Paciente A. G., 38 anos, sexo masculino, deu entrada no pronto-socorro com sinais de cianose, bradicardia e hipotensão. Foi relatado por familiares que ele havia ingerido bebida alcoólica em excesso e está em tratamento de ansiedade crônica utilizando o medicamento Lorazepam 1mg (benzodiazepínico) 3 vezes ao dia. Assinale a alternativa que apresenta o motivo pelo qual foi necessário encaminhar o paciente ao pronto-socorro.
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Em relação aos achados hematológicos normais e patológicos, assinalar a alternativa CORRETA:
A equipe de assistência farmacêutica do município, junto com a equipe de saúde, está participando do planejamento da secretaria de saúde e precisa programar a solicitação dos medicamentos para o novo serviço que será disponibilizado na cidade: o atendimento integral ao paciente HIV+. Para tanto, buscou informações epidemiológicas sobre a doença no município e encontrou os seguintes números: em 2013 havia 300 pessoas vivendo com AIDS na cidade; o número de casos novos identificados no mesmo ano foi de 20 pessoas; nos últimos anos, tem ocorrido sempre a identificação de cerca de 20 casos novos ao ano.
Considerando que a população do município é de 20.000 habitantes, a equipe conclui que:
1– Me disseram...
2– Disseram-me.
3– Hein?
4– O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.
5– Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?
6– O quê?
7– Digo-te que você...
8– O “te” e o “você” não combinam.
9– Lhe digo?
10– Também não. O que você ia me dizer?
11– Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a
12cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
13– Partir-te a cara.
14– Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
15– É para o seu bem.
16– Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma
17 correção e eu...
18– O quê?
19– O mato.
20– Que mato?
21– Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
22– Pois esqueça-o e para-te. Pronome no lugar certo é elitismo!
23– Se você prefere falar errado...
24– Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
25– No caso... não sei.
26– Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
27– Esquece.
28– Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é “esquece” ou “esqueça”?
29 Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
30– Depende.
31– Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
32– Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
33– Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dás. Mas não posso mais dizer-lo-te
34 o que dizer-te-ia.
35– Por quê?
36– Porque, com todo este papo, esqueci-lo.
Verissimo, Luis Fernando. Novas comédias da vida pública, a versão dos afogados. Porto Alegre: L&PM, 1997. [Adaptado].
Analisando fármacos que atuam no sistema gastrintestinal, nos acometimentos da acidez gástrica, úlceras pépticas e da doença do refluxo gastroesofágico é possível utilizar várias classes de medicamentos. A cimetidina é um fármaco utilizado nestas condições, e pode ser classificada como
A Portaria n.º 2.616/GM de 1998 instituiu o Programa de
Controle de Infecções Hospitalares (PCIH), que é um conjunto de
ações deliberada e sistematicamente desenvolvidas com vistas à
redução máxima possível da incidência e da gravidade das
infecções hospitalares. Para a adequada execução do PCIH, os
hospitais devem constituir uma comissão de controle de infecção
hospitalar (CCIH), órgão de assessoria à autoridade máxima da
instituição e de execução das ações de controle de infecção
hospitalar. Acerca desse assunto, julgue os próximos itens.
É indispensável que um dos membros executores da CCIH seja um médico infectologista.
Quanto aos requisitos técnicos que devem ser exigidos no contrato de aquisição de medicamentos:
I. Os medicamentos devem ser entregues por lotes e data de validade, com seus respectivos quantitativos na nota fiscal.
II. O prazo de validade dos medicamentos não deverá ser inferior a doze meses a contar da data da compra do produto.
III. O medicamento deve ser entregue na embalagem original e com o número do registro emitido pela ANVISA.
IV. O número de lote deve estar especificado na nota fiscal por quantidade de cada medicamento entregue.
Quais são corretas?
A via de administração de medicamentos mais rápida e de efeito mais intenso, por não comportar a fase de absorção, é a:
Em Uppsala (Suécia), há um centro de monitorização de medicamentos, que congrega países do mundo inteiro, cujos objetivos principais são: identificar precocemente uma nova reação adversa, aumentar o conhecimento de uma reação adversa pouco descrita, identificar prováveis mecanismos que tenham uma possível relação de causalidade com os medicamentos comercializados e disseminar essas informações para os países conveniados.
Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir:
I. Eventos adversos são definidos como danos leves ou graves causados pelo uso de um medicamento e são classificados como evitáveis e inevitáveis.
II. Reação adversa é qualquer efeito prejudicial ou indesejável que se apresenta após a administração de um medicamento em doses normalmente utilizadas para profilaxia, diagnóstico ou tratamento de uma doença, ou com objetivo de modificar uma função biológica.
III. Erro de medicação é qualquer evento evitável que pode, de fato ou potencialmente, levar ao uso inadequado de um medicamento, independentemente de lesar ou não o paciente e de o medicamento se encontrar sob o controle de profissionais de saúde, do paciente ou do consumidor.
Está(ão) CORRETA(S):
Assinale a alternativa que apresenta as fases farmacocinéticas onde ocorrem alterações na estrutura química de um medicamento.
Acerca da farmacologia do sistema nervoso central, julgue os próximos itens.
A morfina provoca miose por ação excitadora do nervo parassimpático que inerva a pupila.
Para a determinação do teor do princípio ativo, independente da técnica analítica utilizada para sua quantificação, é necessário validar a metodologia empregada. Quanto aos parâmetros de segurança analítica a serem validados, pode-se afirmar que