Questões de Concursos
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Nada por aqui
Com relação às estruturas maxilo-mandibulares observadas nas radiografias odontológicas, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O esmalte é o tecido mais radiopaco da cavidade bucal, devido à sua constituição altamente mineralizada; já a dentina é menos mineralizada, apresentando uma radiolucidez comparável à do osso.
( ) A lâmina dura é uma fina camada cortical óssea, que envolve a extensão das raízes. Apresenta-se como uma linha radiolúcida ao redor da raiz.
( ) O espaço pericementário corresponde à região do ligamento periodontal, apresentando-se como uma linha radiopaca, por ser altamente mineralizado, que contorna a porção periférica das raízes.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
Acerca da fluorose e dos efeitos tóxicos do flúor, julgue o item que se segue.
No diagnóstico da fluorose dentária, a bilateralidade e a
simetria das alterações no esmalte são aspectos importantes a
ser considerados uma vez que são afetados os dentes que
tenham se formado no mesmo período.
No que concerne a práticas preventivas e restauradoras utilizadas na odontopediatria, julgue o item subsecutivo.
O selante ionomérico reduz significativamente o índice de
cárie em dentes tanto decíduos quanto permanentes; no
entanto, como ele não paralisa o processo de desmineralização,
o seu uso não está indicado em superfícies que já tenham
iniciado o processo carioso.
Lesão pré-cancerosa da mucosa oral, faríngea e laríngea de alto potencial de transformação maligna.
Trata-se de
Leia o texto abaixo para responder às questões.
As crônicas da vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil [...]. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil [...]
— A ciência, disse ele a Sua Majestade, é o meu emprego único; Itaguaí é o meu universo. Dito isso, meteu-se em Itaguaí, e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência [...]. Aos quarenta anos casou com D. Evarista da Costa e Mascarenhas, senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora, e não bonita nem simpática. [...] Ela reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem, digeria com facilidade [...]; estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes. Se além dessas prendas, — únicas dignas da preocupação de um sábio, D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte.
Ela mentiu às esperanças do Dr. Bacamarte, não lhe deu filhos robustos nem mofinos. A índole natural da ciência é a longanimidade; o nosso médico esperou três anos, depois quatro, depois cinco. [...] e à sua resistência (de D. Evarista), — explicável, mas inqualificável, — devemos a total extinção da dinastia dos Bacamartes.[...]
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000012.pdfoalie
nistaacessoem02/12/2019(adaptado)
Leia o texto para responder à questão
[...] Mas a ciência tem o inefável dom de curar todas as mágoas; o nosso médico mergulhou inteiramente no estudo e na prática da medicina. Foi então que um dos recantos desta lhe chamou especialmente a atenção, – o recanto psíquico, o exame de patologia cerebral. Não havia na colônia, e ainda no reino, uma só autoridade em semelhante matéria, mal explorada, ou quase inexplorada. [...]
– A saúde da alma, bradou ele, é a ocupação mais digna do médico.
– Do verdadeiro médico, emendou Crispim Soares, boticário da vila, e um dos seus amigos e comensais.
A vereança de Itaguaí, entre outros pecados de que é arguida pelos cronistas, tinha o de não fazer caso dos dementes. Assim é que cada louco furioso era trancado em uma alcova, na própria casa [...]; os mansos andavam à solta pela rua. Simão Bacamarte entendeu desde logo reformar tão ruim costume; pediu licença à Câmara para agasalhar e tratar no edifício que ia construir todos os loucos de Itaguaí. [...] A ideia de meter os loucos na mesma casa, vivendo em comum, pareceu em si mesma sintoma de demência e não faltou quem o insinuasse à própria mulher do médico.
– Olhe, D. Evarista, disse-lhe o Padre Lopes, vigário do lugar, veja se seu marido dá um passeio ao Rio de Janeiro. Isso de estudar sempre, sempre, não é bom, vira o juízo.
[...] Uma vez empossado da licença começou logo a construir a casa. Era na Rua Nova, a mais bela rua de Itaguaí naquele tempo, tinha cinquenta janelas por lado, um pátio no centro, e numerosos cubículos para os hóspedes.[...] A Casa Verde foi o nome dado ao asilo, por alusão à cor das janelas, que pela primeira vez apareciam verdes em Itaguaí. Inaugurou-se com imensa pompa; de todas as vilas e povoações próximas, e até remotas, e da própria cidade do Rio de Janeiro, correu gente para assistir às cerimônias, que duraram sete dias. Muitos dementes já estavam recolhidos; e os parentes tiveram ocasião de ver o carinho paternal e a caridade cristã com que eles iam ser tratados. [...] Itaguaí tinha finalmente uma casa de orates.
Fonte:http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000012.p dfoalienistaacessoem02/12/2019
Acerca da fluorose e dos efeitos tóxicos do flúor, julgue o item que se segue.
A menor espessura do esmalte dos dentes decíduos constitui
um dos fatores que explicam a maior ocorrência de fluorose
dentária na dentição decídua quando comparada à dentição
permanente.