Considere a seguinte instrução CSS3, presente em um bloco incorporado em uma página HTML5: div[id$="inferior"]{background:#0000FF} É correto afirmar que a cor de fundo azul será aplicada no elemento div cujo valor do atributo id

O gerenciamento de produtos e dos resultados de processos de TI, através de comprovação por evidências é, segundo o COBIT 5, percebido a partir do Nível de Maturidade:

Considere o modelo Entidade-Relacionamento abaixo.

2015_08_24_55db2616eb7f4.https://arquivos.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

É correto afirmar que

Considere que o Time Scrum que atua no Ministério Público do Estado da Paraíba se reuniu por 8 horas, ao final de uma Sprint de 1 mês de duração (4 semanas). A reunião foi dividida em duas partes, cada uma com 4 horas, de forma que em cada parte o foco estava na resposta às seguintes questões:

- Parte 1: O que será entregue como resultado do incremento da próxima Sprint?

- Parte 2: Como o trabalho necessário para entregar o incremento será realizado?

Eles realizaram a reunião

Considere que um Analista de Sistemas e sua equipe trabalham utilizando o ciclo de vida clássico de software. Na etapa atual eles estão descrevendo as tarefas técnicas a serem conduzidas no desenvolvimento, levantando os riscos prováveis, os recursos que serão necessários, os produtos de trabalho a serem produzidos, bem como definindo um cronograma de trabalho. A equipe está na fase de

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões

de números 1 a 8.

O que me moveu, inicialmente, a fazer este texto foi

uma sensação produzida por uma viagem ao Havaí. Sensação

de que se é parte de um cenário. Na praia de Waikiki, os hotéis

têm lobbies que se comunicam, pontuados por belíssimos (mas

falsos) jardins tropicais, sem uma folha no chão, lagos com peixes

coloridos, tochas, belos gramados e, evidentemente, muitas

lojas. Um filme de Elvis Presley.

Honolulu é um dos milhares de exemplos a que podemos

recorrer. A indústria do turismo cria um mundo fictício de

lazer, onde o espaço se transforma em cenário e, desse modo,

o real é transfigurado para seduzir e fascinar.

O espaço produzido pela indústria do turismo é o presente

sem espessura, sem história, sem identidade. O lugar é,

em sua essência, produção humana, visto que se transforma

na relação entre espaço e sociedade. O sujeito pertence ao lugar

como este a ele. A indústria turística produz simulacros de

lugares.

Mas também se produzem modos de apropriação dos

lugares. A indústria do turismo produz um modo de estar em

Nova York, Paris, Roma, Buenos Aires... É evidente que não se

pode dizer que essas cidades sejam simulacros, pois é claro

que não o são; entretanto, o pacote turístico ignora a identidade

do lugar, sua história e modo de vida, banalizando-os.

Os pacotes turísticos tratam o turista como mero consumidor,

delimitando o que deve ou não ser visto, além do tempo

destinado a cada atração, num incessante "veja tudo depressa".

Essa rapidez impede que os olhos desfrutem da paisagem.

Passa-se em segundos por séculos de civilização, faz-se

tábula rasa da história de gerações que se inscrevem no tempo e

no espaço. Num autêntico tour de force consentido, pouco espaço

é destinado à criatividade. Por sua vez, o turista vê sufocar

um desejo que nem se esboçou, o de experimentar.

No fim do caminho, o cansaço; o olhar e os passos medidos

em tempo produtivo, que aqui se impõe sem que disso as

pessoas se deem conta. Não cabem passos lentos, olhares perdidos.

O lazer produz a mesma rotina massacrante, controlada

e vigiada que o trabalho.

Como indústria, o turismo não parece criar a perspectiva

do lazer como possibilidade de superação das aliena-

ções do cotidiano. Só a viagem como descoberta, busca do novo,

abre a perspectiva de recomposição do passo do flâneur,

daquele que se perde e que, por isso, observa. Walter Benjamin

lembra que "saber orientar-se em uma cidade não significa

muito. No entanto, perder-se numa cidade, como alguém se

perde numa floresta, requer instrução".

(Adaptado de Ana Fani Alessandri Carlos. Disponível em:

http://www.cefetsp.br/edu/eso/lourdes/turismoproducaona

olugar.html)

Depreende-se do texto que

Na fase de projeto lógico de um banco de dados relacional, o projetista

Numa etapa prévia ao início das atividades de desenvolvimento dos entregáveis de um projeto, um Gerente está planejando as interações e comunicações que acontecerão com um dos interessados para quebrar resistências e garantir o seu engajamento. Considerando que ele segue o PMBoK 5a edição, essa atividade é integrante do Processo

Considere o trecho de código fonte a seguir:

2015_08_24_55db148e173c7.https://arquivos.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

Considerando que está sendo empregada SOA, é possível afirmar que o fragmento apresentado se refere a

No PostgreSQL 9.0, o comando para remover uma view chamada vendas de forma a recusar a remoção da mesma se existirem objetos que dependem dela é

O gerenciamento de produtos e dos resultados de processos de TI, através de comprovação por evidências é, segundo o COBIT 5, percebido a partir do Nível de Maturidade:

O GIT possibilita controlar versões de componentes de software com as facilidades de

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões

de números 1 a 8.



O que me moveu, inicialmente, a fazer este texto foi

uma sensação produzida por uma viagem ao Havaí. Sensação

de que se é parte de um cenário. Na praia de Waikiki, os hotéis

têm lobbies que se comunicam, pontuados por belíssimos (mas

falsos) jardins tropicais, sem uma folha no chão, lagos com peixes

coloridos, tochas, belos gramados e, evidentemente, muitas

lojas. Um filme de Elvis Presley.

Honolulu é um dos milhares de exemplos a que podemos

recorrer. A indústria do turismo cria um mundo fictício de

lazer, onde o espaço se transforma em cenário e, desse modo,

o real é transfigurado para seduzir e fascinar.

O espaço produzido pela indústria do turismo é o presente

sem espessura, sem história, sem identidade. O lugar é,

em sua essência, produção humana, visto que se transforma

na relação entre espaço e sociedade. O sujeito pertence ao lugar

como este a ele. A indústria turística produz simulacros de

lugares.

Mas também se produzem modos de apropriação dos

lugares. A indústria do turismo produz um modo de estar em

Nova York, Paris, Roma, Buenos Aires... É evidente que não se

pode dizer que essas cidades sejam simulacros, pois é claro

que não o são; entretanto, o pacote turístico ignora a identidade

do lugar, sua história e modo de vida, banalizando-os.

Os pacotes turísticos tratam o turista como mero consumidor,

delimitando o que deve ou não ser visto, além do tempo

destinado a cada atração, num incessante "veja tudo depressa".

Essa rapidez impede que os olhos desfrutem da paisagem.

Passa-se em segundos por séculos de civilização, faz-se

tábula rasa da história de gerações que se inscrevem no tempo e

no espaço. Num autêntico tour de force consentido, pouco espaço

é destinado à criatividade. Por sua vez, o turista vê sufocar

um desejo que nem se esboçou, o de experimentar.

No fim do caminho, o cansaço; o olhar e os passos medidos

em tempo produtivo, que aqui se impõe sem que disso as

pessoas se deem conta. Não cabem passos lentos, olhares perdidos.

O lazer produz a mesma rotina massacrante, controlada

e vigiada que o trabalho.

Como indústria, o turismo não parece criar a perspectiva

do lazer como possibilidade de superação das aliena-

ções do cotidiano. Só a viagem como descoberta, busca do novo,

abre a perspectiva de recomposição do passo do flâneur,

daquele que se perde e que, por isso, observa. Walter Benjamin

lembra que "saber orientar-se em uma cidade não significa

muito. No entanto, perder-se numa cidade, como alguém se

perde numa floresta, requer instrução".



(Adaptado de Ana Fani Alessandri Carlos. Disponível em:

http://www.cefetsp.br/edu/eso/lourdes/turismoproducaona

olugar.html)

Atente para o que se afirma abaixo. I.Num autêntico tour de force consentido, pouco espaço é destinado à criatividade. Sem prejuízo da correção, o sinal indicativo de crase deve ser suprimido, caso o termo ?criatividade? seja substituído por ?inovar?. II.Sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, o verbo ?produzir? pode ser flexionado indiferentemente no singular ou no plural, sem prejuízo da correção, em: Mas também se produzem modos de apropriação dos lugares. III.A frase Os pacotes turísticos tratam o turista como mero consumidor não admite transposição para a voz passiva. Está correto o que se afirma APENAS em

 

Atenção: Considere as informações abaixo para responder às questões de números 47 a 50.

CREATE TABLE Loja (

idLoja INTEGER NOT NULL,

nomeLoja VARCHAR(45),

PRIMARY KEY(idLoja)

);

CREATE TABLE Filial (

idFilial INTEGER NOT NULL,

idLoja INTEGER NOT NULL,

cidadeFilial VARCHAR(45),

vendasFilial DOUBLE,

PRIMARY KEY(idFilial, idLoja),

FOREIGN KEY(idLoja)

REFERENCES Loja(idLoja)

);

Considere que na tabela Loja foram cadastrados os seguintes registros:

2015_08_24_55db14dacc136.https://arquivos.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

 

Na tabela Filial, foram cadastrados os seguintes registros:

 

2015_08_24_55db15132fb94.https://arquivos.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

 

Para que, ao remover um registro da tabela Loja, todos os registros da tabela Filial relacionados a esta loja também sejam excluídos automaticamente, deve-se incluir, no comando CREATE TABLE da tabela

Considere que o Time Scrum que atua no Ministério Público do Estado da Paraíba se reuniu por 8 horas, ao final de uma Sprint de 1 mês de duração (4 semanas). A reunião foi dividida em duas partes, cada uma com 4 horas, de forma que em cada parte o foco estava na resposta às seguintes questões:

- Parte 1: O que será entregue como resultado do incremento da próxima Sprint?
- Parte 2: Como o trabalho necessário para entregar o incremento será realizado?

Eles realizaram a reunião

Uma equipe de TI está trabalhando na mudança de serviços implantados, seguindo a proposta do estágio de Transição de Serviços da ITIL v3 atualizada em 2011. Nesse processo de preparação, o banco de dados que deverá ser atualizado é o de

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões

de números 1 a 8.

O que me moveu, inicialmente, a fazer este texto foi

uma sensação produzida por uma viagem ao Havaí. Sensação

de que se é parte de um cenário. Na praia de Waikiki, os hotéis

têm lobbies que se comunicam, pontuados por belíssimos (mas

falsos) jardins tropicais, sem uma folha no chão, lagos com peixes

coloridos, tochas, belos gramados e, evidentemente, muitas

lojas. Um filme de Elvis Presley.

Honolulu é um dos milhares de exemplos a que podemos

recorrer. A indústria do turismo cria um mundo fictício de

lazer, onde o espaço se transforma em cenário e, desse modo,

o real é transfigurado para seduzir e fascinar.

O espaço produzido pela indústria do turismo é o presente

sem espessura, sem história, sem identidade. O lugar é,

em sua essência, produção humana, visto que se transforma

na relação entre espaço e sociedade. O sujeito pertence ao lugar

como este a ele. A indústria turística produz simulacros de

lugares.

Mas também se produzem modos de apropriação dos

lugares. A indústria do turismo produz um modo de estar em

Nova York, Paris, Roma, Buenos Aires... É evidente que não se

pode dizer que essas cidades sejam simulacros, pois é claro

que não o são; entretanto, o pacote turístico ignora a identidade

do lugar, sua história e modo de vida, banalizando-os.

Os pacotes turísticos tratam o turista como mero consumidor,

delimitando o que deve ou não ser visto, além do tempo

destinado a cada atração, num incessante "veja tudo depressa".

Essa rapidez impede que os olhos desfrutem da paisagem.

Passa-se em segundos por séculos de civilização, faz-se

tábula rasa da história de gerações que se inscrevem no tempo e

no espaço. Num autêntico tour de force consentido, pouco espaço

é destinado à criatividade. Por sua vez, o turista vê sufocar

um desejo que nem se esboçou, o de experimentar.

No fim do caminho, o cansaço; o olhar e os passos medidos

em tempo produtivo, que aqui se impõe sem que disso as

pessoas se deem conta. Não cabem passos lentos, olhares perdidos.

O lazer produz a mesma rotina massacrante, controlada

e vigiada que o trabalho.

Como indústria, o turismo não parece criar a perspectiva

do lazer como possibilidade de superação das aliena-

ções do cotidiano. Só a viagem como descoberta, busca do novo,

abre a perspectiva de recomposição do passo do flâneur,

daquele que se perde e que, por isso, observa. Walter Benjamin

lembra que "saber orientar-se em uma cidade não significa

muito. No entanto, perder-se numa cidade, como alguém se

perde numa floresta, requer instrução".

(Adaptado de Ana Fani Alessandri Carlos. Disponível em:

http://www.cefetsp.br/edu/eso/lourdes/turismoproducaona

olugar.html)

Honolulu é um dos milhares de exemplos a que podemos recorrer.

O verbo sublinhado acima possui o mesmo tipo de complemento que o empregado em:

Atenção: Considere as informações a seguir para responder às questões de números 29 a 36.

2015_08_24_55db2448bdb44.https://arquivos.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

Se for alterado o número do processo na tabela Processo, deseja-se que todos os registros da tabela Envolvimento com esse número de processo sejam alterados automaticamente, mantendo a integridade referencial. Para que isso seja possível, após as tabelas estarem criadas, mas sem nenhum registro cadastrado, executa-se a instrução

Considere a seguinte instrução CSS3, presente em um bloco incorporado em uma página HTML5:

div[id$="inferior"]{background:#0000FF}

É correto afirmar que a cor de fundo azul será aplicada no elemento div cujo valor do atributo id

Um Analista está procedendo uma atualização do Linux para a versão do Kernel 4.0. É correto afirmar que

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