comparada aos atos de comer chocolate, ganhar dinheiro e fazer sexo.” 
Sobre esse fragmento textual, assinale a afirmativa incorreta. 
Em 18 de novembro de 2011, o jornal A Tarde publicou a seguinte manchete: 
                    “‘Babas’ roubam espaço de banhistas na orla de Salvador”
Sobre os componentes da manchete, assinale a afirmativa incorreta.

“O número de cigarros comercializados irregularmente superou neste ano a quantidade de produtos vendidos legalmente. A constatação vem de pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). Encomendado pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), o estudo aponta que, em 2018, foram consumidos 106,2 bilhões de cigarros, dos quais 57,5 bilhões de unidades (54%) fora do mercado legal”. Tribuna da Bahia, 18/11/2018.
Assinale a opção que apresenta a mudança formal que está de acordo com as regras da língua padrão:             
Uma editora paulista, sob o título “Da semente ao livro”, publicou o texto a seguir. 
“Plantar florestas. A madeira que serve de matéria-prima para nosso papel vem de plantio renovável, ou seja, não é fruto de desmatamento. Essa prática gera milhares de empregos para agricultores e ajuda a recuperar áreas ambientais degradadas.” 
Esse texto publicitário pretende
Assinale a opção que apresenta a frase em que o vocábulo “maior” deveria ser trocado por outro mais adequado. 

Em relação aos componentes do texto anterior (Futebol falado,de Luiz César Saraiva Feijó), assinale a opção que mostra uma explicação inadequada.
“Ler é essencial. Através da leitura, testamos os nossos próprios valores e experiências com as dos outros. No final de cada livro, ficamos enriquecidos com novas experiências, novas ideias, novas pessoas. Eventualmente, ficaremos a conhecer melhor o mundo e um pouco melhor de nós próprios”. 
site Universo de Literacias. 
O termo “No final de cada livro” equivale a  
“Por que todos os povos deste planeta gostam de futebol? Talvez porque o futebol, além de ser uma linguagem gestual, fácil de ser decodificada, é, acima de tudo, uma grande metalinguagem. Isso quer dizer que o seu significado ou sentido é explicado por seus próprios movimentos, entendidos por quase todos, independentemente de classe social, cultural ou econômica”. 
Luiz César Saraiva Feijó, Futebol falado. 
Em relação aos componentes do texto anterior (Futebol falado, de Luiz César Saraiva Feijó), assinale a opção que mostra uma explicação inadequada.
“Ao longo dos últimos anos, a participação de pessoas com idade superior aos 60 anos vem aumentando na força de trabalho do país. Além do envelhecimento da população, os idosos estão adiando a saída do mercado. E para protegê-los, o Estatuto do Idoso, que completou 15 anos no dia 1º de outubro, também trata de direitos relativos a trabalho e renda. Entretanto, alguns ainda não saíram do papel.” 
Tribuna da Bahia, 18/11/2018. 
A forma verbal sublinhada tem valor de uma ação que 
“A violência, em seus mais variados contornos, é um fenômeno _______________ na constituição da sociedade brasileira. A escravidão (primeiro com os índios e depois, e especialmente, com a mão de obra africana), a colonização mercantilista, o coronelismo, as oligarquias antes e depois da independência, somados a um Estado caracterizado pelo autoritarismo burocrático, contribuíram enormemente para o aumento da violência que atravessa a história do Brasil”. 
Orson Camargo, Violência no Brasil, outro olhar. 
Assinale a opção que indica o adjetivo que preenche adequadamente a lacuna do texto. 
“Esse mundo é o grande ateliê de um escultor. Somos as estátuas, e corre por aqui um intenso rumor de que alguns de nós um dia vamos ganhar a vida”. C. S. Lewis
O problema estrutural que ocorre nesse fragmento de texto diz respeito

                   Texto 1 – Um Brasil livre de preconceito


                                                                                                            Ideli Salvatti – O Globo, 4/09/2014


     As principais democracias do mundo têm inscrito em suas Constituições os direitos fundamentais dos cidadãos. Direitos políticos, civis, econômicos, sociais e culturais figuram entre as condições básicas para a vida em sociedade tal como a conhecemos hoje. Mas nem sempre foi assim. Muitos dos direitos hoje considerados universais somente foram conquistados após muito esforço e muita luta. Como exemplo, basta citar o voto feminino no Brasil, só garantido em lei no ano de 1934.
     Atualmente, podemos dizer que o Brasil elevou os direitos políticos, civis, econômicos e culturais a  patamares inéditos, avançando rapidamente na realização progressiva deles. E assim surge o desafio de avançarmos nos chamados direitos de quarta geração, que englobam os direitos das mulheres, dos negros e da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), entre outros.
 

“Como exemplo, basta citar o voto feminino no Brasil, só garantido em lei no ano de 1934”.

Nesse segmento do texto 1, o vocábulo “só” é considerado um modalizador e expressa uma opinião do autor do texto; tal opinião pode ser verbalizada do seguinte modo:

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