Publicidade|Remover

Quanto a computadores do tipo PC que possuem placa de rede on board, assinale a opção incorreta.

Uma das responsabilidades do sistema operacional é usar o hardware de forma eficiente. Para as unidades de disco, atender a essa responsabilidade significa ter tempo de acesso rápido e largura de banda de disco. Para um sistema de multiprogramação com muitos processos, a fila do disco pode ter, comumente, centenas de requisições pendentes. Assim, quando uma requisição é concluída, o sistema operacional escolhe qual requisição pendente será atendida em seguida com o uso do algoritmo do escalonador. No algoritmo X, o braço do disco começa em uma extremidade e passa para o outro lado, atendendo requisições à medida que alcança cada cilindro, até chegar à outra extremidade do disco enquanto a cabeça de leitura passa continuamente para a frente e para trás no disco. Esse algoritmo X é chamado de escalonamento
Considere que a afirmação: ‘Ana é médica ou Beatriz é advogada’ seja verdadeira; que a afirmação: ‘Se Cláudio é professor, então Ana é médica’ seja falsa. Nessa situação, é logicamente correto afirmar que
Dentro da solução de um problema de estrutura de rede computacional, há a necessidade da escolha de uma arquitetura que permita às pessoas desenvolvedoras não dependerem de um servidor sempre funcionando no centro da aplicação. Pares arbitrários de hospedeiros comunicar- se-ão diretamente. Esta arquitetura de rede é denominada de:
Hardware e software são, respectivamente, a parte física e a parte lógica de um computador. Acerca desse tema, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, exemplos de hardware e de software.

Em uma rede de computadores, com hosts de diferentes versões do Windows, alguns com acesso a serviços de compartilhamento de arquivos e impressoras para redes Microsoft, quais são os dois serviços considerados fundamentais para a resolução de nomes?

Em um grupo de trabalho, em uma empresa, há três mulheres e um homem. Sabe-se que a média aritmética das idades das mulheres é 26 anos, e que a média aritmética das idades de todos os integrantes desse grupo é 27,5 anos. Desse modo, é correto afirmar que a idade do homem é

O Windows Explorer indica que um arquivo do Word tem o tamanho de 6 Kbytes e meio. Qual o tamanho em bytes do arquivo?

Fazem parte dos processos da fase de Transição de Serviços (Service Transition) do ITIL v.3 os processos:
Sobre a escalabilidade de sistemas computacionais, entende-se por escala vertical a capacidade que o sistema tem de

É incorreto afirmar que o Linux

Um assistente de informática da Saneago foi solicitado a configurar e implantar uma rede privada de computadores (LAN) no Departamento de Recursos Humanos utilizando o IPv4 e a divisão tradicional de classes deste protocolo. Sabendo que ele usa a notação IP/CIDR e utilizou a máscara de sub-rede “192.168.0.0/27”, esta rede privada formada permitirá o uso de quantos IPs por parte dos colaboradores do departamento?
Por quê?
    “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs.
   O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar.
   Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses.
   Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
1contrafactual: simulação (sentido aproximado)
2big data: grande banco de dados


Está empregada com sentido figurado a palavra destacada na seguinte passagem do texto:

Acerca de computadores do tipo PC padrão com arquitetura AMD Athlon ou Intel Pentium IV ou superior, assinale a opção correta.

No que se refere ao sistema operacional Linux, assinale a opção correta.

Um vídeo postado em uma rede social foi visualizado por milhares de pessoas. Em determinado dia, 1.386 pessoas que o visualizaram haviam gostado dele, enquanto outras 1.092 disseram não tê-lo apreciado. De acordo com essas informações, a fração irredutível que representa a razão entre as pessoas que gostaram e as que não gostaram, nesse determinado dia, foi:

Para diminuir o tamanho das tabelas de roteamento de uma rede TCP/IP, pode-se utilizar um recurso chamado sumarização de rotas. Assinale a alternativa cuja rota sumariza um grupo de três sub-redes, com endereçamento 192.10.0.0/16, 192.11.0.0/16 e 192.12.0.0/16.

Por quê?
    “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs.
   O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar.
   Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses.
   Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
1contrafactual: simulação (sentido aproximado)
2big data: grande banco de dados


O sinal indicativo de crase está empregado em conformidade com a norma-padrão em:
Página 4
Publicidade|Remover