Observe o enunciado abaixo e assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna:

“A mediação escolar possibilita, dentro da escola, a educação em valores, uma educação para a paz, e uma visão ________ acerca dos conflitos.”
Considerando práticas pedagógicas que valorizam a diversidade cultural e a criatividade no processo avaliativo, complete as lacunas a seguir com as opções adequadas.

A avaliação deve promover a expressão ________ dos sujeitos em todas as atividades, explorando o universo cultural mais restrito à comunidade até o mais amplo, despertando o prazer da expressão escrita e da oralidade através de múltiplos ________ (dança, música, artes plásticas, jogos, dramaturgias, literatura, vídeos, atividades artesanais, entre outros). O educador assume o ________ com o princípio de que todos aprendem.
Um pesquisador está analisando o impacto da taxa de juros sobre o consumo das famílias em uma amostra de 40 municípios brasileiros. Ele calcula a média do consumo mensal per capita como R$ 1.850, com desvio padrão de R$ 300. O pesquisador deseja testar a hipótese de que o consumo médio nacional é igual a R$ 2.000, utilizando um nível de significância de 5%.
Com base nessas informações, assinale a alternativa correta:
A estimativa dos custos do projeto é a primeira etapa analítica da Análise de Custo-Benefício (ACB). Partindo de estudos técnicos e de engenharia que forneçam uma adequada orçamentação de obras e demais despesas de ___________________, os custos econômicos incluem todos os demais custos incorridos ao longo do ciclo de vida do projeto, incluindo despesas de _________________, despesas de adequação ambiental, custos administrativos, e de desativação ao fim da vida útil.
Marque a alternativa que preenche as lacunas a seguir corretamente a respeito do tema:
No contexto da contabilidade de custos e conforme a legislação fiscal brasileira, qual sistema de custeio é aceito para fins de tributação:
Sobre a definição de infecção hospitalar, assinale a alternativa correta:
A educação física escolar desempenha um papel importante na formação integral dos estudantes, ao promover não apenas o desenvolvimento físico, mas também aspectos sociais, culturais e críticos. A integração dessa disciplina ao currículo escolar deve ser feita de maneira que corresponda às particularidades de cada escola, respeitando seus valores, objetivos e o público ao qual atende. Para que a educação física seja eficaz, é fundamental que os educadores se alinhem ao projeto pedagógico da instituição, dialogando com os outros professores e áreas do conhecimento. Além disso, é importante considerar que as metodologias de ensino utilizadas em uma escola podem não ser adequadas para outra, exigindo adaptação e reflexão constantes.

Com base nessa perspectiva assinale a alternativa que indica corretamente o que o professor de educação física deve priorizar ao elaborar sua prática pedagógica:
Sobre a administração de adenosina, assinale a alternativa correta:
A Lei nº 13.005, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE), descreve dez diretrizes fundamentais. Assinale a alternativa INCORRETA:
Assinale a alternativa que completa a frase. “Os conteúdos curriculares não devem ser vistos como um fim em si mesmos, mas:
Maioridade


Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — defruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>.
Após a leitura do texto, verifica-se que o que há em comum ao fazer 14, 18 e 21 anos, segundo o ponto de vista do narrador, é:
Maioridade


Aos dez anos descobri o primeiro dos objetivos de minha vida: fazer 14 anos. 14 anos são calças compridas, colégio pela manhã, álgebra, certas penugens, centímetros a mais em minha altura, ver Folias de Chicago, deixar de fazer a preliminar nos jogos de futebol de praia; 14 anos, principalmente, era uma idade maior — só poderia ser melhor — que dez anos.

Aos 14 anos descobri que o mundo é das pessoas de 18 anos. Ter 18 anos é rever Folias de Chicago, tomar cuba-libre com um sorriso de quem tem 19 anos, mandar adaptar o smoking do pai para a festa de formatura, tirar carteira de motorista, ficar na rua até o sol nascer, comprar gravatas amarelas, jogar fora uma coleção inteira do Suplemento Juvenil (1941-1945). 18 anos são quase 21.

Aos 21 anos tem-se os documentos todos e uma vontade enorme de se perder. Deixar crescer o bigode, rever Folias de Chicago, falar um pouco depressa (um pouco alto) demais, apaixonar-se por uma mulher casada, rasgar alguns papéis, deixar crescer a barba, começar a escrever o nome com formalidade, raspar o bigode, descobrir bares, orgulhar-se dentro do corpo, raspar a barba, perceber tons intermediários, deixar crescer novamente o bigode: leva-se mais de 20 anos para se ter 21 anos.

Às vezes eu pensava em coisas: achava que estava traçando o futuro. Não estava, era do passado que eu me lembrava, sem saber. Depois dos 21 anos não há mais idades, todo ano é ano, cada idade é legal. A não ser fazer 30 anos. 30 anos é tempo. Sofrer é tão diferente do que eu pensava que fosse.

Mas nesse tempo — não sei direito onde nem quando — houve um tempo de terrível lucidez. Não dava para durar. Sobrevivi por muito tempo a mim mesmo. Sei que era um tempo com hora, minuto e ponteiro (como se fosse uma lança: a ferir e apontar), uma soma de relógios não o reviveria. Era de uma luminosidade palpável; palpável polpa — defruta madura, pronta: úmida e à mostra, estourando de dentro da casca. Fruta que, olhando-se de fora, dizia-se ter semente ou não. Não dava para plantar ou pôr na boca. Era fruta de se deixar em cima das mesas e outros móveis. Fruta de se levar por aí, de se mostrar. De cera, não. Não cabia num prato, mas enchia a mão. E não alimentava: iluminava. Uma luminosidade que de mim se usava, eu não tinha nada com ela, eu era parte de um tempo — acidente feito gente.

Eu sou quase uma coisa. Como é que é? Me perguntam. Mais ou menos, vou respondendo. Para tudo.


LESSA, I. Diário Carioca, 1965. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12761/maiorida
de>.
As formas verbais “cabia” e “enchia”, em “Não cabia num prato, mas enchia a mão.”, estão conjugadas no pretérito imperfeito do modo indicativo. Caso estivessem conjugadas no pretérito perfeito do mesmo modo, a reescrita correta da sentença dada seria:
Tendo em vista a Resolução CNE/CEB nº 04/2009, que institui as Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial, analise as afirmativas abaixo sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE), e em seguida assinale a alternativa CORRETA:

I. O AEE é realizado prioritariamente na sala de recursos multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização.
II. O AEE pode ser substitutivo às classes comuns, quando necessário para o desenvolvimento do estudante.
III. O AEE pode ser realizado em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com órgãos educacionais dos Estados, Distrito Federal ou Municípios.
IV. O AEE ocorre somente na própria escola onde o estudante está matriculado e no turno regular.
O orientador escolar é um profissional da área da educação que atua com algumas especificidades inerentes ao cargo. Com base em suas atribuições, assinale a alternativa que melhor define o papel específico desse profissional na escola.
Tendo em vista os deveres do Assistente Social, marque a alternativa CORRETA de acordo com o Código de Ética do Assistente Social (Resolução CFESS nº 273 de 13 março de 1993).
Cipriano Luckesi (2011) discute a questão do autoritarismo presente na prática da avaliação educacional escolar e sugere uma possível superação desse paradigma por vias intraescolares. Analise os itens a seguir, à luz da concepção de avaliação formativa crítica proposta pelo autor.

I. Avaliações classificatórias compatíveis com o modelo conservador enfatizam a disciplina, a obediência e o controle da conduta.
II. A avaliação transformadora deve ser diagnóstica, preocupando-se com intervenções que permitam o avanço do educando.
III. Avaliações que reproduzem o autoritarismo contribuem para a autonomia do estudante e para a transformação social.
IV. A lógica de aprovação/reprovação faz parte do ato de “examinar”, característico da escola disciplinadora.
V. A avaliação democrática consiste em detectar dificuldades para orientar novas ações pedagógicas, e não para selecionar alunos.

É correto o que se afirma em:
Em relação à contabilidade aplicada ao setor público, o balanço patrimonial demonstrará:
A atuação dos profissionais de apoio na escola pública brasileira tem se intensificado diante da consolidação das políticas inclusivas.
Lopes e Mendes (2023) analisaram o perfil e a atuação desses profissionais em diferentes contextos municipais. Considerando o papel e os desafios enfrentados pelos profissionais de apoio na promoção da inclusão escolar, analise as assertivas a seguir.

I. O estudo identificou que a atuação dos profissionais de apoio é marcada pela precariedade no perfil, condições de trabalho desfavoráveis e utilização indiscriminada do serviço de apoio.
II. As políticas públicas garantem, de forma uniforme e nacional, a definição das atribuições e a formação continuada obrigatória para todos os profissionais de apoio.
III. Há registros de desvio de função e de privatização dos serviços de apoio, o que evidencia fragilidades no modelo de inclusão escolar vigente.
IV. A ausência de diretrizes claras e a falta de supervisão do trabalho desses profissionais são apontadas como desafios a serem superados.
V. A pesquisa conclui que as condições de trabalho já atendem plenamente às necessidades para uma atuação qualificada na inclusão escolar.

Está correto o que se afirma em:
Com relação ao fornecimento de oxigênio ao organismo, assinale a alternativa correta:

Sobre a Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA), assinale a alternativa correta:

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