Observa-se, nas conquistas na área da surdez, uma evolução histórica das formas de ver e classificar os surdos. Tais formas correspondem ao seguinte processo:
Embora possa ser considerada como um grande avanço nas discussões sobre as diferenças no contexto das políticas públicas brasileiras, a ideia de inclusão escolar tem sido questionada sob diferentes aspectos. Melhor sintetiza esses questionamentos:
Há diferença entre a atividade de traduzir e a de interpretar. Dentre as peculiaridades elencadas abaixo, aquela que NÃO caracteriza o trabalho de interpretes, mas de tradutores, é:
Quando incorporados à educação, elementos como “a aquisição da linguagem, a língua enquanto meio e fim das interações, a língua como parte da constituição do sujeito, a língua como parte da comunicação do sujeito, a língua enquanto instrumento formal de ensino da língua nativa e a língua portuguesa como segunda língua” têm permitido o reconhecimento dos direitos linguísticos de surdos e permitem indicar a proposição de uma pedagogia de base:
Sobre a regulamentação da profissão de Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais é INCORRETO afirmar que este profissional deve zelar:
A alteração feita pelo Decreto 9656, de 27 de dezembro de 2018, no texto do Decreto 5626, de 22 de dezembro de 2005, é:
A classe de palavra que corresponde à descrição a seguir: “mão direita em Y, palma para dentro, à frente do corpo. Movê-la em direção ao corpo, virando a palma para a direita e tocando o lado do dedo mínimo no peito” é a seguinte:
A palavra em português, correspondente à seguinte descrição do sinal em LIBRAS: “mão esquerda em D horizontal, palma para baixo, dedo indicador apontando para a frente; mão direita em V invertido, palma para dentro, tocando o indicador esquerdo. Mover as mãos para frente”, é:
Denominam-se, nas indicações do Decreto 5.626/05, escolas ou classes de educação bilíngue aquelas que têm a Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa como línguas de: 
O Decreto 5.626/2005 prevê, quando trata da inclusão de alunos surdos ou com deficiência na educação básica, que os docentes entendam a singularidade linguística dos alunos surdos. Prevê também:
Para a boa visualização da interpretação em meios de comunicação televisivos, os intérpretes devem atender às condições abaixo relacionadas, EXCETO:
A Referenciação em LIBRAS requer o estabelecimento de um local no espaço de sinalização, uma vez que se trata de uma língua visuoespacial. Dentre os mecanismos abaixo listados, aquele que NÃO satisfaz o Processo de Referenciação é:
De acordo com a Lei 12.319/2010, são atribuições do tradutor e intérprete, no exercício de suas atribuições, as listadas abaixo, EXCETO:
As categorias regularmente utilizadas para classificar as identidades surdas são:
O sinal em Língua Brasileira de Sinais produzido com a mesma Configuração de Mãos, usada para produzir o sinal de “Índia”, é:
A inclusão de alunos surdos ou com deficiência na educação básica, segundo o Decreto 5.626/05, está relacionada à organização de escolas e classes de educação bilíngues voltadas:
A opção cuja descrição do sinal em LIBRAS melhor atende a uma tradução do verbo “deixar” no exemplo em Português a seguir: “Não se aborreça, deixe para lá” é a seguinte: 
A concepção da surdez como uma experiência cultural e linguística substitui uma pautada em um modelo clínico, marcado pela ideia da surdez como:
O sinal da palavra correspondente em língua de sinais que NÃO pode ser classificado nem pelas condições de simetria nem pelas de dominância, em termos de restrições fonológicas, é o seguinte:
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