Um adolescente de 14 anos de idade, aluno de uma escola técnica e no período da tarde, com frequência regular, trabalha em indústria de alimentos das 22h as 02h no programa jovem aprendiz. Assinale a alternativa incorreta quanto ao contexto apresentado.

Sobre acidente de trabalho considerados graves, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Deve-se acompanhar e articular a assistência na rede de referência para a prevenção das seqüelas.

( ) Deve-se orientar sobre direitos trabalhistas e previdenciários.

( ) Deve-se acompanhar a emissão da CAT pelo empregador.

( ) Deve-se analisar o grau de gravidade, mesmo em trabalhadores abaixo de 18 anos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Ao analisar os acidentes de trabalhos e doenças ocupacionais deve-se considerar:

Analise as proposições conjuntas abaixo.

I. Zorro não é um cachorro.

II. Se Tica é uma gata então Diva não é uma calopsita.

III. Tica não é uma gata e Dori é uma tartaruga.

IV. Ou Zorro é um cachorro ou Diva é uma calopsita.

Considerando que todas as proposições conjuntas são verdadeiras, podemos concluir que:

Conforme as diretrizes da Instituição American Heart Association (AHA), em uma situação de parada cardiorrespiratória de adulto, assinale a alternativa incorreta quanto às principais medidas a serem realizadas pela equipe de saúde.
Prescrito Ceftazidima pentaidratada + avibactam sódico 500mg. Temos disponível na instituição o frasco ampola com 2,5g. Para a reconstituição deverá ser utilizado 10 mL de água para injeção. Assinale a alternativa que apresenta quantos mL devem ser utilizado desta reconstituição para atender a prescrição solicitada, considerando o volume final da reconstituição de 12 mL.
Analise o texto e responda à questão.

Texto I
Bordado em branco (fragmento)

Querida tia Liduína,

Hoje é um dia péssimo, como a senhora sabe. Setembro é, invariavelmente, um mês em que sinto meu corpo doer. Em meus pés, tenho dores que, imagino, parecem dores de quando pregos são martelados contra a carne. Minha cabeça lateja e, se o seu interior pudesse ser visto, certamente pareceria com o asfalto quente que se mexe e dança em contato com as altas temperaturas. Esse mês é tão ruim.
Estou sentada no alpendre, esperando pelo vento.
Mamãe diz que é perda de tempo esse meu sentimentalismo com as cartas, mas não há outra maneira de falar com a senhora, então eu trouxe a mesa do meu quarto para fora e também um tamborete que papai arranjou.
Todos andam afastados de mim nos últimos meses. Ando pela casa com meu caderno muito junto ao corpo, protegendo suas folhas, porque sei que me julgam. Querem ler o que lhe conto ou querem que eu pare de uma vez por todas, mas não posso. A senhora é a única que compreende, o que é a maior ironia de todas. [...]

(ARRAES, Jarid. Redemoinho em dia quente. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2019, p. 49)
No primeiro parágrafo, para representar como se sente, a emissora da carta faz uso de uma linguagem predominantemente:
Caminhando em intensidade leve, você dá 80 passos por minuto e chega ao seu local de trabalho em 20 minutos. Hoje você se atrasou para sair, e tem só 16 minutos para chegar ao local de trabalho. Você terá que dar:
Cadeia de Frio, do Ministério da Saúde (MS), envolve o sistema de armazenamento, transporte e manuseio em condições adequadas de temperatura dos imunobiológicos, vacinas, soros desde o laboratório produtor até o momento de aplicação no usuário. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta.
A visita domiciliar é uma das atividades mais importantes do Agente de Combates as Endemias (ACE). Em relação à visita domiciliar realizada pelo ACE, assinale a alternativa incorreta.
O Censo Demográfico realizado no Brasil no ano de 2022, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trouxe informações atualizadas sobre a distribuição populacional em Sergipe. Com base nos resultados do Censo Demográfico de 2022 para Sergipe, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) O município mais populoso do estado é Aracaju.
( ) O município menos populoso do estado é Nossa Senhora do Socorro.
( ) Maior parte da população do estado se concentra na Região Metropolitana de Aracaju.
( ) É o segundo maior estado brasileiro em tamanho populacional.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
São contraindicações relativas nos curativos de feridas traumáticas, exceto:
Sergipe é um dos estados do Nordeste brasileiro. Tem como limites o Oceano Atlântico e outros dois estados. Exceto o Distrito Federal, é a menor Unidade Federativa brasileira em ______ e possui 75 municípios (adaptado de IBGE, 2025). Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
As queimaduras são classificadas quanto à sua profundidade. Assinale a alternativa que define corretamente queimadura de primeiro grau.
Sobre a doença Silicose é correto afirmar:
Assinale a alternativa que apresenta um agente químico que não é absorvido pela pele.

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

A construção “Apesar de”, no início do terceiro parágrafo, poderia ser substituída, conservando-se a equivalência semântica e morfológica, por:

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

No segundo parágrafo, a referência aos “neandertais” corresponde a uma:

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

No último parágrafo, para aprimorar o coesão, foram empregadas quatro expressões que apontam para a mesma referência. Assinale a alternativa que possui significação mais genérica.
Os navegadores de internet são ferramentas essenciais para profissionais da saúde que acessam prontuários eletrônicos, diretrizes médicas e plataformas de ensino a distância. Recursos como navegação anônima, armazenamento em cache e segurança de dados podem impactar diretamente a privacidade e a eficiência no uso dessas ferramentas. Assinale a alternativa que apresenta os recursos que melhor contribuem para a segurança de dados ao acessar sistemas de saúde por meio de navegadores.
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