A respeito da remuneração, considere:

I. O pagamento do salário, qualquer que seja a modalidade do trabalho, não deve ser estipulado por período superior a um mês, inclusive no que concerne a gratificações.

II. Não é considerado como salário o transporte destinado ao deslocamento para o trabalho e retorno, em percurso servido ou não por transporte público.

III. Não são considerados como salário os vestuários, equipamentos e outros acessórios fornecidos aos empregados e utilizados no local de trabalho, para a prestação do serviço.

IV. Em regra, integram o salário não só a importância fixa estipulada, como também as comissões, percentagens, gratificações ajustadas, diárias para viagens e abonos pagos pelo empregador.

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, está correto o que consta APENAS em

Na sentença abaixo falta a última palavra. Você deve procurar, entre as palavras indicadas nas cinco alternativas, a que melhor completa a sentença.

O pobre come pouco porque não pode comer mais. O rico come mal porque não sabe comer melhor. A alimentação do primeiro é insuficiente e, a do segundo, ......

Gilda de Mello e Souza dizia que o Brasil é muito bom
nas novelas. Para ter público, a novela precisa dispor de personagens
de todas as classes sociais, explicava ela, o que exige
uma trama complexa. Acrescento: a mobilidade social é decisiva
nas novelas e se dá sobretudo pelo amor entre ricos e
pobres. Provavelmente as novelas exibam casos de ascensão
social pelo amor - genuíno ou fingido - em proporção maior que
a vida real .... Mas a novela não é um retrato do Brasil, ou melhor,
é sim, mas como aqueles retratos antigos do avô e da avó,
fotografados em preto e branco, mas, depois, cuidadosamente
retocados e coloridos. O fundo é real. A tela: ideais, sonhos,
fantasias.
Novelas vivem de conflitos. Eles são movidos, quase
todos, pela oposição do bem e do mal. Esse confronto dramático
nos empolga. Talvez por isso a democracia não nos
empolgue tanto, no seu dia a dia: porque, nela, os conflitos são
a norma e não a exceção. Ela é o único regime em que divergir,
sem ter de se explicar e justificar, é legítimo. Quando uma
democracia funciona bem, não escolhemos em razão da honestidade
e competência - que deveriam existir nos dois ou mais
lados em concorrência - mas com base nos valores que preferimos,
por exemplo, liberalismo ou socialismo. Mas nossa
tendência, mesmo nas democracias, é converter as eleições em
lutas do bem contra o mal. É demonizar o adversário, transformá-
lo em inimigo. Creio que isso explica por que a democracia,
uma vez instalada, empolga menos que a novela. De
noite, dá mais prazer reeditar o *ágon milenar do bem e do mal,
do que aceitar que os conflitos fazem parte essencial da vida e,
portanto, as duas partes podem ter alguma razão. Aliás, há
muitos séculos que é encenada essa situação de confronto
irremediável entre dois lados que têm razão: desde os gregos
antigos, tem o nome de tragédia. A democracia é uma tragédia
sem final infeliz - ou, talvez, sem final.
As novelas recompensam, em geral, os bons. Mas eles
são bons só na vida privada. É difícil alguém se empenhar em
melhorar a cidade, a sociedade. As personagens boas são
afetuosas, solidárias, mas não têm vida pública. As personagens
más são menos numerosas, mas são indispensáveis.
Condimentam a trama. Seu destino é mais variado, e assim
deve ser, se quisermos uma boa novela. Não podem ser todas
punidas, nem sair todas impunes.


* ágon - elemento de origem grega: assembleia; local onde se realizam
jogos sacros e lutas; luta.

(Trecho do artigo de Renato Janine Ribeiro. O Estado de S.
Paulo, C2+música, D17, 11 de setembro de 2010, com
adaptações.)

A expressão em que preenche corretamente a lacuna da frase:
Considere as seguintes assertivas a respeito do Aviso Prévio:

I. A falta de aviso prévio por parte do empregado dá ao empregador o direito de descontar os salários correspondentes ao prazo respectivo.

II. É devido aviso prévio na despedida indireta.

III. Dado o aviso prévio, a rescisão torna-se efetiva depois de expirado o respectivo prazo, mas, se a parte notificante reconsiderar o ato, antes de seu termo, à outra parte é facultado aceitar ou não a reconsideração.

IV. O empregador que, durante o prazo do aviso prévio dado ao empregado, praticar ato que justifique a rescisão imediata do contrato, sujeita-se ao pagamento da remuneração correspondente ao prazo do referido aviso, com prejuízo da indenização que for devida.

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, está correto o que consta APENAS em

Na reclamação trabalhista X, é parte reclamada a Ordem dos Advogados do Brasil ? Santa Catarina ? OAB/SC; na reclamação trabalhista W, é parte reclamante o Ministério Público do Trabalho; na Reclamação Trabalhista Y, é parte reclamada o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina ? CREMESC; e na Reclamação Trabalhista ?, é parte reclamada o Sindicado dos Empregados na Indústria Alpha. Estão isentos do pagamento de custas as entida-des relacionadas

No que concerne à modalidade de licitação leilão, é correto afirmar:

João e Mario ajuizaram reclamações trabalhistas em face da empresa G. A reclamação trabalhista de João foi ajuizada por advogado particular e a reclamação trabalhista de Mario foi ajuizada pelo Sindicato da categoria. No caso de procedência da reclamação, serão devidos honorários advocatícios

O crescimento das cidades médias, aquelas com mais
de 100.000 e menos de 500.000 habitantes, é o grande fenômeno
nacional. Na próxima década, a catarinense Joinville, a
gaúcha Caxias do Sul, Niterói e Campos dos Goytacazes, no
Rio de Janeiro, e Santos e São José do Rio Preto, em São Paulo,
devem ombrear com Londrina, no Paraná. No sertão nordestino,
a pernambucana Petrolina e a paraibana Campina Grande
já se comportam como metrópoles. Há vários casos de cidades
médias que crescem a um ritmo chinês, como a paulista
Hortolândia, a paraense Marabá e Angra dos Reis e Cabo Frio,
estas no Rio de Janeiro. Um estudo da socióloga Diana Motta e
do economista Daniel da Mata, ambos do Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, nos últimos dez anos,
elas se converteram no verdadeiro motor do desenvolvimento
brasileiro. Para se ter uma ideia, entre 2002 e 2007 o produto
interno bruto cresceu a uma taxa de 4% ao ano. O das cidades
médias contribuiu, emmédia, 5,4% ao ano - quase o dobro do
crescimento verificado nos municípios grandes. Donas de um
parque industrial e um setor de serviços mais pujantes, elas
respondem, agora, por 28% da economia nacional.
Hoje, um em cada quatro brasileiros vive em cidades
médias. O dinamismo constatado pelos dois pesquisadores é um sinal inequívoco de progresso. "A evolução das cidades
médias indica que o Brasil está superando uma deficiência histórica:
a concentração da riqueza nos grandes centros situados
ao longo do litoral", diz o economista Danilo Igliori, da Universidade
de São Paulo. No século XVII, frei Vicente do Salvador,
considerado o primeiro historiador do país, condenava o
modelo de ocupação do território. "Contentam-se de andar arranhando
(as terras) ao longo do mar como caranguejos",
escreveu em sua História do Brazil, publicada em 1630. Somente
durante o milagre econômico dos anos 70 o governo
federal percebeu que algumas cidades médias tinham setornado
polos econômicos regionais, atraíam contingentes de
imigrantes e precisavam adotar políticas específicas para não
enfrentar processos de favelização semelhantes aos vividos por
São Paulo e Rio de Janeiro. O projeto rendeu frutos. Embora
abriguem bolsões de pobreza, esses municípios obtiveram
melhores resultados na preservação de seu tecido urbano.
Em meados dos anos 90, os investidores depararam
com capitais estranguladas e resolveram interiorizar suas operações
industriais e comerciais. Hoje, de cada real produzido
nas fábricas brasileiras, 44 centavos são provenientes de unidades
instaladas em cidades médias. Um dos resultados da
expansão econômica foi o aumento vertiginoso do setor de serviços.
Tais mudanças conferiram tanta independência às cidades
médias que 60% delas não precisam ter maiores vínculos
com a região metropolitana da capital de seu Estado.



(ESPECIAL CIDADES MÉDIAS. Veja, 1 de setembro de 2010,
pp. 78-80, comadaptações.)

O projeto rendeu frutos. (final do 2° parágrafo)

A mesma relação entre verbo e complemento, ambos grifados acima, se reproduz na frase:

Gilda de Mello e Souza dizia que o Brasil é muito bom
nas novelas. Para ter público, a novela precisa dispor de personagens
de todas as classes sociais, explicava ela, o que exige
uma trama complexa. Acrescento: a mobilidade social é decisiva
nas novelas e se dá sobretudo pelo amor entre ricos e
pobres. Provavelmente as novelas exibam casos de ascensão
social pelo amor - genuíno ou fingido - em proporção maior que
a vida real .... Mas a novela não é um retrato do Brasil, ou melhor,
é sim, mas como aqueles retratos antigos do avô e da avó,
fotografados em preto e branco, mas, depois, cuidadosamente
retocados e coloridos. O fundo é real. A tela: ideais, sonhos,
fantasias.
Novelas vivem de conflitos. Eles são movidos, quase
todos, pela oposição do bem e do mal. Esse confronto dramático
nos empolga. Talvez por isso a democracia não nos
empolgue tanto, no seu dia a dia: porque, nela, os conflitos são
a norma e não a exceção. Ela é o único regime em quedivergir,
sem ter de se explicar e justificar, é legítimo. Quando uma
democracia funciona bem, não escolhemos em razão da honestidade
e competência - que deveriam existir nos dois ou mais
lados em concorrência - mas com base nos valores que preferimos,
por exemplo, liberalismo ou socialismo. Mas nossa
tendência, mesmo nas democracias, é converter as eleições em
lutas do bem contra o mal. É demonizar o adversário, transformá-
lo em inimigo. Creio que isso explica por que a democracia,
uma vez instalada, empolga menos que a novela. De
noite, dá mais prazer reeditar o *ágon milenar do bem e do mal,
do que aceitar que os conflitos fazem parte essencial da vida e,
portanto, as duas partes podem ter alguma razão. Aliás, há
muitos séculos que é encenada essa situação de confronto
irremediável entre dois lados que têm razão: desde os gregos
antigos, tem o nome de tragédia. A democracia é uma tragédia
sem final infeliz - ou, talvez, sem final.
As novelas recompensam,em geral, os bons. Mas eles
são bons só na vida privada. É difícil alguém se empenhar em
melhorar a cidade, a sociedade. As personagens boas são
afetuosas, solidárias, mas não têm vida pública. As personagens
más são menos numerosas, mas são indispensáveis.
Condimentam a trama. Seu destino é mais variado, e assim
deve ser, se quisermos uma boa novela. Não podem ser todas
punidas, nem sair todas impunes.


* ágon - elemento de origem grega: assembleia; local onde se realizam
jogos sacros e lutas; luta.

(Trecho do artigo de Renato Janine Ribeiro. O Estado de S.
Paulo, C2+música, D17, 11 de setembro de 2010, com
adaptações.)

A concordância verbal e nominal está inteiramente correta na frase:

Sobre o direito de petição, previsto na Lei n° 8.112/1990, é correto afirmar:
O reconhecimento da validade de ato praticado por funcionário irregularmente investido no cargo ou função, sob o fundamento de que o ato pertence ao órgão e não ao agente público, decorre do princípio

Em um dado momento, apenas cinco pessoas ? Alceste, Benjamim, Casimiro, Dora e Elza ? se encontram em uma fila formada no balcão de atendimento ao público de uma Unidade do Tribunal Regional do Trabalho. Sabe-se que:

- Alceste ocupa o primeiro lugar na fila;

- Casimiro está na posição intermediária entre Alceste e Benjamim;

- Dora encontra-se à frente de Benjamim, enquanto que Elza está imediatamente atrás de Casimiro.

Nessas condições, é correto afirmar que, nesse momento,

Gilda de Mello e Souza dizia que o Brasil é muito bom
nas novelas. Para ter público, a novela precisa dispor de personagens
de todas as classes sociais, explicava ela, o que exige
uma trama complexa. Acrescento: a mobilidade social é decisiva
nas novelas e se dá sobretudo pelo amor entre ricos e
pobres. Provavelmente as novelas exibam casos de ascensão
social pelo amor - genuíno ou fingido - em proporção maior que
a vida real .... Mas a novela não é um retrato do Brasil, ou melhor,
é sim, mas como aqueles retratos antigos do avô e da avó,
fotografados em preto e branco, mas, depois, cuidadosamente
retocados e coloridos. O fundo é real. A tela: ideais, sonhos,
fantasias.
Novelas vivem de conflitos. Eles são movidos, quase
todos, pela oposição do bem e do mal. Esse confronto dramático
nos empolga. Talvez por isso a democracia não nos
empolgue tanto, no seu dia a dia: porque, nela, os conflitos são
a norma e não a exceção. Ela é o único regime em que divergir,
sem ter de se explicar e justificar, é legítimo. Quando uma
democracia funciona bem, não escolhemos em razão da honestidade
e competência - que deveriam existir nos dois ou mais
lados em concorrência - mas com base nos valores que preferimos,
por exemplo, liberalismo ou socialismo. Mas nossa
tendência, mesmo nas democracias, é converter as eleições em
lutas do bem contra o mal. É demonizar o adversário, transformá-
lo em inimigo. Creio que isso explica por que a democracia,
uma vez instalada, empolga menos que a novela. De
noite, dá mais prazer reeditar o *ágon milenar do bem e do mal,
do que aceitar que os conflitos fazem parte essencial da vida e,
portanto, as duas partes podem ter alguma razão. Aliás, há
muitos séculos que é encenada essa situação de confronto
irremediável entre dois lados que têm razão: desde os gregos
antigos, tem o nome de tragédia. A democracia é uma tragédia
sem final infeliz - ou, talvez, sem final.
As novelas recompensam, em geral, os bons. Mas eles
são bons só na vida privada. É difícil alguém se empenhar em
melhorar a cidade, a sociedade. As personagens boas são
afetuosas, solidárias, mas não têm vida pública. As personagens
más são menos numerosas, mas são indispensáveis.
Condimentam a trama. Seu destino é mais variado, e assim
deve ser, se quisermos uma boa novela. Não podem ser todas
punidas, nem sair todas impunes.


* ágon - elemento de origem grega: assembleia; local onde se realizam
jogos sacros e lutas; luta.

(Trecho do artigo de Renato Janine Ribeiro. O Estado de S.
Paulo, C2+música, D17, 11 de setembro de 2010, com
adaptações.)

De acordo com o texto,
Considere:

I. Salário in natura mencionado na CTPS.

II. Gorjeta.

III. Adicional eventual de horas extras.

IV. Adicional noturno.

O calculo do 13° salário levará em conta APENAS as verbas mencionadas nos itens
O emprego dos pronomes de tratamento está inteiramente correto em:

Os tribunais promoverão Reuniões de Análise da Estratégia ? RAE trimestrais, oportunidade em que poderão promover ajustes e outras medidas necessárias à melhoria do desempenho, com a finalidade de, dentre outras,

A respeito da competência, considere:

I. Em razão da matéria.

II. Territorial.

III. Em razão da hierarquia.

IV. Em razão do valor da causa.

Devem ser declaradas de ofício e podem ser alegadas em qualquer tempo e grau de jurisdição as indicadas APENAS em

O crescimento das cidades médias, aquelas com mais
de 100.000 e menos de 500.000 habitantes, é o grande fenômeno
nacional. Na próxima década, a catarinense Joinville, a
gaúcha Caxias do Sul, Niterói e Campos dos Goytacazes, no
Rio de Janeiro, e Santos e São José do Rio Preto, em São Paulo,
devem ombrear com Londrina, no Paraná. No sertão nordestino,
a pernambucana Petrolina e a paraibana Campina Grande
já se comportam como metrópoles. Há vários casos de cidades
médias que crescem a um ritmo chinês, como a paulista
Hortolândia, a paraense Marabá e Angra dos Reis e Cabo Frio,
estas no Rio de Janeiro. Um estudo da socióloga Diana Motta e
do economista Daniel da Mata, ambos do Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, nos últimos dez anos,
elas se converteram no verdadeiro motor do desenvolvimento
brasileiro. Para se ter uma ideia, entre 2002 e 2007 o produto
interno bruto cresceu a uma taxa de 4% ao ano. O das cidades
médias contribuiu, emmédia, 5,4% ao ano - quase o dobro do
crescimento verificado nos municípios grandes. Donas de um
parque industrial e um setor de serviços mais pujantes, elas
respondem, agora, por 28% da economia nacional.
Hoje, um em cada quatro brasileiros vive em cidades
médias. O dinamismo constatado pelos dois pesquisadores é um sinal inequívoco de progresso. "A evolução das cidades
médias indica que o Brasil está superando uma deficiência histórica:
a concentração da riqueza nos grandes centros situados
ao longo do litoral", diz o economista Danilo Igliori, da Universidade
de São Paulo. No século XVII, frei Vicente do Salvador,
considerado o primeiro historiador do país, condenava o
modelo de ocupação do território. "Contentam-se de andar arranhando
(as terras) ao longo do mar como caranguejos",
escreveu em sua História do Brazil, publicada em 1630. Somente
durante o milagre econômico dos anos 70 o governo
federal percebeu que algumas cidades médias tinham setornado
polos econômicos regionais, atraíam contingentes de
imigrantes e precisavam adotar políticas específicas para não
enfrentar processos de favelização semelhantes aos vividos por
São Paulo e Rio de Janeiro. O projeto rendeu frutos. Embora
abriguem bolsões de pobreza, esses municípios obtiveram
melhores resultados na preservação de seu tecido urbano.
Em meados dos anos 90, os investidores depararam
com capitais estranguladas e resolveram interiorizar suas operações
industriais e comerciais. Hoje, de cada real produzido
nas fábricas brasileiras, 44 centavos são provenientes de unidades
instaladas em cidades médias. Um dos resultados da
expansão econômica foi o aumento vertiginoso do setor de serviços.
Tais mudanças conferiram tanta independência às cidades
médias que 60% delas não precisam ter maiores vínculos
com a região metropolitana da capital de seu Estado.



(ESPECIAL CIDADES MÉDIAS. Veja, 1 de setembro de 2010,
pp. 78-80, comadaptações.)

... elas se converteram no verdadeiro motor do desenvolvimento brasileiro. (1° parágrafo)

O segmento que embasa com propriedade o que foi afirmado acima, considerando-se o contexto, está em:

Nos contratos individuais de trabalho, a determinação do empregador para que o respectivo empregado reverta ao cargo efetivo, anteriormente ocupado, deixando o exercício de função de confiança,

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