Uma das atribuições do ACS, segundo a legislação e diretrizes do SUS, é:
Sobre o desempenho regional na abertura de empresas em 2025, é correto afirmar que:
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Segundo o texto, o vício em redes sociais entre crianças e adolescentes pode estar relacionado à:
Comparando o desempenho de geração de empregos de Humberto de Campos com outros municípios da pequena região de Barreirinhas, é correto dizer que:
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Qual dos trechos abaixo expressa uma consequência do uso excessivo de redes sociais, segundo o texto?
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) orienta que a formação dos profissionais do SUS ocorra:
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
A dopamina, conforme descrito no texto, é uma substância relacionada:
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Pode-se inferir do texto que o uso abusivo das redes sociais por crianças e adolescentes:
Sobre o uso de tecnologias na atenção básica, é correto afirmar que:
Sobre a geração de empregos formais em Humberto de Campos no primeiro trimestre de 2025, é correto afirmar que:
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
O autor do texto sugere que, para lidar com esse problema, deve-se:
Em relação às evidências científicas em saúde, é correto afirmar que:
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
O texto pode ser classificado como:
No que diz respeito ao número de novas empresas registradas em Humberto de Campos até abril de 2025, é correto afirmar que:
Sobre a diferença entre internet e intranet, assinale a alternativa correta:
Sobre os navegadores Mozilla Firefox e Google Chrome, é correto afirmar que:
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