De acordo com as diretrizes para a reintegração familiar de crianças e adolescentes, além da escuta da própria criança e do adolescente, devem ser considerados alguns aspectos antes da decisão final. Assinale a alternativa que NÃO representa um desses aspectos:
No que se refere às áreas do conhecimento e dos componentes curriculares, na esteira da Resolução CEE/ES nº 5.190/2018, assinale a alternativa INCORRETA acerca da Educação Infantil.
Existe um conjunto W de seis elementos, sendo que o primeiro é 6, o segundo é seu dobro, o terceiro é o dobro do segundo, o quarto é o triplo do primeiro, o quinto é metade do quarto e o sexto é igual ao primeiro somado ao segundo. Se desse conjunto for subtraído um conjunto Y formado por dois elementos, sendo o primeiro, o igual a um quarto do terceiro termo de W, e o segundo igual à metade do sexto termo de W, analise as assertivas sobre o conjunto resultante dessa operação: [Elementos repetidos em quaisquer grupos devem ser mantidos como elementos, quantas vezes existirem].

I. O conjunto resultante da operação possui quatro termos, sendo que existem ao menos dois elementos que, quando considerados entre si, um é o dobro do outro.
II. A menor diferença possível entre dois dos elementos desse conjunto resultante da operação é 6.

Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Números pares podem ser entendidos como todos aqueles que, quando são divididos por 2, não apresentam resto na operação. Os demais números não-fracionários são os ímpares. A partir disso, considere os seguintes conjuntos de números não-fracionários:
P={números pares entre 60 e 90, sem considerar ambos}
Q={números ímpares entre 50 e 100, considerando ambos}
R={números entre 65 e 85, sem considerar ambos}
S={números entre 55 e 95, considerando ambos}
Quantos elementos terá o conjunto T = (P∩R) U (Q∩S), sendo que nenhum elemento é considerado repetido no conjunto resultante de qualquer operação?

O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.



Sobre a Paz



A paz propõe, por um lado, o conflito e, por outro, a harmonia, como quem sobe uma escada


01/01/2025|LÚCIA HELENA GALVÃO — Professora, escritora, palestrante, compositora e professora de filosofia na Nova Acrópole



Vivemos em um tempo em que frases, como respeito [à] diversidade, harmonia e paz, aparecem naquelas nuvens de palavras que mais circulam nos diálogos1 virtuais, algumas expressas em conceitos que se distanciam bem da origem dessas palavras. Sob a luz da filosofia prática, vale refletirmos sobre esses temas.


Na natureza, a diversidade, por exemplo, não é uma diferenciação para opor as partes, para colocá-las em conflito, mas é o reconhecimento do valor de cada parte para que possamos compor um todo harmonioso2 . Quanto mais cada um de nós reconhece sua própria identidade, mais pode se harmonizar com os demais, assim como temos diferentes cores harmonizadas em uma pintura ou diferentes notas musicais em uma bela melodia.


O conceito3 de paz é um daqueles que parece ter passado pelo efeito do "telefone sem fio", e foi sendo esvaziado4 ao longo da história, gerando posições bem confusas, que mais têm a ver com passividade do que com paz propriamente dita.


Na etimologia da palavra paz, encontramos, no latim, pax e, no proto-indo-europeu, pak, que significa "travar", "fixar", "juntar". Ou seja, em geral, a paz estava relacionada [à] ideia de pacto, de acordo firmado, uma espécie de acordo de não agressão. A paz, então, tem a ver com acordo? Parece que sim. Os chamados filósofos contratualistas (Hobbes, Locke e Rousseau), por exemplo, propunham uma espécie de pacto, conhecido como contrato social, em que, por meio da imposição de uma série de regras, o homem passaria de um estado natural para o início da vida social e política. Mas será que é desse pacto que a paz trata? De uma imposição de regras que se cumpre por COERSÃO / COERÇÃO e medo, ou de um pacto do homem com sua própria consciência, que se cumpre voluntariamente para termos o PREVILÉGIO / PRIVILÉGIO de sermos verdadeiramente humanos?

Outro elemento importante para compreendermos é que a paz não é sinônimo de passividade. A paz propõe, por um lado, o conflito e, por outro, a harmonia, como quem sobe uma escada: há um momento de conflito/desequilíbrio, que se resolve em um instante de harmonia e estabilidade, e assim por diante. Sem ambos os fatores, não mudamos de patamar, não passamos ao próximo degrau. Mas é um conflito momentâneo regido pela necessidade de crescimento de todos os envolvidos, e não o destrutivo conflito entre PRETENSOS / PRETENÇOS "donos da verdade". Logo, a paz significa um estado de bem-estar quando estamos alinhados com a natureza, e uma das necessidades da natureza é harmonizar, e outra é de crescer. Para isso, harmonia e conflito inteligentemente superado são necessários. Mas essa dualidade exterior nada tem a ver com o que acontece dentro do ser humano, que, coerente com seus valores e princípios em ambos os momentos, conserva um estado de serenidade e equilíbrio constante.


TÃOPOUCO / TAMPOUCO a paz tem [à] ver com passividade. Ser passivo, diante do mal e da injustiça, é ser agressivo por cumplicidade. Nosso corpo é um excelente exemplo de paz: harmonioso por dentro, mas atento a qualquer agressor que tente penetrar nele. Será a nossa imunidade belicista? Ou ela está a favor da vida? Temos que ser fiéis seguidores dos valores que caracterizam a natureza humana: fraternidade, justiça, veracidade etc., mas apenas certificando-nos de que, por dentro, não haja um espírito de parcialidade, ódio, rancor ou vingança, pois isso nubla nossa noção de justiça e veracidade.


A filosofia aponta-nos caminhos para que a gente pare de confundir paz com passividade e encontre na paz uma ação coerente e constante de busca de elevarmos nossa consciência para um patamar mais humanista, de tal maneira que interesse prioritariamente para nós o bem do todo, do outro, da comunidade humana, buscando [à] unidade para além das diferenças.


Procuremos celebrar, na nossa vida, aquelas coisas que dão ao ser humano um aprimoramento no sentido de se tornar cada vez mais verdadeiramente humano. E é claro que a filosofia trabalha exatamente para essasquestões: ela nos abre caminho para que possamos ter uma visão mais reflexiva sobre a vida, o seu sentido e o sentido da nossa presença no mundo.


(Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/01/7023626-sobre-a-paz.html. Acesso em: 01 jan. 2025. Adaptado.)


Quantos dígrafos consonantais foram empregados no terceiro parágrafo do texto? (Observação: considere as repetições.)
A sexualidade das pessoas com deficiência intelectual é frequentemente ignorada ou reprimida. No contexto educacional, qual das práticas abaixo é mais adequada para trabalhar esse tema com os alunos?
No contexto da Administração Pública, a utilização de documentos oficiais é essencial para garantir a formalização e a comunicação eficaz entre os órgãos e entidades governamentais, bem como entre a Administração e os cidadãos. Esses documentos possuem diferentes finalidades e características, sendo instrumentos formais indispensáveis para a realização de atos administrativos. Sobre os documentos oficiais utilizados na Administração Pública, é correto afirmar que:
Um jogo de tabuleiro tem como algumas de suas peças, 8 unidades de dados, cada um com seis lados. Apenas 1 desses dados é o clássico conhecido, com números diferentes nas laterais, começando por 1 e seguindo com o aumento de uma unidade por lado, até completar todos os lados. Outros 2 dados possuem três pares de lados com o mesmo número, sendo cada par com um número par diferente encontrado no dado clássico, assim como 3 outros dados possuem também três pares, mas cada par com um número ímpar diferente encontrado no dado clássico. Os demais dados possuem o mesmo número em todos os lados, cada um desses dados com um número ímpar diferente encontrado no dado clássico, exceto o maior dos ímpares. Qual seria o valor da soma dos números encontrados em todos os lados de todos os dados desse jogo de tabuleiro?

O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.



Sobre a Paz



A paz propõe, por um lado, o conflito e, por outro, a harmonia, como quem sobe uma escada


01/01/2025|LÚCIA HELENA GALVÃO — Professora, escritora, palestrante, compositora e professora de filosofia na Nova Acrópole



Vivemos em um tempo em que frases, como respeito[à]diversidade, harmonia e paz, aparecem naquelas nuvens de palavras que mais circulam nosdiálogos1virtuais, algumas expressas em conceitos que se distanciam bem da origem dessas palavras. Sob a luz da filosofia prática, vale refletirmos sobre esses temas.


Na natureza, a diversidade, por exemplo, não é uma diferenciação para opor as partes, para colocá-las em conflito, mas é o reconhecimento do valor de cada parte para que possamos compor um todoharmonioso2. Quanto mais cada um de nós reconhece sua própria identidade, mais pode se harmonizar com os demais, assim como temos diferentes cores harmonizadas em uma pintura ou diferentes notas musicais em uma bela melodia.


Oconceito3de paz é um daqueles que parece ter passado pelo efeito do "telefone sem fio", e foi sendoesvaziado4ao longo da história, gerando posições bem confusas, que mais têm a ver com passividade do que com paz propriamente dita.


Na etimologia da palavra paz, encontramos, no latim, pax e, no proto-indo-europeu, pak, que significa "travar", "fixar", "juntar". Ou seja, em geral, a paz estava relacionada[à]ideia de pacto, de acordo firmado, uma espécie de acordo de não agressão. A paz, então, tem a ver com acordo? Parece que sim. Os chamados filósofos contratualistas (Hobbes, Locke e Rousseau), por exemplo, propunham uma espécie de pacto, conhecido como contrato social, em que, por meio da imposição de uma série de regras, o homem passaria de um estado natural para o início da vida social e política. Mas será que é desse pacto que a paz trata? De uma imposição de regras que se cumpre porCOERSÃO/COERÇÃOe medo, ou de um pacto do homem com sua própria consciência, que se cumpre voluntariamente para termos oPREVILÉGIO / PRIVILÉGIOde sermos verdadeiramente humanos?

Outro elemento importante para compreendermos é que a paz não é sinônimo de passividade. A paz propõe, por um lado, o conflito e, por outro, a harmonia, como quem sobe uma escada: há um momento de conflito/desequilíbrio, que se resolve em um instante de harmonia e estabilidade, e assim por diante. Sem ambos os fatores, não mudamos de patamar, não passamos ao próximo degrau. Mas é um conflito momentâneo regido pela necessidade de crescimento de todos os envolvidos, e não o destrutivo conflito entrePRETENSOS / PRETENÇOS"donos da verdade".Logo, a paz significa um estado de bem-estar quando estamos alinhados com a natureza, e uma das necessidades da natureza é harmonizar, e outra é de crescer. Para isso, harmonia e conflito inteligentemente superado são necessários. Mas essa dualidade exterior nada tem a ver com o que acontece dentro do ser humano, que, coerente com seus valores e princípios em ambos os momentos, conserva um estado de serenidade e equilíbrio constante.


TÃOPOUCO / TAMPOUCOa paz tem[à]ver com passividade. Ser passivo, diante do mal e da injustiça, é ser agressivo por cumplicidade. Nosso corpo é um excelente exemplo de paz: harmonioso por dentro, mas atento a qualquer agressor que tente penetrar nele. Será a nossa imunidade belicista? Ou ela está a favor da vida? Temos que ser fiéis seguidores dos valores que caracterizam a natureza humana: fraternidade, justiça, veracidade etc., mas apenas certificando-nos de que, por dentro, não haja um espírito de parcialidade, ódio, rancor ou vingança, pois isso nubla nossa noção de justiça e veracidade.


A filosofia aponta-nos caminhos para que a gente pare de confundir paz com passividade e encontre na paz uma ação coerente e constante de busca de elevarmos nossa consciência para um patamar mais humanista, de tal maneira que interesse prioritariamente para nós o bem do todo, do outro, da comunidade humana, buscando[à]unidade para além das diferenças.


Procuremos celebrar, na nossa vida, aquelas coisas que dão ao ser humano um aprimoramento no sentido de se tornar cada vez mais verdadeiramente humano. E é claro que a filosofia trabalha exatamente para essasquestões: ela nos abre caminho para que possamos ter uma visão mais reflexiva sobre a vida, o seu sentido e o sentido da nossa presença no mundo.


(Fonte:https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/01/7023626-sobre-a-paz.html. Acesso em: 01 jan. 2025. Adaptado.)


Em meio ao texto, três pares de palavras foram destacados em letras maiúsculas. Assinale a alternativa que identifica adequadamente, dentre os pares, as palavras que se encontram corretamente grafadas segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.
De acordo com o art. 214 da Constituição Federal de 1988, o Plano Nacional de Educação (PNE), de duração decenal, tem por objetivo articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração, estabelecendo diretrizes, metas e estratégias para assegurar a manutenção e o desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis e modalidades. Nesse contexto, assinale a alternativa que NÃO corresponde a um dos objetivos do PNE:
Sobre a Educação Inclusiva, analise a sentença abaixo:

A educação inclusiva não possui relevância para a sociedade, somente para o sistema de ensino, afinal é através das pesquisas e estudos realizados no contexto educacional que o mundo avança de forma constante em todos os campos do saber. (1ª PARTE). A educação inclusiva promoveu uma quebra de tabus e paradigmas no ambiente de ensino e por isso é tão importante que esta de fato aconteça na escola. (2ª PARTE). A partir do século XX, gradativamente, alguns cidadãos começaram a valorizar as pessoas com deficiência, e movimentos sociais de luta contra a discriminação emergiram em nível mundial, defendendo uma sociedade inclusiva. (3ª PARTE).

A sentença está:
De acordo com a Lei Federal nº 8.069/1990 (ECA), a criança e o adolescente têm primazia no direito à proteção e ao socorro em qualquer circunstância, assim como prioridade no atendimento nos serviços públicos e ou relevância pública. Essas disposições estão previstas, respectivamente:
Em relação às funções da avaliação no processo de ensino e aprendizagem, é correto afirmar que:
À luz do artigo 54 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assinale a alternativa incorreta sobre o dever do Estado na garantia do direito à educação:
Durante o cuidado de enfermagem, o Técnico deve monitorar o funcionamento de um dreno de sistema fechado. Assinale a alternativa que indica o procedimento correto para prevenir infecções:
De acordo com o artigo 4º da Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação), qual das alternativas a seguir apresenta a definição correta de "informação sigilosa"?
Nos termos da Resolução CNE/CP nº 02/2017, analise as assertivas:

I. As aprendizagens essenciais são definidas como conhecimentos, habilidades, atitudes, valores e a capacidade de os mobilizar, articular e integrar, expressando-se em competências.
II. As aprendizagens essenciais compõem o processo formativo de todos os educandos ao longo das etapas e modalidades de ensino no nível da Educação Básica, como direito de pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho.
III. No âmbito da Base Nacional Comum Curricular, competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores, para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho.

Está(ão) CORRETA(S):
De acordo com o Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária, no que se refere aos marcos normativos e regulatórios, qual das seguintes alternativas apresenta uma proposta de ação enfatizada?
De acordo com a BNCC, são objetos de conhecimentos do 8º ano, EXCETO:
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