Abordagem ética que se concentra em seguir deveres e obrigações morais, independentemente das consequências. É baseada
na ideia de que algumas ações são intrinsecamente corretas ou erradas, de acordo com princípios éticos específicos de uma
classe profissional. (JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário Básico de Filosofia. 4 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. p. 68.)
Em um dos encontros da disciplina de ensino religioso, o professor distribuiu uma folha com o texto a seguir e disse que nele
estava expresso, claramente, a definição do tema de sua aula.
Num sentido mais estrito, pode ser entendido como um pensamento egocêntrico e egoísta, preocupado apenas com os prazeres. O
fenômeno atual do consumismo, frequentemente acompanhado de uma certa preguiça intelectual e moral, ilustra esse modo de pensar.
Enquanto se opõe às morais tradicionais do esforço e da renúncia, constitui o modo de pensar de certos discípulos de Nietzsche.
(JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário Básico de Filosofia. 4 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. p 127.)
Após a ouvir a pergunta de uma determinada aluna, com o intuito de ser o mais claro possível, o professor responde com os
seguintes exemplos:
Exemplo I
Os números, como o 1 e o 2 existem mesmo quando não estão sendo usados. ...tem a função de explorar a natureza dos objetos
abstratos.
Exemplo II
Quando você pensa em algo, onde esses pensamentos estão localizados? ...tem a função de investigar a natureza da consciência
e como ela se encaixa na realidade.
Exemplo III Já parou para pensar no que significa realmente existir? ...tem a função de nos ajudar a questionar e explorar a natureza da
existência e da realidade a partir do imaginário.
Exemplo IV
Imagine se tudo o que vemos e tocamos é apenas a ponta do iceberg, e há algo mais profundo e invisível que influencia tudo.
...tem a função de tentar explorar esses aspectos invisíveis da existência.
A partir da análise e relação dos exemplos, qual foi a pergunta feita pela aluna?