Paciente com 45 anos de idade, sexo masculino, compareceu ao atendimento com quadro de intolerância ao calor, episódios de palpitação, cefaleia, hiper-hidrose e macroglossia. No exame físico não apresentava proptose ou edema periorbital. Exames laboratoriais e de imagem apresentaram os seguintes resultados: TSH normal, T4 livre e T3 aumentados, ultrassonografia de tireoide evidenciando aumento difuso e homogêneo da tireoide com aumento de fluxo no Doppler colorido.

Considerando o caso clínico em tela, julgue o item subsequente.

Dois diagnósticos diferencias para o caso são uso de amiodarona e resistência ao hormônio tireoidiano, podendo, neste segundo caso, o paciente apresentar sintomas de hipotireoidismo, hipertireoidismo ou ser assintomáticos.

Paciente com 45 anos de idade, sexo masculino, compareceu ao atendimento com quadro de intolerância ao calor, episódios de palpitação, cefaleia, hiper-hidrose e macroglossia. No exame físico não apresentava proptose ou edema periorbital. Exames laboratoriais e de imagem apresentaram os seguintes resultados: TSH normal, T4 livre e T3 aumentados, ultrassonografia de tireoide evidenciando aumento difuso e homogêneo da tireoide com aumento de fluxo no Doppler colorido.

Considerando o caso clínico em tela, julgue o item subsequente.


A maioria dos pacientes apresenta aumento da glândula tireoidiana, mas outras manifestações clínicas que poderiam estar associadas a essa doença são defeitos no campo visual, galactorreia e alterações menstruais em pacientes do sexo feminino.

Paciente com 45 anos de idade, sexo masculino, compareceu ao atendimento com quadro de intolerância ao calor, episódios de palpitação, cefaleia, hiper-hidrose e macroglossia. No exame físico não apresentava proptose ou edema periorbital. Exames laboratoriais e de imagem apresentaram os seguintes resultados: TSH normal, T4 livre e T3 aumentados, ultrassonografia de tireoide evidenciando aumento difuso e homogêneo da tireoide com aumento de fluxo no Doppler colorido.

Considerando o caso clínico em tela, julgue o item subsequente.

A principal hipótese diagnóstica para o caso é doença de Graves, uma vez que o paciente apresenta aumento da tireoide com aumento de hormônios tireoidianos, sendo necessário, como o próximo passo para o fechamento do diagnóstico, medir os anticorpos estimulantes do receptor de tireotropina: caso positivo, o diagnóstico estará confirmado.

Um paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, brasiliense, compareceu ao atendimento médico com queixa principal de que estava “fazendo muito xixi”.

História da doença atual: Paciente relata que nos últimos meses tem apresentado poliúria, noctúria e uma perda de acuidade visual, que atribui ao fato de estar ficando velho.

Antecedentes pessoais: hipertenso, ateromatose carotídea e coronariana e dislipidemia, ex-fumante, que fumou por 15 anos cerca de 1 maço/dia.

Medicações: valsartana + hidrocloratiazida e rosuvastatina.

Ao exame: bom estado geral, acianótico, anictérico, hidratado, orientado em tempo e espaço. IMC 28 kg/m2 .

• ACV: RCR 2T BNF, sem sopro. FC 100 bpm, PA 142/87 mmHg.

• AR: sons respiratórios presentes bilaterais, sem RA. FR 19 ipm, SpO2 94% a.a.

• Abdome: em avental, ausculta e percussão sem alterações, flácido e indolor à palpação, descompressão brusca negativa. Circunferência abdominal 115 cm.

• Extremidades: sem edema, panturrilhas livres, TEC < 3 s.

Exame laboratorial: Hb 14 g/dL, leucócitos 8000/mm3 ,
plaquetas 292000/mm3 , creatinina 1,20 mg/dL, ureia 54 mg/dL.
HGT realizado na consulta: 213 mg/dL.
A1C – hemoglobina glicada.

Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.

O diagnóstico de diabetes ainda não pode ser fechado, sendo necessário solicitar uma hemoglobina glicada ou uma glicemia de jejum; caso os valores sejam respectivamente > 6,5% ou > 126 mg/dL, o diagnóstico poderá ser confirmado.

Paciente com 45 anos de idade, sexo masculino, compareceu ao atendimento com quadro de intolerância ao calor, episódios de palpitação, cefaleia, hiper-hidrose e macroglossia. No exame físico não apresentava proptose ou edema periorbital. Exames laboratoriais e de imagem apresentaram os seguintes resultados: TSH normal, T4 livre e T3 aumentados, ultrassonografia de tireoide evidenciando aumento difuso e homogêneo da tireoide com aumento de fluxo no Doppler colorido.

Considerando o caso clínico em tela, julgue o item subsequente.

Diversas medicações podem alterar a função tireoideana, como, por exemplo, carbonato de lítio, amiodarona, interferon alfa, talidomida e estavudina.

Um paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, brasiliense, compareceu ao atendimento médico com queixa principal de que estava “fazendo muito xixi”.

História da doença atual: Paciente relata que nos últimos meses tem apresentado poliúria, noctúria e uma perda de acuidade visual, que atribui ao fato de estar ficando velho.

Antecedentes pessoais: hipertenso, ateromatose carotídea e coronariana e dislipidemia, ex-fumante, que fumou por 15 anos cerca de 1 maço/dia.

Medicações: valsartana + hidrocloratiazida e rosuvastatina.

Ao exame: bom estado geral, acianótico, anictérico, hidratado, orientado em tempo e espaço. IMC 28 kg/m2 .

• ACV: RCR 2T BNF, sem sopro. FC 100 bpm, PA 142/87 mmHg.

• AR: sons respiratórios presentes bilaterais, sem RA. FR 19 ipm, SpO2 94% a.a.

• Abdome: em avental, ausculta e percussão sem alterações, flácido e indolor à palpação, descompressão brusca negativa. Circunferência abdominal 115 cm.

• Extremidades: sem edema, panturrilhas livres, TEC < 3 s.

Exame laboratorial: Hb 14 g/dL, leucócitos 8000/mm3 ,
plaquetas 292000/mm3 , creatinina 1,20 mg/dL, ureia 54 mg/dL.
HGT realizado na consulta: 213 mg/dL.
A1C – hemoglobina glicada.

Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.

O diagnóstico principal é o de diabetes tipo 2, que tem como principais características: idade do diagnóstico > 25 anos, não insulino-dependente, história familiar para diabetes geralmente negativa, presença de autoanticorpos, risco para cetoacidose baixo e comumente sobrepeso.

Um paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, brasiliense, compareceu ao atendimento médico com queixa principal de que estava “fazendo muito xixi”.

História da doença atual: Paciente relata que nos últimos meses tem apresentado poliúria, noctúria e uma perda de acuidade visual, que atribui ao fato de estar ficando velho.

Antecedentes pessoais: hipertenso, ateromatose carotídea e coronariana e dislipidemia, ex-fumante, que fumou por 15 anos cerca de 1 maço/dia.

Medicações: valsartana + hidrocloratiazida e rosuvastatina.

Ao exame: bom estado geral, acianótico, anictérico, hidratado, orientado em tempo e espaço. IMC 28 kg/m2 .

• ACV: RCR 2T BNF, sem sopro. FC 100 bpm, PA 142/87 mmHg.

• AR: sons respiratórios presentes bilaterais, sem RA. FR 19 ipm, SpO2 94% a.a.

• Abdome: em avental, ausculta e percussão sem alterações, flácido e indolor à palpação, descompressão brusca negativa. Circunferência abdominal 115 cm.

• Extremidades: sem edema, panturrilhas livres, TEC < 3 s.

Exame laboratorial: Hb 14 g/dL, leucócitos 8000/mm3 ,
plaquetas 292000/mm3 , creatinina 1,20 mg/dL, ureia 54 mg/dL.
HGT realizado na consulta: 213 mg/dL.
A1C – hemoglobina glicada.

Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.

O diagnóstico mais provável é diabetes tipo 2, o tipo mais comum de diabetes, quando comparado ao diabetes tipo 1 e ao diabetes monogenético.

A insuficiência adrenal é um distúrbio desencadeado por alteração da função adrenocortical, caracterizado pela deficiência de glicocorticoides, mineralocorticoides e andrógenos renais. Como a doença apresenta sinais e sintomas bastante inespecíficos, o médico dispõe de um baixo limiar para o diagnóstico. De acordo com essas informações, julgue os próximos itens.
A hiperpigmentação da pele é um sinal clínico da hemorragia adrenal.
A insuficiência adrenal é um distúrbio desencadeado por alteração da função adrenocortical, caracterizado pela deficiência de glicocorticoides, mineralocorticoides e andrógenos renais. Como a doença apresenta sinais e sintomas bastante inespecíficos, o médico dispõe de um baixo limiar para o diagnóstico. De acordo com essas informações, julgue os próximos itens.
As principais neoplasias que acometem as glândulas adrenais são as neoplasias metastáticas de pulmão, mamas, linfomas e sarcomas.
Acerca das emergências clínicas, julgue os itens
O uso de inibidores da enzima conversora da angiotensina, de antagonistas da angiotensina II e de antagonistas beta 2 adrenérgicos não seletivos pode aumentar o risco de ocorrência de hipoglicemia em pacientes com diabetes melito do tipo 2.
Acerca do diabetes melito tipo 2 (DM 2), julgue os itens que se seguem.
A meta desejável para a hemoglobina glicada (A1C) é a do nível A1C < 7,0%, conforme posicionamento oficial atual da Sociedade Brasileira de Diabetes.
A insuficiência adrenal é um distúrbio desencadeado por alteração da função adrenocortical, caracterizado pela deficiência de glicocorticoides, mineralocorticoides e andrógenos renais. Como a doença apresenta sinais e sintomas bastante inespecíficos, o médico dispõe de um baixo limiar para o diagnóstico. De acordo com essas informações, julgue os próximos itens.
A insuficiência adrenal primária ou doença de Addison é causada, principalmente, pela adrenalite autoimune, que causa atrofia das adrenais, desencadeando a perda da maior parte das células corticais e da camada medular.
Acerca do diabetes melito tipo 2 (DM 2), julgue os itens que se seguem.
As complicações macrovasculares do DM 2 também estão associadas ao estado hiperglicêmico pós-prandial.