A questão tomará por base a seguinte crônica, de Jolivaldo Freitas, publicada no sítio de notícias “Bahia Já” em 09/06/2015:
Salvador no seu Dog Day Afternoon: o dia em que a capital da Bahia parou
Não se trata do filme estrelado por Al Pacino (Dog Day Afternoon) datado de 1975. É que ontem foi um dia de cão para qualquer pessoa que precisou sair de casa a qualquer hora para trabalhar, namorar, correr de marido enciumado, visitar o médico, precisando de atendimento de emergência, se divertir, buscar o filho na escola, ir atrás da mulher para ver com quem ela está saindo, visitar obras, comprar tempero, procurar emprego ou ter reunião.
A cidade estava mais caótica do que nunca e não se pode acusar os rodoviários. Eles desta vez não estavam levando sua greve particular para o meio da rua. (...) A cidade estava uma piração só e todos os seus problemas viários, toda a sua falta de mobilidade que caracteriza uma espécie de labirinto grego em dias normais, foram aditivados pela chuva chata que caía sobre todos os bairros, sem nem aparecer uma nesguinha de azul ou um raíto del sol. Dei sorte porque no dia anterior mandei ajeitar o ar-condicionado do carro e havia colocado uns jazz no pen-drive. Fui dirigindo e ouvindo música, fazendo de conta que estava a passeio numa cidade bucólica.
(...) Imagine que fiz um trajeto de maluco e ficando ainda mais louco ouvindo as estações de rádio. Eu havia saído da Barra e ia pegar o Bonocô quando ouvi que a via estava congestionada e virei para a Vasco da Gama, quando fiquei sabendo pelo locutor que estava parada e voltei para o Bonocô e já ia pegando a BR em direção à Luiz Eduardo quando o motoqueiro da Metrópole falou para Bocão que estava tudo parado e virei em direção ao Iguatemi. Foi quando atentei que menos lenta era mesmo a Luiz Eduardo e lá fiquei cercado de carro e olhando a chuva no para-brisa.
Todo mundo pegou trânsito ruim na Paralela, Imbuí, Tancredo Neves, ACM, orla e até na Federação. Saí às nove horas da manhã, tive uma reunião de apenas hora e meia e cheguei em casa às quatro da tarde com a coluna lenhada e as pernas inchadas. Perguntei a um policial o que estava acontecendo na cidade e ele me disse que a Transalvador estava com algum tipo de operação no viaduto Raul Seixas. Eu pensei: do jeito que a cidade tem ficado o pessoal da Transalvador está fumando a mesma coisa que o “Maluco Beleza” fumava.
O autor se mostra razoavelmente conformado ao volante de seu carro e diz que teve sorte, pois mandara ajeitar o arcondicionado do veículo e levava um pen-drive com jazz para ficar ouvindo música. Imaginou então que “estava a passeio numa cidade bucólica”. Isso significa que o enunciador
Em relação aos métodos de purificação de água para uso em laboratório, considere as afirmativas:
I- A deionização consiste em fazer a água a ser purificada percolar uma coluna com misturas de resinas trocadoras iônicas.
II- A destilação consiste no aquecimento da mistura até que se evapore o componente mais volátil.
III- A foto-oxidação consiste no emprego da radiação infravermelha para eliminar compostos inorgânicos da água a ser purificada.
“Durante as obras na minha casa, precisei chamar o pedreiro e pedir a ele que comprasse novas telhas.”
Num exercício sobre pronomes, o professor propôs aos alunos que reescrevessem a frase acima substituindo os termos sublinhados por pronomes oblíquos átonos coerentes com a frase original. A resposta dada como correta foi esta:
As juntas de conicidade padronizadas são usadas para conectar vidrarias sem usar tubos, rolhas de borracha ou rolhas de cortiça. As peças são ligadas por conexão de vidro esmerilhado existente nos dispositivos.
De acordo com este conceito, são exemplos de vidrarias de laboratório que podem ser empregadas juntas de conicidade padronizadas:
Em relação às propriedades gerais dos ácidos, sais e bases, considere as afirmativas:
I- Sais são substâncias iônicas que apresentam pelo menos um cátion diferente de H+ e pelo menos um ânion diferente de OH-.
II- O ácido deixa o indicador, papel de tornassol, azul.
III- A força de interação iônica de uma base independe do grau de solubilidade em água que ela apresenta.
Segundo a Lei n.º 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, enumere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os termos presentes na lei às suas respectivas definições.
COLUNA I
1. Órgão
2. Entidade
3. Autoridade
COLUNA Il
( ) O servidor ou agente público dotado de poder de decisão.
( ) A unidade de atuação dotada de personalidade jurídica.
( ) A unidade de atuação integrante da estrutura da Administração direta e da estrutura da Administração indireta.
Com relação às principais fontes de erro de medição, considere as seguintes afirmativas: I. Variação da temperatura: se a temperatura muda, a peça se expande ou contrai, afetando o resultado da medição. Quando não é possível trabalhar em ambiente com temperatura controlada, podem ser feitos cálculos para compensar o erro. Para tanto, é necessário conhecer o coeficiente de dilatação térmica do material. II. Força de medição: normalmente, os processos simples de medida envolvem o contato entre o instrumento e a peça, sendo que a força que promove este contato deve ser tal que não cause deformação na peça ou no instrumento. Como exemplo, pode-se citar o paquímetro que não possui controle de força e depende da habilidade do operador para não alterar a leitura. III. Estado de conservação do instrumento: folgas provocadas por desgaste em qualquer parte do instrumento poderão acarretar erros de medição. Um programa de aferição e calibração periódica será a garantia de uma medida confiável. IV. Habilidade do operador: a falta de prática ou o desconhecimento do sistema de medição podem ser fontes importantes de erros. Recomenda-se efetuar práticas de medição utilizando peças precisas com valores conhecidos (por exemplo, blocos padrão, pinos calibrados, anéis padrão, etc..) e “medi-los” repetidas vezes com diversos instrumentos. Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas verdadeiras.
Após a lavagem, as vidrarias de laboratório são submetidas a uma “lavagem final” para garantir que nenhum resíduo da substância utilizada na limpeza possa atuar como contaminante. Esse procedimento, denominado rinsagem, consiste na ação de:
Tenho 5 ml de uma solução 5 N de HCL e desejo transformá-la em uma solução 2N a partir de uma solução 1N. De quantos mililitros dessa da solução menos concentrada eu vou precisar?
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