Is blue growth the beginning or end of a healthier ocean?

March 17th 2015

Across the globe, countries are increasingly looking seaward in search of new economic opportunities, including oil, gas, and mineral extraction from the sea floor, renewable energy development, and biotechnology.
The push to expand this so-called “blue economy" comes at a time when the ecological health of the oceans is seriously degraded. Last year, the Economist"s World Ocean Summit concluded with a resounding consensus that more needs to be done to protect and restore the world"s seas, especially the high seas. Will blue growth help or harm efforts to achieve a healthier ocean ecosystem?
The U.N. has proposed ambitious sustainable development goals relating to ocean health. They include reducing pollution from agriculture run-off, decreasing untreated sewage and solid waste, rebuilding depleted fish stocks, and protecting and restoring natural habitats.
A healthy ocean ecosystem is a public good—both locally and globally. Mangroves, corals, and salt marshes protect  coastal towns from storms. Oceans store carbon and produce oxygen that benefits us all. And areas of high biodiversity support global fisheries and are essential for resilient and productive oceans.
These natural benefits can remain intact if nations encourage—and even require—participants in the blue economy to reinvest the economic capital created from that economy in the natural capital of marine and coastal ecosystems; namely by restoring degraded habitats, protecting healthy ones, and financing blue economy “greening" efforts.
Channeling the new wealth of a growing blue economy into projects that will build a healthier ocean will require new financial tools. For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level (say the U.N., World Bank, or the Global Environmental Facility) or even at a regional level, perhaps through existing regional seas organisations.
But for now the blue economy needs to aim higher than merely to do no harm. Converting blue economic capital into blue natural capital can raise all boats and produce a healthier, more sustainable blue economy.

                       (http://www.economistinsights.com/opinion/blue-growth-beginning-or-endhealthier-ocean)
“Ones” em “protecting healthy ones” substitui a palavra:

No que se refere a instrumentos transmissores inteligentes, analise as afirmativas a seguir.

I - Permitem a configuração, a calibração e o diagnóstico apenas no local.

II - Podem ser integrados a um sistema digital de controle com base nos protocolos HART, Fieldbus e Profibus.

III - Na ausência de alimentação são incapazes de armazenar informações.

Está correto o que se afirma em

O valor da pressão, em bar, gerada por uma força de 50 kN, aplicada verticalmente sobre um cilindro de área igual a 500 mm2 , será de

CADERNETA DE POUPANÇA

      Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
    De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
   O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais.
      Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos.
    Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014.
De acordo com o Banco Central”; nesse segmento do texto, a forma sublinhada é adequadamente substituída por:

Um instrumento que mede temperatura tem sua faixa de medida (range) -100º C a 200º C.

O alcance (span) referente a esse instrumento é

CADERNETA DE POUPANÇA

      Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
    De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
   O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais.
      Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos.
    Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014.
O fato de as cadernetas terem registrado a maior saída de recursos da história em fevereiro indica, segundo o texto:

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   Is blue growth the beginning or end of a healthier ocean?

March 17th 2015

Across the globe, countries are increasingly looking seaward in search of new economic opportunities, including oil, gas, and mineral extraction from the sea floor, renewable energy development, and biotechnology.
The push to expand this so-called “blue economy" comes at a time when the ecological health of the oceans is seriously degraded. Last year, the Economist"s World Ocean Summit concluded with a resounding consensus that more needs to be done to protect and restore the world"s seas, especially the high seas. Will blue growth help or harm efforts to achieve a healthier ocean ecosystem?
The U.N. has proposed ambitious sustainable development goals relating to ocean health. They include reducing pollution from agriculture run-off, decreasing untreated sewage and solid waste, rebuilding depleted fish stocks, and protecting and restoring natural habitats.
A healthy ocean ecosystem is a public good—both locally and globally. Mangroves, corals, and salt marshes protect  coastal towns from storms. Oceans store carbon and produce oxygen that benefits us all. And areas of high biodiversity support global fisheries and are essential for resilient and productive oceans.
These natural benefits can remain intact if nations encourage—and even require—participants in the blue economy to reinvest the economic capital created from that economy in the natural capital of marine and coastal ecosystems; namely by restoring degraded habitats, protecting healthy ones, and financing blue economy “greening" efforts.
Channeling the new wealth of a growing blue economy into projects that will build a healthier ocean will require new financial tools. For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level (say the U.N., World Bank, or the Global Environmental Facility) or even at a regional level, perhaps through existing regional seas organisations.
But for now the blue economy needs to aim higher than merely to do no harm. Converting blue economic capital into blue natural capital can raise all boats and produce a healthier, more sustainable blue economy.

                       (http://www.economistinsights.com/opinion/blue-growth-beginning-or-endhealthier-ocean)
A palavra “good” em “A healthy ocean ecosystem is a public good” significa:

Nos projetos de tubulações, as ligações são partes sensíveis na união dos tubos e acessórios. Tais ligações são responsáveis pela integridade estrutural dos diferentes arranjos e devem ser adequadas para cada finalidade. Atente para as afirmações a seguir. I - As ligações rosqueadas devem ser usadas em uniões de tubos que não requeiram alta resistência mecânica e alta pressão do fl uido transportado. II - As ligações soldadas são usadas em tubulações industriais e oferecem boa resistência mecânica, porém, baixo índice de estanqueidade. III - As ligações flangeadas são utilizadas em conexões que necessitam montagens e desmontagens, em tubulações com revestimento anticorrosivo e em conexões de tubos não soldáveis. É correto APENAS o que se afirma em

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