Uma memória EPROM paralela necessita ser adicionada a um microcontrolador. A EPROM possui 8192 bits organizados como uma memória de 1024 palavras de 8 bits cada uma.
O número de pinos do microcontrolador necessários para gerar os bits de endereço para a memória EPROM é
Na maioria dos textos produzidos no universo corporativo, vê-se um registro muito particular da língua, nem sempre compreensível aos “não iniciados”. É o que se pode chamar de “jargão corporativo”, uma linguagem hoje dominada por grande quantidade de decalques do inglês - ou ingênuas traduções literais.
O termo “jargão”, que em sua origem quer dizer “fala ininteligível”, guarda certa marca pejorativa, fruto de sua antiga associação ao pedantismo, ao uso da linguagem empolada.
Embora os jargões sejam coisa muito antiga, foi nos séculos 19 e 20 que proliferaram na Europa, fruto de uma maior divisão do trabalho nas sociedades industriais.
Na época, já figuravam entre as suas características o uso de termos de línguas estrangeiras como sinal de prestígio e o emprego de metáforas e eufemismos, exatamente como vemos hoje.
Os jargões são alvo constante da crítica não só por abrigarem muitas expressões de outras línguas, o que lhes confere um ar postiço e hermético, como por seu viés pretensioso.
A crítica a esse tipo de linguagem tem fundamento na preocupação com a “pureza” do idioma e com a perda de identidade cultural, opinião que, para outros, revela traços de xenofobia.
Essa é uma discussão que não deve chegar ao fim tão cedo, mas é fato que os jargões têm claras funções simbólicas: por um lado, visam a incentivar o “espírito de corpo”, o que deve justificar o empenho das empresas em cultivá-los (até para camuflar as relações entre patrão e empregado), e, por outro, promovem a inclusão de uns e a exclusão de outros, além, é claro, de impressionar os neófitos.
(Adaptado de: CAMARGO, Thaís Nicoleti de. Caderno “Negócios e carreiras”, do jornal Folha de S. Paulo. São Paulo, 24 de março de 2013. p. 7)
FCC•
A interface SPI (Serial Peripheral Interface), disponível na maioria dos microcontroladores, possui as seguintes características: I. trata-se de uma interface serial assíncrona de alta velocidade.
II. trata-se de uma interface serial síncrona de alta velocidade.
III. trata-se de uma interface que opera no modo ?full duplex? e comunicação mestre-escravo.
IV. é utilizada em comunicação com cartão de memória (exemplo SD card), LCDs e potenciômetros digitais.
Está correto o que se afirma APENAS em
Considere a planilha abaixo, criada utilizando-se o
Microsoft Excel 2010, em português.

Na célula A8 foi digitada uma fórmula para calcular a média
aritmética das notas maiores ou iguais a 5, ou seja, contidas
nas células A3, A5 e A6. O valor resultante foi 7,17. A fórmula
digitada na célula A8 foi
I. Um dos motivos da polêmica é a proibição de se publicar biografias de políticos vivos ou mortos.
II. O grupo fundador defende a necessidade de autorização prévia para a publicação de biografias.
III. Entre os principais defensores do movimento estão Caetano Veloso e Chico Buarque.
Está correto o que consta APENAS em
Na maioria dos textos produzidos no universo corporativo, vê-se um registro muito particular da língua, nem sempre compreensível aos “não iniciados”. É o que se pode chamar de “jargão corporativo”, uma linguagem hoje dominada por grande quantidade de decalques do inglês - ou ingênuas traduções literais.
O termo “jargão”, que em sua origem quer dizer “fala ininteligível”, guarda certa marca pejorativa, fruto de sua antiga associação ao pedantismo, ao uso da linguagem empolada.
Embora os jargões sejam coisa muito antiga, foi nos séculos 19 e 20 que proliferaram na Europa, fruto de uma maior divisão do trabalho nas sociedades industriais.
Na época, já figuravam entre as suas características o uso de termos de línguas estrangeiras como sinal de prestígio e o emprego de metáforas e eufemismos, exatamente como vemos hoje.
Os jargões são alvo constante da crítica não só por abrigarem muitas expressões de outras línguas, o que lhes confere um ar postiço e hermético, como por seu viés pretensioso.
A crítica a esse tipo de linguagem tem fundamento na preocupação com a “pureza” do idioma e com a perda de identidade cultural, opinião que, para outros, revela traços de xenofobia.
Essa é uma discussão que não deve chegar ao fim tão cedo, mas é fato que os jargões têm claras funções simbólicas: por um lado, visam a incentivar o “espírito de corpo”, o que deve justificar o empenho das empresas em cultivá-los (até para camuflar as relações entre patrão e empregado), e, por outro, promovem a inclusão de uns e a exclusão de outros, além, é claro, de impressionar os neófitos.
(Adaptado de: CAMARGO, Thaís Nicoleti de. Caderno “Negócios e carreiras”, do jornal Folha de S. Paulo. São Paulo, 24 de março de 2013. p. 7)
A palavra cujo sentido se OPÕE ao da grifada acima está destacada em:
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 9,
considere o texto abaixo.
Comparado ao tamanho dos rios amazônicos, o Tietê é
um regato. Nas estatísticas, porém, é uma catarata de superlativos.
Estudo mostra que o Tietê e seus afluentes formam a
bacia hidrográfica mais populosa, mais rica e mais poluída do
Brasil. É também a de maior desenvolvimento humano do país.
Às suas margens ou perto delas moram 30 milhões de pessoas,
a maior população ribeirinha do país, com médias de 10,6 anos
de estudo e 75,3 anos de vida.
O rio Tietê nasce acima dos mil metros de altitude, nas
encostas da Serra do Mar, em Salesópolis, a leste da capital.
Corre 1.136 quilômetros para o interior, por 73 municípios paulistas.
Deságua no rio Paraná, a 300 metros acima do nível do mar.
São apenas 740 metros de desnível da nascente à foz, ou um metro
de declive a cada quilômetro e meio de percurso, em média.
Mesmo assim, as quedas do Tietê são famosas desde
antes dos bandeirantes. Para fugir desse trecho inicial tortuoso
e cheio de corredeiras, a navegação rio abaixo entre os séculos
XVIII e XIX começava em Araritaguaba, atual Porto Feliz,
com destino às minas de ouro de Cuiabá. Por só poderem ser
feitas em parte do ano, no período de cheia do rio, as expedições
eram chamadas de monções.
As canoas, escavadas em troncos derrubados ao longo
das margens do rio e de seus afluentes, levavam mantimentos,
ferramentas e escravos para as minas, e traziam ouro. Hoje, a
hidrovia Tietê-Paraná percorre 2,6 mil quilômetros e transporta
6 milhões de toneladas de carga anualmente, entre insumos e
grãos. Um comboio de seis barcaças carregadas tira 210 carretas
das estradas, gastando um quarto do combustível e emitindo
um terço da quantidade de carbono.
O rio foi determinante na fundação da maior cidade do
hemisfério sul e na ocupação do território ao seu redor. Nas últimas
décadas, o desenvolvimento se estendeu do alto ao baixo
Tietê. O desenvolvimento econômico e demográfico custou caro
ao rio. A qualidade de suas águas, cristalinas em Salesópolis,
passa de apenas "boa", para "ruim" e "péssima", à medida que
avança pelo interior, e só volta a ficar boa em Barra Bonita. Nos
últimos 30 quilômetros antes de chegar à sua foz, as águas do
rio voltam a ter a mesma excelência dos primeiros 40 quilômetros
de seu curso. O rio mais poluído do país se recupera e termina
tão limpo quanto começou.
(Adaptado de: TOLEDO, José Roberto de; MAIA, Lucas de Abreu
e BURGARELLI, Rodrigo. O Estado de S. Paulo, 22 de setembro
de 2013, A26)
... a navegação rio abaixo entre os séculos XVIII e XIX, começava em Araritaguaba... (3º parágrafo) O verbo conjugado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima está em:

Considerado o contexto, o segmento cujo sentido está adequadamente expresso em outras palavras é:
Gostaria de lhes falar não da leitura e dos riscos que ela comporta, mas de um risco ainda maior, ou seja, da dificuldade ou da impossibilidade de ler; gostaria de tentar lhes falar não da leitura, mas da ilegibilidade.
Cada um de vocês terá feito a experiência daqueles momentos nos quais gostaríamos de ler, mas não conseguimos, nos quais nos obstinamos a folhear as páginas de um livro, mas ele nos cai literalmente das mãos.
Gostaria de lhes sugerir que prestassem atenção aos seus momentos de não leitura, quando o livro do mundo cai das suas mãos, porque a impossibilidade de ler lhes diz respeito tanto quanto a leitura e é, talvez, tanto ou mais instrutiva do que esta.
Há também uma outra e mais radical impossibilidade de ler, que até poucos anos atrás era, antes de tudo, comum. Refiro-me aos analfabetos, que, há apenas um século, eram a maioria. Um grande poeta espanhol do século 20 dedicou um livro de poesia seu “ao analfabeto para/por quem eu escrevo”. É importante compreender o sentido desse “para/por”.
Gostaria que vocês refletissem sobre o estatuto especial desse livro que, na sua essência, é destinado aos olhos que não podem lê-lo e foi escrito com uma mão que, em um certo sentido, não sabe escrever. O poeta ou escritor que escreve pelo/para o analfabeto tenta escrever o que não pode ser lido, põe no papel o ilegível. Mas precisamente isso torna a sua escrita mais interessante do que a que foi escrita somente por/para quem sabe ler.
Há, finalmente, um outro caso de não leitura do qual gostaria de lhes falar. Refiro-me aos livros que foram escritos e publicados, mas estão - talvez para sempre - à espera de serem lidos. Eu conheço - e cada um de vocês, eu acredito, poderia citar - livros que mereciam ser lidos e não foram lidos, ou foram lidos por pouquíssimos leitores. Eu penso que, se esses livros eram verdadeiramente bons, não se deveria falar de uma espera, mas de uma exigência. Esses livros não esperam, mas exigem ser lidos, mesmo que não o tenham sido ou não o serão jamais.
Mas agora gostaria de dar um conselho aos editores e àqueles que se ocupam de livros: parem de olhar para as infames, sim, infames classificações de livros mais vendidos e - presume-se - mais lidos e tentem construir em vez disso na mente de vocês uma classificação dos livros que exigem ser lidos. Só uma editora fundada nessa classificação mental poderia fazer o livro sair da crise que - pelo que ouço ser dito e repetido - está atravessando.
(Adaptado de: AGAMBEN, Giorgio. Sobre a dificuldade de ler. Trad. de Cláudio Oliveira. Revista Cult, ano 16, n. 180. São Paulo: Bregantini, junho de 2013. p. 46 e 47)
Comparado ao tamanho dos rios amazônicos, o Tietê é um regato. Nas estatísticas, porém, é uma catarata de superlativos. Estudo mostra que o Tietê e seus afluentes formam a bacia hidrográfica mais populosa, mais rica e mais poluída do Brasil. É também a de maior desenvolvimento humano do país. Às suas margens ou perto delas moram 30 milhões de pessoas, a maior população ribeirinha do país, com médias de 10,6 anos de estudo e 75,3 anos de vida.
O rio Tietê nasce acima dos mil metros de altitude, nas encostas da Serra do Mar, em Salesópolis, a leste da capital. Corre 1.136 quilômetros para o interior, por 73 municípios paulistas. Deságua no rio Paraná, a 300 metros acima do nível do mar. São apenas 740 metros de desnível da nascente à foz, ou um metro de declive a cada quilômetro e meio de percurso, em média.
Mesmo assim, as quedas do Tietê são famosas desde antes dos bandeirantes. Para fugir desse trecho inicial tortuoso e cheio de corredeiras, a navegação rio abaixo entre os séculos XVIII e XIX começava em Araritaguaba, atual Porto Feliz, com destino às minas de ouro de Cuiabá. Por só poderem ser feitas em parte do ano, no período de cheia do rio, as expedições eram chamadas de monções.
As canoas, escavadas em troncos derrubados ao longo das margens do rio e de seus afluentes, levavam mantimentos, ferramentas e escravos para as minas, e traziam ouro. Hoje, a hidrovia Tietê-Paraná percorre 2,6 mil quilômetros e transporta 6 milhões de toneladas de carga anualmente, entre insumos e grãos. Um comboio de seis barcaças carregadas tira 210 carretas das estradas, gastando um quarto do combustível e emitindo um terço da quantidade de carbono.
O rio foi determinante na fundação da maior cidade do hemisfério sul e na ocupação do território ao seu redor. Nas últimas décadas, o desenvolvimento se estendeu do alto ao baixo Tietê. O desenvolvimento econômico e demográfico custou caro ao rio. A qualidade de suas águas, cristalinas em Salesópolis, passa de apenas "boa", para "ruim" e "péssima", à medida que avança pelo interior, e só volta a ficar boa em Barra Bonita. Nos últimos 30 quilômetros antes de chegar à sua foz, as águas do rio voltam a ter a mesma excelência dos primeiros 40 quilômetros de seu curso. O rio mais poluído do país se recupera e termina tão limpo quanto começou.
(Adaptado de: TOLEDO, José Roberto de; MAIA, Lucas de Abreu e BURGARELLI, Rodrigo. O Estado de S. Paulo, 22 de setembro de 2013, A26)
A capacidade de um material de construção mecânica ser deformado plasticamente, através de processos de conformação mecânica, denomina-se