As maneiras de colocar em prática estes princípios são chamadas de diretrizes do SUS. Elas são três
I. Descentralização que é a transferência de serviços de saúde do governo federal para os governos estaduais e alguns serviços dos estados para os municípios;
II. Atendimento integral, isto é, os serviços devem realizar ações atender as pessoas para que recuperem a saúde e também previnam a ocorrência de doenças. Isto se denomina de atividades assistenciais e preventivas;
III. Participação da comunidade que significa a participação da população usuária e não usaria do SUS para definir as prioridades no atendimento e fiscalizar o emprego de recursos financeiros e não financeiros no SUS. Para essa participação estão previstos os Conselhos de Saúde e as Conferências de Saúde para efetivar o controle social.
Após análise das afirmações acima podemos concluir que:
Sempre que possível, os bebês com síndrome de Down devem ser acompanhados por um fonoaudiólogo logo após o nascimento, pois a hipotonia torna a musculatura da face e da boca mais “molinha”, o que pode prejudicar a amamentação e, posteriormente, o seu desenvolvimento. A regularidade e o enfoque do trabalho realizado vão depender das necessidades dos pais e da criança em diferentes fases da vida. De modo geral, este profissional poderá tratar das seguintes questões:
I. Articulação dos sons, linguagem oral, leitura e escrita;
II. Dificuldades de alimentação, como sugar, mastigar e engolir;
III. Coordenação entre as funções orais e a respiração;
IV. Fortalecimento da musculatura da face e da boca
Após análise das afirmações acima podemos concluir que:
Quanto a Triagem Auditiva de Escolares analise as afirmações abaixo:
I. Para escutar todos os componentes auditivos precisam estar íntegros, pois qualquer alteração, por mais discreta que seja, pode trazer grandes prejuízos ao ser humano resultando em complicações, inclusive na esfera educacional.
II. Umas das maneiras de realizar a detecção de alterações auditivas são os Programas de Triagem Auditiva Escolar.
III. Northern e Downs (2005) definem a triagem auditiva como um processo de aplicação de testes, exames ou outros procedimentos rápidos e simples a um número geralmente grande de pessoas, não tendo a pretensão de diagnosticar.
IV. Como não tem a pretensão de diagnosticar as pessoas identificadas como achados suspeitos não devem ser encaminhados para realização do diagnóstico e tratamento.
V. A detecção precoce e a intervenção imediata em crianças com perda auditiva otimiza o potencial linguístico, emocional e social, aumentando o desempenho acadêmico.
Após análise das afirmações acima podemos concluir que: