Sobre as atividades do profissional tradutor e intérprete de Libras é correto afirmar:
UFC•
Texto
A linguagem de sinais é uma língua real que requer habilidades expressivas e comunicativas
assim como ocorre nas línguas faladas. Os cientistas têm demonstrado que os circuitos cerebrais que
dirigem a construção de orações na linguagem falada e na linguagem de sinais são essencialmente
os mesmos, apesar da diferença das vias neurais que atuam para sua articulação.
Assim como no caso de uma língua falada, as crianças aprendem os rudimentos da linguagem
observando e interagindo com as pessoas ao redor, e através de várias tentativas que levam a um
aprendizado natural sem prender-se às regras gramaticais. De fato, até mesmo as linguagens de
sinais têm um sistema muito preciso de regras gramaticais e de pontuação. Além disso, assim como
as línguas faladas, as línguas de sinais evoluem naturalmente através do uso e da interação social
entre as pessoas.
Um exemplo é o desenvolvimento de uma linguagem de sinais na Nicarágua na primeira escola
para surdos, aberta em 1980. Os alunos que até então estavam isolados da comunidade de surdos, de
repente, encontraram-se e desenvolveram uma espécie de pidgin da linguagem de sinais que foi
transmitida naturalmente às novas gerações, a ponto de fazer o governo reconhecê-la como língua
oficial e padronizá-la, reconhecendo seu vocabulário e gramática. Assim nasceu a linguagem de
sinais da Nicarágua.
Inclusive onde já existe uma linguagem de sinais reconhecida, não é raro que as escolas para
surdos desenvolvam gírias juvenis ou verdadeiros dialetos dessas línguas. No Sri Lanka, por
exemplo, cada escola tem sua própria língua de sinais! Em resumo, mesmo no mundo dos surdos, a
língua é uma verdadeira Babilônia.
Mas, há alguma relação entre a linguagem de sinais e a língua falada? Não necessariamente. Os
países onde se fala um mesmo idioma, como por exemplo o inglês, podem ter línguas de sinais
totalmente diferentes. No entanto, isso não exclui o fato de que uma linguagem de sinais possa
desenvolver um determinado link com o idioma falado no lugar, porque as pessoas surdas leem os
textos nesse idioma e os compreendem, e isso, inevitavelmente, pode influenciar a sua forma de
pensar e de se expressar. Mas as maneiras em que isso acontece são muito complexas e, na grande
maioria, representam um mistério.
THE ABA JOURNAL. Disponível em: <https://blog.abaenglish.com/pt/a-linguagem-de-sinais-e-o-ingles/
Assinale a alternativa cujo verbo destacado está conjugado corretamente no mesmo modo verbal que o grifado em “... o fato de que uma linguagem de sinais possa desenvolver um determinado link com o idioma falado no lugar” (linhas 23-24).
Strobel (2008) afirma que há 8 artefatos na cultura surda. Sobre eles é correto afirmar:
Sobre as duas estratégias de visibilidade para a tradução, domesticação e estrangeirização de Lawrence Venuti é correto afirmar:
Sobre a figura do Intérprete Educacional (IE) é correto afirmar:
UFC•
Texto
A linguagem de sinais é uma língua real que requer habilidades expressivas e comunicativas
assim como ocorre nas línguas faladas. Os cientistas têm demonstrado que os circuitos cerebrais que
dirigem a construção de orações na linguagem falada e na linguagem de sinais são essencialmente
os mesmos, apesar da diferença das vias neurais que atuam para sua articulação.
Assim como no caso de uma língua falada, as crianças aprendem os rudimentos da linguagem
observando e interagindo com as pessoas ao redor, e através de várias tentativas que levam a um
aprendizado natural sem prender-se às regras gramaticais. De fato, até mesmo as linguagens de
sinais têm um sistema muito preciso de regras gramaticais e de pontuação. Além disso, assim como
as línguas faladas, as línguas de sinais evoluem naturalmente através do uso e da interação social
entre as pessoas.
Um exemplo é o desenvolvimento de uma linguagem de sinais na Nicarágua na primeira escola
para surdos, aberta em 1980. Os alunos que até então estavam isolados da comunidade de surdos, de
repente, encontraram-se e desenvolveram uma espécie de pidgin da linguagem de sinais que foi
transmitida naturalmente às novas gerações, a ponto de fazer o governo reconhecê-la como língua
oficial e padronizá-la, reconhecendo seu vocabulário e gramática. Assim nasceu a linguagem de
sinais da Nicarágua.
Inclusive onde já existe uma linguagem de sinais reconhecida, não é raro que as escolas para
surdos desenvolvam gírias juvenis ou verdadeiros dialetos dessas línguas. No Sri Lanka, por
exemplo, cada escola tem sua própria língua de sinais! Em resumo, mesmo no mundo dos surdos, a
língua é uma verdadeira Babilônia.
Mas, há alguma relação entre a linguagem de sinais e a língua falada? Não necessariamente. Os
países onde se fala um mesmo idioma, como por exemplo o inglês, podem ter línguas de sinais
totalmente diferentes. No entanto, isso não exclui o fato de que uma linguagem de sinais possa
desenvolver um determinado link com o idioma falado no lugar, porque as pessoas surdas leem os
textos nesse idioma e os compreendem, e isso, inevitavelmente, pode influenciar a sua forma de
pensar e de se expressar. Mas as maneiras em que isso acontece são muito complexas e, na grande
maioria, representam um mistério.
THE ABA JOURNAL. Disponível em: <https://blog.abaenglish.com/pt/a-linguagem-de-sinais-e-o-ingles/
Quanto à natureza, é correto afirmar que o texto em análise é, predominantemente:
UFC•
Texto
A linguagem de sinais é uma língua real que requer habilidades expressivas e comunicativas
assim como ocorre nas línguas faladas. Os cientistas têm demonstrado que os circuitos cerebrais que
dirigem a construção de orações na linguagem falada e na linguagem de sinais são essencialmente
os mesmos, apesar da diferença das vias neurais que atuam para sua articulação.
Assim como no caso de uma língua falada, as crianças aprendem os rudimentos da linguagem
observando e interagindo com as pessoas ao redor, e através de várias tentativas que levam a um
aprendizado natural sem prender-se às regras gramaticais. De fato, até mesmo as linguagens de
sinais têm um sistema muito preciso de regras gramaticais e de pontuação. Além disso, assim como
as línguas faladas, as línguas de sinais evoluem naturalmente através do uso e da interação social
entre as pessoas.
Um exemplo é o desenvolvimento de uma linguagem de sinais na Nicarágua na primeira escola
para surdos, aberta em 1980. Os alunos que até então estavam isolados da comunidade de surdos, de
repente, encontraram-se e desenvolveram uma espécie de pidgin da linguagem de sinais que foi
transmitida naturalmente às novas gerações, a ponto de fazer o governo reconhecê-la como língua
oficial e padronizá-la, reconhecendo seu vocabulário e gramática. Assim nasceu a linguagem de
sinais da Nicarágua.
Inclusive onde já existe uma linguagem de sinais reconhecida, não é raro que as escolas para
surdos desenvolvam gírias juvenis ou verdadeiros dialetos dessas línguas. No Sri Lanka, por
exemplo, cada escola tem sua própria língua de sinais! Em resumo, mesmo no mundo dos surdos, a
língua é uma verdadeira Babilônia.
Mas, há alguma relação entre a linguagem de sinais e a língua falada? Não necessariamente. Os
países onde se fala um mesmo idioma, como por exemplo o inglês, podem ter línguas de sinais
totalmente diferentes. No entanto, isso não exclui o fato de que uma linguagem de sinais possa
desenvolver um determinado link com o idioma falado no lugar, porque as pessoas surdas leem os
textos nesse idioma e os compreendem, e isso, inevitavelmente, pode influenciar a sua forma de
pensar e de se expressar. Mas as maneiras em que isso acontece são muito complexas e, na grande
maioria, representam um mistério.
THE ABA JOURNAL. Disponível em: <https://blog.abaenglish.com/pt/a-linguagem-de-sinais-e-o-ingles/
Comparando-se a linguagem de sinais e a linguagem falada, segundo o texto, conclui-se que:
“No Brasil, há poucas décadas, se nós perguntássemos qual seria um “lugar” interessante para a formação de tradutores e intérpretes de língua de sinais, a maioria das respostas apontava a área de educação como um dos “espaços” mais adequados. Pouquíssimas eram as respostas que se afiliavam com o campo disciplinar dos Estudos da Tradução, e, mais raramente, aquelas que descreviam com precisão as competências e habilidades de um tradutor/intérprete de língua de sinais e/ou perspectivas teóricas que embasassem a prática desses profissionais” (SILVA, S.A., 2010).
Sobre o fato de a formação de tradutores e intérpretes ocupar o espaço da área da educação, marque a alternativa que justifica a posição de Silva (2010)
De acordo com a obra “Máscaras da Benevolência: a comunidade surda amordaçada” (LANE, 1992) é correto afirmar:
UFC•
Sobre o Decreto 5626/05 é correto afirmar que:
UFC•
De acordo com Quadros e Karnopp (2004), os verbos na Libras estão basicamente divididos em três classes: verbos simples, verbos com concordância e verbos espaciais.
São exemplos de verbos com concordância:
UFC•
Sobre a incorporação de negação na Libras é correto
afirmar:
UFC•
Sobre o estatuto linguístico das línguas de sinais é
correto afirmar que:
UFC•
Sobre classificadores em língua de sinais é correto
afirmar:
UFC•
Para entender como se dá o arranjo sintático da
Libras é necessário conhecer um pouco sobre o
componente verbal dessa língua, visto que, na
articulação das sentenças, o sintagma verbal tem
um papel bastante importante. Sobre a ordem das
palavras na Libras é correto afirmar que:
UFC•
Sobre cultura e surdez é correto afirmar:
UFC•
Sobre a relação entre as comunidades surdas e a
cultura é correto afirmar:
UFC•
De acordo com o documento “A Educação Especial
na Perspectiva da Inclusão Escolar: abordagem
bilíngue na escolarização de pessoas com surdez”
(2010) é correto afirmar:
UFC•
De acordo com Brito (1995), há vários tipos de
empréstimos linguísticos em Libras aos quais os
usuários da língua recorrem. São eles: empréstimo
lexical, empréstimo por inicialização, empréstimo
de sinais de outras línguas de sinais, empréstimo
de domínio semântico e empréstimo de ordem
fonética. Sobre o empréstimo linguístico por
inicialização é correto afirmar:
UFC•
Sobre as personalidades surdas que marcaram a
História da Educação de surdos no passado e na
atualidade, é correto afirmar: