Em relação ao motor, o filtro de ar de um carro
Com referência ao Código de Trânsito Brasileiro, ao fazer uma ultrapassagem,
Os equipamentos de emergência obrigatórios, por lei, nos veículos automotivos, são:
Em uma rodovia de mão dupla, considere: I.Ver a estrada à frente, observando as situações de perigo. II.Dirigir sempre à direita, mesmo havendo duas faixas no mesmo sentido. III.Reduzir a marcha a qualquer sinal de perigo. São procedimentos que
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro ? CTB, uma placa de identificação tem como função posicionar o condutor I.ao longo do seu deslocamento. II.quanto à regulamentação das atitudes. III.com relação às distâncias ou aos locais de destino. Está correto o que consta em
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 9,
considere o texto abaixo.
Comparado ao tamanho dos rios amazônicos, o Tietê é
um regato. Nas estatísticas, porém, é uma catarata de superlativos.
Estudo mostra que o Tietê e seus afluentes formam a
bacia hidrográfica mais populosa, mais rica e mais poluída do
Brasil. É também a de maior desenvolvimento humano do país.
Às suas margens ou perto delas moram 30 milhões de pessoas,
a maior população ribeirinha do país, com médias de 10,6 anos
de estudo e 75,3 anos de vida.
O rio Tietê nasce acima dos mil metros de altitude, nas
encostas da Serra do Mar, em Salesópolis, a leste da capital.
Corre 1.136 quilômetros para o interior, por 73 municípios paulistas.
Deságua no rio Paraná, a 300 metros acima do nível do mar.
São apenas 740 metros de desnível da nascente à foz, ou um metro
de declive a cada quilômetro e meio de percurso, em média.
Mesmo assim, as quedas do Tietê são famosas desde
antes dos bandeirantes. Para fugir desse trecho inicial tortuoso
e cheio de corredeiras, a navegação rio abaixo entre os séculos
XVIII e XIX começava em Araritaguaba, atual Porto Feliz,
com destino às minas de ouro de Cuiabá. Por só poderem ser
feitas em parte do ano, no período de cheia do rio, as expedições
eram chamadas de monções.
As canoas, escavadas em troncos derrubados ao longo
das margens do rio e de seus afluentes, levavam mantimentos,
ferramentas e escravos para as minas, e traziam ouro. Hoje, a
hidrovia Tietê-Paraná percorre 2,6 mil quilômetros e transporta
6 milhões de toneladas de carga anualmente, entre insumos e
grãos. Um comboio de seis barcaças carregadas tira 210 carretas
das estradas, gastando um quarto do combustível e emitindo
um terço da quantidade de carbono.
O rio foi determinante na fundação da maior cidade do
hemisfério sul e na ocupação do território ao seu redor. Nas últimas
décadas, o desenvolvimento se estendeu do alto ao baixo
Tietê. O desenvolvimento econômico e demográfico custou caro
ao rio. A qualidade de suas águas, cristalinas em Salesópolis,
passa de apenas "boa", para "ruim" e "péssima", à medida que
avança pelo interior, e só volta a ficar boa em Barra Bonita. Nos
últimos 30 quilômetros antes de chegar à sua foz, as águas do
rio voltam a ter a mesma excelência dos primeiros 40 quilômetros
de seu curso. O rio mais poluído do país se recupera e termina
tão limpo quanto começou.
(Adaptado de: TOLEDO, José Roberto de; MAIA, Lucas de Abreu
e BURGARELLI, Rodrigo. O Estado de S. Paulo, 22 de setembro
de 2013, A26)
Nas estatísticas, porém, é uma catarata de superlativos. (1º parágrafo)
O sentido da expressão grifada acima é confirmado, no
texto,
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 9,
considere o texto abaixo.
Comparado ao tamanho dos rios amazônicos, o Tietê é
um regato. Nas estatísticas, porém, é uma catarata de superlativos.
Estudo mostra que o Tietê e seus afluentes formam a
bacia hidrográfica mais populosa, mais rica e mais poluída do
Brasil. É também a de maior desenvolvimento humano do país.
Às suas margens ou perto delas moram 30 milhões de pessoas,
a maior população ribeirinha do país, com médias de 10,6 anos
de estudo e 75,3 anos de vida.
O rio Tietê nasce acima dos mil metros de altitude, nas
encostas da Serra do Mar, em Salesópolis, a leste da capital.
Corre 1.136 quilômetros para o interior, por 73 municípios paulistas.
Deságua no rio Paraná, a 300 metros acima do nível do mar.
São apenas 740 metros de desnível da nascente à foz, ou um metro
de declive a cada quilômetro e meio de percurso, em média.
Mesmo assim, as quedas do Tietê são famosas desde
antes dos bandeirantes. Para fugir desse trecho inicial tortuoso
e cheio de corredeiras, a navegação rio abaixo entre os séculos
XVIII e XIX começava em Araritaguaba, atual Porto Feliz,
com destino às minas de ouro de Cuiabá. Por só poderem ser
feitas em parte do ano, no período de cheia do rio, as expedições
eram chamadas de monções.
As canoas, escavadas em troncos derrubados ao longo
das margens do rio e de seus afluentes, levavam mantimentos,
ferramentas e escravos para as minas, e traziam ouro. Hoje, a
hidrovia Tietê-Paraná percorre 2,6 mil quilômetros e transporta
6 milhões de toneladas de carga anualmente, entre insumos e
grãos. Um comboio de seis barcaças carregadas tira 210 carretas
das estradas, gastando um quarto do combustível e emitindo
um terço da quantidade de carbono.
O rio foi determinante na fundação da maior cidade do
hemisfério sul e na ocupação do território ao seu redor. Nas últimas
décadas, o desenvolvimento se estendeu do alto ao baixo
Tietê. O desenvolvimento econômico e demográfico custou caro
ao rio. A qualidade de suas águas, cristalinas em Salesópolis,
passa de apenas "boa", para "ruim" e "péssima", à medida que
avança pelo interior, e só volta a ficar boa em Barra Bonita. Nos
últimos 30 quilômetros antes de chegar à sua foz, as águas do
rio voltam a ter a mesma excelência dos primeiros 40 quilômetros
de seu curso. O rio mais poluído do país se recupera e termina
tão limpo quanto começou.
(Adaptado de: TOLEDO, José Roberto de; MAIA, Lucas de Abreu
e BURGARELLI, Rodrigo. O Estado de S. Paulo, 22 de setembro
de 2013, A26)
Conclui-se corretamente do texto que o funcionamento da hidrovia Tietê-Paraná
Segundo a Norma Regulamentadora NR 23 ? Proteção Contra Incêndios são obrigações do empregador, de operadores de equipamentos automotivos, providenciar informações sobre: I.a utilização dos equipamentos de combate a incêndio. II.os procedimentos para evacuação dos locais de trabalho com segurança. III.o desligamento das máquinas em funcionamento, em todas as áreas de trabalho. Está correto o que consta em
Atenção: Para responder às questões de números 10 a 15,
considere o texto abaixo.
Trânsito e lixo. Esses dois agentes são a dor de cabeça
de qualquer cidade grande. Em São Paulo, então, a dor é muito
mais aguda. Considerando que a frota de carros na capital só
cresce, o problema parece sem solução. Mas só parece. Um
grupo de pesquisadores da USP tem um projeto para colocar
ordem nesse caos. E a resposta vem do lugar mais improvável:
os rios da cidade.
O Hidroanel Metropolitano pretende resolver o problema
em São Paulo em dois momentos. O primeiro envolve a
construção de uma série de portos na borda dos rios e das represas
que circundam a cidade. Eles serviriam para receber a
enorme quantidade de lixo produzido pela metrópole, desde saquinhos
que os moradores colocam nas portas das casas até a
terra e o entulho de construções e demolições.
Essa carga seria levada para os portos de caminhão,
mas existe uma diferença importante. Com a construção dos
portos para recebimento do lixo, as distâncias percorridas pelos
veículos seriam encurtadas. Sem precisar atravessar a cidade,
eles desafogariam o trânsito. Os barcos ? que conseguem movimentar
400 toneladas, enquanto um caminhão transporta apenas
oito ? atracados nos portos percorreriam o resto do caminho.
Além dos portos, existiriam três centros de processamento,
prontos para receber 800 toneladas de lixo por hora. E toda essa
carga seria reciclada, transformada em matéria-prima novamente.
"O Hidroanel constitui uma infraestrutura de saneamento,
mobilidade e transporte, que tem como espinha dorsal o
canal navegável. Ele serve também como um arco irradiador de
desenvolvimento", resume um dos pesquisadores.
(Adaptado de: ROMERO Luiz; DAVINO Ricardo e MANOEL
Vinícius. Superinteressante, dezembro de 2012, p. 48)
Sem precisar atravessar a cidade, eles desafogariam o trânsito. (3º parágrafo) O pronome grifado acima substitui corretamente, considerando-se o que diz o texto,
Em um veículo que se desloca e opera em direção ofensiva,
O órgão responsável por estabelecer, privativamente, normas e padrões nacionais de controle da poluição causada por veículos automotores é
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 9,
considere o texto abaixo.
Comparado ao tamanho dos rios amazônicos, o Tietê é
um regato. Nas estatísticas, porém, é uma catarata de superlativos.
Estudo mostra que o Tietê e seus afluentes formam a
bacia hidrográfica mais populosa, mais rica e mais poluída do
Brasil. É também a de maior desenvolvimento humano do país.
Às suas margens ou perto delas moram 30 milhões de pessoas,
a maior população ribeirinha do país, com médias de 10,6 anos
de estudo e 75,3 anos de vida.
O rio Tietê nasce acima dos mil metros de altitude, nas
encostas da Serra do Mar, em Salesópolis, a leste da capital.
Corre 1.136 quilômetros para o interior, por 73 municípios paulistas.
Deságua no rio Paraná, a 300 metros acima do nível do mar.
São apenas 740 metros de desnível da nascente à foz, ou um metro
de declive a cada quilômetro e meio de percurso, em média.
Mesmo assim, as quedas do Tietê são famosas desde
antes dos bandeirantes. Para fugir desse trecho inicial tortuoso
e cheio de corredeiras, a navegação rio abaixo entre os séculos
XVIII e XIX começava em Araritaguaba, atual Porto Feliz,
com destino às minas de ouro de Cuiabá. Por só poderem ser
feitas em parte do ano, no período de cheia do rio, as expedições
eram chamadas de monções.
As canoas, escavadas em troncos derrubados ao longo
das margens do rio e de seus afluentes, levavam mantimentos,
ferramentas e escravos para as minas, e traziam ouro. Hoje, a
hidrovia Tietê-Paraná percorre 2,6 mil quilômetros e transporta
6 milhões de toneladas de carga anualmente, entre insumos e
grãos. Um comboio de seis barcaças carregadas tira 210 carretas
das estradas, gastando um quarto do combustível e emitindo
um terço da quantidade de carbono.
O rio foi determinante na fundação da maior cidade do
hemisfério sul e na ocupação do território ao seu redor. Nas últimas
décadas, o desenvolvimento se estendeu do alto ao baixo
Tietê. O desenvolvimento econômico e demográfico custou caro
ao rio. A qualidade de suas águas, cristalinas em Salesópolis,
passa de apenas "boa", para "ruim" e "péssima", à medida que
avança pelo interior, e só volta a ficar boa em Barra Bonita. Nos
últimos 30 quilômetros antes de chegar à sua foz, as águas do
rio voltam a ter a mesma excelência dos primeiros 40 quilômetros
de seu curso. O rio mais poluído do país se recupera e termina
tão limpo quanto começou.
(Adaptado de: TOLEDO, José Roberto de; MAIA, Lucas de Abreu
e BURGARELLI, Rodrigo. O Estado de S. Paulo, 22 de setembro
de 2013, A26)
Por só poderem ser feitas em parte do ano, no período de cheia do rio, as expedições eram chamadas de monções. (3º parágrafo) O segmento grifado pode ser corretamente transcrito de outra forma, sem alteração do sentido original, por:
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 9,
considere o texto abaixo.
Comparado ao tamanho dos rios amazônicos, o Tietê é
um regato. Nas estatísticas, porém, é uma catarata de superlativos.
Estudo mostra que o Tietê e seus afluentes formam a
bacia hidrográfica mais populosa, mais rica e mais poluída do
Brasil. É também a de maior desenvolvimento humano do país.
Às suas margens ou perto delas moram 30 milhões de pessoas,
a maior população ribeirinha do país, com médias de 10,6 anos
de estudo e 75,3 anos de vida.
O rio Tietê nasce acima dos mil metros de altitude, nas
encostas da Serra do Mar, em Salesópolis, a leste da capital.
Corre 1.136 quilômetros para o interior, por 73 municípios paulistas.
Deságua no rio Paraná, a 300 metros acima do nível do mar.
São apenas 740 metros de desnível da nascente à foz, ou um metro
de declive a cada quilômetro e meio de percurso, em média.
Mesmo assim, as quedas do Tietê são famosas desde
antes dos bandeirantes. Para fugir desse trecho inicial tortuoso
e cheio de corredeiras, a navegação rio abaixo entre os séculos
XVIII e XIX começava em Araritaguaba, atual Porto Feliz,
com destino às minas de ouro de Cuiabá. Por só poderem ser
feitas em parte do ano, no período de cheia do rio, as expedições
eram chamadas de monções.
As canoas, escavadas em troncos derrubados ao longo
das margens do rio e de seus afluentes, levavam mantimentos,
ferramentas e escravos para as minas, e traziam ouro. Hoje, a
hidrovia Tietê-Paraná percorre 2,6 mil quilômetros e transporta
6 milhões de toneladas de carga anualmente, entre insumos e
grãos. Um comboio de seis barcaças carregadas tira 210 carretas
das estradas, gastando um quarto do combustível e emitindo
um terço da quantidade de carbono.
O rio foi determinante na fundação da maior cidade do
hemisfério sul e na ocupação do território ao seu redor. Nas últimas
décadas, o desenvolvimento se estendeu do alto ao baixo
Tietê. O desenvolvimento econômico e demográfico custou caro
ao rio. A qualidade de suas águas, cristalinas em Salesópolis,
passa de apenas "boa", para "ruim" e "péssima", à medida que
avança pelo interior, e só volta a ficar boa em Barra Bonita. Nos
últimos 30 quilômetros antes de chegar à sua foz, as águas do
rio voltam a ter a mesma excelência dos primeiros 40 quilômetros
de seu curso. O rio mais poluído do país se recupera e termina
tão limpo quanto começou.
(Adaptado de: TOLEDO, José Roberto de; MAIA, Lucas de Abreu
e BURGARELLI, Rodrigo. O Estado de S. Paulo, 22 de setembro
de 2013, A26)
Respeitando-se o sentido do texto, monções eram (final do 3º parágrafo)
Uma piscina está vazia e tem capacidade de 65,4 m3 de água. A vazão da torneira que irá encher continuamente essa piscina é de 250 mL por segundo. Nessas condições, o tempo necessário e suficiente para encher essa piscina é de Dado: 1 m3 equivale a 1.000 litros
Atenção: Para responder às questões de números 10 a 15,
considere o texto abaixo.
Trânsito e lixo. Esses dois agentes são a dor de cabeça
de qualquer cidade grande. Em São Paulo, então, a dor é muito
mais aguda. Considerando que a frota de carros na capital só
cresce, o problema parece sem solução. Mas só parece. Um
grupo de pesquisadores da USP tem um projeto para colocar
ordem nesse caos. E a resposta vem do lugar mais improvável:
os rios da cidade.
O Hidroanel Metropolitano pretende resolver o problema
em São Paulo em dois momentos. O primeiro envolve a
construção de uma série de portos na borda dos rios e das represas
que circundam a cidade. Eles serviriam para receber a
enorme quantidade de lixo produzido pela metrópole, desde saquinhos
que os moradores colocam nas portas das casas até a
terra e o entulho de construções e demolições.
Essa carga seria levada para os portos de caminhão,
mas existe uma diferença importante. Com a construção dos
portos para recebimento do lixo, as distâncias percorridas pelos
veículos seriam encurtadas. Sem precisar atravessar a cidade,
eles desafogariam o trânsito. Os barcos ? que conseguem movimentar
400 toneladas, enquanto um caminhão transporta apenas
oito ? atracados nos portos percorreriam o resto do caminho.
Além dos portos, existiriam três centros de processamento,
prontos para receber 800 toneladas de lixo por hora. E toda essa
carga seria reciclada, transformada em matéria-prima novamente.
"O Hidroanel constitui uma infraestrutura de saneamento,
mobilidade e transporte, que tem como espinha dorsal o
canal navegável. Ele serve também como um arco irradiador de
desenvolvimento", resume um dos pesquisadores.
(Adaptado de: ROMERO Luiz; DAVINO Ricardo e MANOEL
Vinícius. Superinteressante, dezembro de 2012, p. 48)
No último parágrafo, o segmento marcado pelas aspas constitui
Atenção: Para responder às questões de números 10 a 15,
considere o texto abaixo.
Trânsito e lixo. Esses dois agentes são a dor de cabeça
de qualquer cidade grande. Em São Paulo, então, a dor é muito
mais aguda. Considerando que a frota de carros na capital só
cresce, o problema parece sem solução. Mas só parece. Um
grupo de pesquisadores da USP tem um projeto para colocar
ordem nesse caos. E a resposta vem do lugar mais improvável:
os rios da cidade.
O Hidroanel Metropolitano pretende resolver o problema
em São Paulo em dois momentos. O primeiro envolve a
construção de uma série de portos na borda dos rios e das represas
que circundam a cidade. Eles serviriam para receber a
enorme quantidade de lixo produzido pela metrópole, desde saquinhos
que os moradores colocam nas portas das casas até a
terra e o entulho de construções e demolições.
Essa carga seria levada para os portos de caminhão,
mas existe uma diferença importante. Com a construção dos
portos para recebimento do lixo, as distâncias percorridas pelos
veículos seriam encurtadas. Sem precisar atravessar a cidade,
eles desafogariam o trânsito. Os barcos ? que conseguem movimentar
400 toneladas, enquanto um caminhão transporta apenas
oito ? atracados nos portos percorreriam o resto do caminho.
Além dos portos, existiriam três centros de processamento,
prontos para receber 800 toneladas de lixo por hora. E toda essa
carga seria reciclada, transformada em matéria-prima novamente.
"O Hidroanel constitui uma infraestrutura de saneamento,
mobilidade e transporte, que tem como espinha dorsal o
canal navegável. Ele serve também como um arco irradiador de
desenvolvimento", resume um dos pesquisadores.
(Adaptado de: ROMERO Luiz; DAVINO Ricardo e MANOEL
Vinícius. Superinteressante, dezembro de 2012, p. 48)
Considerando-se o desenvolvimento do texto, seus autores