Questões de Concursos

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Considerando os conceitos de IDS (intrusion detection systems) e IPS (intrusion prevention systems), julgue o item a seguir.

IDS podem ser definidos como um tipo de ferramenta de software ou appliance capaz de detectar eventos com base em assinatura e em características que os tornam suspeitos na rede sob análise.
Julgue o próximo item, a respeito de segurança e auditoria de bancos de dados.

Ocorre transação confirmada (commit) quando há informações suficientes no log do banco de dados para garantir que, mesmo se houver falha no sistema, as atualizações da transação serão refeitas.

Julgue o seguinte item, no que se refere a testes desoftware.



O teste unitário concentra o esforço de verificação no componente ou módulo de software, usando como guia a descrição de projeto no nível de componente. Nesse processo, caminhos de controle importantes são testados para descobrir erros dentro dos limites do módulo, conforme implementado no código-fonte.

Dinheiro traz felicidade? Engana-se quem pensa que esta é só uma pergunta filosófica de boteco. Muito pelo contrário: quem se debruça para valer sobre a questão são vencedores do Nobel de Economia, o psicólogo israelense Daniel Kahneman e o economista americano Argus Deaton.
Kahneman é considerado um dos fundadores da economia comportamental, uma área que se apoia na psicologia para entender quais fatores afetam as decisões financeiras de alguém. Foi por integrar conhecimentos da psicologia à economia que ele recebeu o prêmio da Academia Real de Ciências da Suécia, em 2002.
Oito anos depois, Kahneman se juntou a Argus — que receberia o Nobel de Economia em 2015 por seus trabalhos sobre consumo, pobreza e bem-estar social — para tentar responder à grande questão. Eles publicaram um estudo que correlaciona o nível de renda de mil americanos com seu grau de satisfação pessoal e bem-estar emocional, segundo respostas fornecidas em um questionário entre 2008 e 2009.
Eles chegaram à seguinte conclusão: quanto mais dinheiro alguém ganha, mais feliz e satisfeita essa pessoa se sente. Só que essa correlação não é tão evidente na faixa de pessoas que ganham entre 60 e 90 mil dólares por ano (entre R$ 5 e 7,5 mil mensais). E, entre aqueles que recebiam valores maiores que estes, mais dinheiro já não significava mais felicidade.
O estudo foi amplamente divulgado na época. Mas ele também foi rebatido por Matthew Killingsworth, um pesquisador da Universidade da Pensilvânia que coleta dados sobre felicidade. Ele publicou uma pesquisa, em 2021, sugerindo que a felicidade média aumenta consistentemente com a renda. E então, qual seria a conclusão correta?
Para resolver o impasse, Kahneman juntou-se a Killingsworth e Barbara Mellers, também da Universidade da Pensilvânia. Os pesquisadores reanalisaram os dados coletados nos Estados Unidos da América em 2010 e 2021 para entender onde cada estudo deixou a desejar. E assim chegaram a uma conclusão mais sutil: de que pessoas felizes se sentem ainda melhores conforme ganham mais dinheiro; por outro lado, entre pessoas infelizes, o bem-estar para de aumentar quando certo nível de renda é alcançado.

Lúcia Costa. Dinheiro traz felicidade. In: Revista SuperInteressante, 7/3/2023. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere às características discursivas e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, bem como às ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.

No terceiro parágrafo, os travessões isolam uma oração de natureza explicativa.
Dinheiro traz felicidade? Engana-se quem pensa que esta é só uma pergunta filosófica de boteco. Muito pelo contrário: quem se debruça para valer sobre a questão são vencedores do Nobel de Economia, o psicólogo israelense Daniel Kahneman e o economista americano Argus Deaton.
Kahneman é considerado um dos fundadores da economia comportamental, uma área que se apoia na psicologia para entender quais fatores afetam as decisões financeiras de alguém. Foi por integrar conhecimentos da psicologia à economia que ele recebeu o prêmio da Academia Real de Ciências da Suécia, em 2002.
Oito anos depois, Kahneman se juntou a Argus — que receberia o Nobel de Economia em 2015 por seus trabalhos sobre consumo, pobreza e bem-estar social — para tentar responder à grande questão. Eles publicaram um estudo que correlaciona o nível de renda de mil americanos com seu grau de satisfação pessoal e bem-estar emocional, segundo respostas fornecidas em um questionário entre 2008 e 2009.
Eles chegaram à seguinte conclusão: quanto mais dinheiro alguém ganha, mais feliz e satisfeita essa pessoa se sente. Só que essa correlação não é tão evidente na faixa de pessoas que ganham entre 60 e 90 mil dólares por ano (entre R$ 5 e 7,5 mil mensais). E, entre aqueles que recebiam valores maiores que estes, mais dinheiro já não significava mais felicidade.
O estudo foi amplamente divulgado na época. Mas ele também foi rebatido por Matthew Killingsworth, um pesquisador da Universidade da Pensilvânia que coleta dados sobre felicidade. Ele publicou uma pesquisa, em 2021, sugerindo que a felicidade média aumenta consistentemente com a renda. E então, qual seria a conclusão correta?
Para resolver o impasse, Kahneman juntou-se a Killingsworth e Barbara Mellers, também da Universidade da Pensilvânia. Os pesquisadores reanalisaram os dados coletados nos Estados Unidos da América em 2010 e 2021 para entender onde cada estudo deixou a desejar. E assim chegaram a uma conclusão mais sutil: de que pessoas felizes se sentem ainda melhores conforme ganham mais dinheiro; por outro lado, entre pessoas infelizes, o bem-estar para de aumentar quando certo nível de renda é alcançado.

Lúcia Costa. Dinheiro traz felicidade. In: Revista SuperInteressante, 7/3/2023. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere às características discursivas e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, bem como às ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.

No quarto parágrafo, o período introduzido por “Só que” apresenta uma ideia contraposta à veiculada no período imediatamente anterior.
Considerando os conceitos de juros simples e de juros compostos e os regimes de capitalização, julgue o item a seguir.

Em cenários de inflação constante, investidores que aplicam seu capital a juros simples terão retorno real menor ao longo do tempo do que investidores que fazem aplicações a juros compostos.
Julgue o item subsequente, acerca de administração indireta, entidades paraestatais e organização e princípios da administração pública.

De forma distinta dos serviços sociais autônomos, as organizações sociais são associações ou fundações privadas que recebem qualificação jurídica para se tornarem entidades paraestatais.
Innovation is crucial for the food industry to address several critical challenges. Firstly, it is essential to meet the rising demand for food products driven by a growing global population. By implementing new technologies and improving production processes, companies can significantly increase output. Secondly, innovation plays a vital role in enhancing the efficiency and reducing the costs associated with food production. This allows companies to remain competitive by offering affordable prices while maintaining profitability. Finally, innovation empowers companies to adapt to evolving consumer preferences. This includes developing new products that cater to specific dietary needs and preferences, such as healthier options or products with unique flavor combinations.
Innovation in the food industry can be broadly categorized into four key areas: product innovation, process innovation, packaging innovation, and marketing/branding innovation. Product innovation focuses on creating new or improved food products with unique features and benefits for consumers. This may involve developing new flavors, textures, and incorporating healthier ingredients. Process innovation aims to optimize production processes by implementing new technologies and methods to increase output while maintaining or improving quality standards. Packaging innovation explores innovative ways to package and present food products to consumers, such as using eco-friendly materials, implementing unique designs, and incorporating features that extend shelf life. Finally, marketing/branding innovation involves developing creative strategies to promote food products to consumers, leveraging social media, influencer marketing, and engaging campaigns to build brand loyalty.
Internet: <tastewise.io> (adapted).


Based on the text above, judge the following item.

The primary motivation behind innovation in the food industry is to cater to the increasing demand for organic food products.
Considerando os riscos a que as instituições financeiras são expostas, julgue o item a seguir.

A abordagem padronizada para risco operacional, conforme Basileia III, baseia-se na receita bruta da instituição para calcular o capital regulatório.
Innovation is crucial for the food industry to address several critical challenges. Firstly, it is essential to meet the rising demand for food products driven by a growing global population. By implementing new technologies and improving production processes, companies can significantly increase output. Secondly, innovation plays a vital role in enhancing the efficiency and reducing the costs associated with food production. This allows companies to remain competitive by offering affordable prices while maintaining profitability. Finally, innovation empowers companies to adapt to evolving consumer preferences. This includes developing new products that cater to specific dietary needs and preferences, such as healthier options or products with unique flavor combinations.
Innovation in the food industry can be broadly categorized into four key areas: product innovation, process innovation, packaging innovation, and marketing/branding innovation. Product innovation focuses on creating new or improved food products with unique features and benefits for consumers. This may involve developing new flavors, textures, and incorporating healthier ingredients. Process innovation aims to optimize production processes by implementing new technologies and methods to increase output while maintaining or improving quality standards. Packaging innovation explores innovative ways to package and present food products to consumers, such as using eco-friendly materials, implementing unique designs, and incorporating features that extend shelf life. Finally, marketing/branding innovation involves developing creative strategies to promote food products to consumers, leveraging social media, influencer marketing, and engaging campaigns to build brand loyalty.
Internet: <tastewise.io> (adapted).


Based on the text above, judge the following item.

The word “leveraging” as used in the second paragraph implies the act of taking as much advantage or profit as possible from something.
Innovation is crucial for the food industry to address several critical challenges. Firstly, it is essential to meet the rising demand for food products driven by a growing global population. By implementing new technologies and improving production processes, companies can significantly increase output. Secondly, innovation plays a vital role in enhancing the efficiency and reducing the costs associated with food production. This allows companies to remain competitive by offering affordable prices while maintaining profitability. Finally, innovation empowers companies to adapt to evolving consumer preferences. This includes developing new products that cater to specific dietary needs and preferences, such as healthier options or products with unique flavor combinations.
Innovation in the food industry can be broadly categorized into four key areas: product innovation, process innovation, packaging innovation, and marketing/branding innovation. Product innovation focuses on creating new or improved food products with unique features and benefits for consumers. This may involve developing new flavors, textures, and incorporating healthier ingredients. Process innovation aims to optimize production processes by implementing new technologies and methods to increase output while maintaining or improving quality standards. Packaging innovation explores innovative ways to package and present food products to consumers, such as using eco-friendly materials, implementing unique designs, and incorporating features that extend shelf life. Finally, marketing/branding innovation involves developing creative strategies to promote food products to consumers, leveraging social media, influencer marketing, and engaging campaigns to build brand loyalty.
Internet: <tastewise.io> (adapted).


Based on the text above, judge the following item.

Process innovation in the food industry primarily focuses on developing new and unique flavors for food products.
No que se refere às caraterísticas e técnicas de criptografia simétrica e assimétrica, julgue o item que se segue.

De maneira geral, chaves de algoritmos simétricos devem seguir uma propriedade de aleatoriedade com um vetor de inicialização que é conhecido pelo destino da comunicação.
Dinheiro traz felicidade? Engana-se quem pensa que esta é só uma pergunta filosófica de boteco. Muito pelo contrário: quem se debruça para valer sobre a questão são vencedores do Nobel de Economia, o psicólogo israelense Daniel Kahneman e o economista americano Argus Deaton.
Kahneman é considerado um dos fundadores da economia comportamental, uma área que se apoia na psicologia para entender quais fatores afetam as decisões financeiras de alguém. Foi por integrar conhecimentos da psicologia à economia que ele recebeu o prêmio da Academia Real de Ciências da Suécia, em 2002.
Oito anos depois, Kahneman se juntou a Argus — que receberia o Nobel de Economia em 2015 por seus trabalhos sobre consumo, pobreza e bem-estar social — para tentar responder à grande questão. Eles publicaram um estudo que correlaciona o nível de renda de mil americanos com seu grau de satisfação pessoal e bem-estar emocional, segundo respostas fornecidas em um questionário entre 2008 e 2009.
Eles chegaram à seguinte conclusão: quanto mais dinheiro alguém ganha, mais feliz e satisfeita essa pessoa se sente. Só que essa correlação não é tão evidente na faixa de pessoas que ganham entre 60 e 90 mil dólares por ano (entre R$ 5 e 7,5 mil mensais). E, entre aqueles que recebiam valores maiores que estes, mais dinheiro já não significava mais felicidade.
O estudo foi amplamente divulgado na época. Mas ele também foi rebatido por Matthew Killingsworth, um pesquisador da Universidade da Pensilvânia que coleta dados sobre felicidade. Ele publicou uma pesquisa, em 2021, sugerindo que a felicidade média aumenta consistentemente com a renda. E então, qual seria a conclusão correta?
Para resolver o impasse, Kahneman juntou-se a Killingsworth e Barbara Mellers, também da Universidade da Pensilvânia. Os pesquisadores reanalisaram os dados coletados nos Estados Unidos da América em 2010 e 2021 para entender onde cada estudo deixou a desejar. E assim chegaram a uma conclusão mais sutil: de que pessoas felizes se sentem ainda melhores conforme ganham mais dinheiro; por outro lado, entre pessoas infelizes, o bem-estar para de aumentar quando certo nível de renda é alcançado.

Lúcia Costa. Dinheiro traz felicidade. In: Revista SuperInteressante, 7/3/2023. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere às características discursivas e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, bem como às ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.

Dada a estruturação do texto, é correto considerá-lo um artigo de opinião no qual a autora defende a ideia de que o dinheiro gera felicidade.
Dinheiro traz felicidade? Engana-se quem pensa que esta é só uma pergunta filosófica de boteco. Muito pelo contrário: quem se debruça para valer sobre a questão são vencedores do Nobel de Economia, o psicólogo israelense Daniel Kahneman e o economista americano Argus Deaton.
Kahneman é considerado um dos fundadores da economia comportamental, uma área que se apoia na psicologia para entender quais fatores afetam as decisões financeiras de alguém. Foi por integrar conhecimentos da psicologia à economia que ele recebeu o prêmio da Academia Real de Ciências da Suécia, em 2002.
Oito anos depois, Kahneman se juntou a Argus — que receberia o Nobel de Economia em 2015 por seus trabalhos sobre consumo, pobreza e bem-estar social — para tentar responder à grande questão. Eles publicaram um estudo que correlaciona o nível de renda de mil americanos com seu grau de satisfação pessoal e bem-estar emocional, segundo respostas fornecidas em um questionário entre 2008 e 2009.
Eles chegaram à seguinte conclusão: quanto mais dinheiro alguém ganha, mais feliz e satisfeita essa pessoa se sente. Só que essa correlação não é tão evidente na faixa de pessoas que ganham entre 60 e 90 mil dólares por ano (entre R$ 5 e 7,5 mil mensais). E, entre aqueles que recebiam valores maiores que estes, mais dinheiro já não significava mais felicidade.
O estudo foi amplamente divulgado na época. Mas ele também foi rebatido por Matthew Killingsworth, um pesquisador da Universidade da Pensilvânia que coleta dados sobre felicidade. Ele publicou uma pesquisa, em 2021, sugerindo que a felicidade média aumenta consistentemente com a renda. E então, qual seria a conclusão correta?
Para resolver o impasse, Kahneman juntou-se a Killingsworth e Barbara Mellers, também da Universidade da Pensilvânia. Os pesquisadores reanalisaram os dados coletados nos Estados Unidos da América em 2010 e 2021 para entender onde cada estudo deixou a desejar. E assim chegaram a uma conclusão mais sutil: de que pessoas felizes se sentem ainda melhores conforme ganham mais dinheiro; por outro lado, entre pessoas infelizes, o bem-estar para de aumentar quando certo nível de renda é alcançado.

Lúcia Costa. Dinheiro traz felicidade. In: Revista SuperInteressante, 7/3/2023. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere às características discursivas e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, bem como às ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.

Entende-se do primeiro período do terceiro parágrafo que a expressão “seus trabalhos” refere-se aos trabalhos somente de Argus.
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