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Leia o texto abaixo:
Dramaturgo, teórico e poeta alemão que revolucionou a dramaturgia do século XX, nasceu em Augsburg, Alemanha, em 1898. Interrompeu os estudos de medicina para servir como enfermeiro na I Guerra Mundial. As peças da primeira fase de sua obra – Na selva das cidades e Tambores da noite, produzidas em 1922 – são ligadas ao expressionismo e demonstram inconformismo. Seu primeiro sucesso é a peça A Ópera dos três vinténs (1928), seguida de Ascensão e queda da cidade de Mahagonny (1929), ambas com música de Kurt Weill. Sua teoria do teatro épico opõe-se às práticas do teatro dramático. Marxista, defende o teatro como instrumento de transformação social e de reflexão crítica do espectador, postulando a teoria do distanciamento dos atores em relação às próprias personagens em ação, ao invés de se identificarem com elas.
FONTE: ALMEIDA, Doloris Ruth Simões de. Uma leitura da teoria do teatro épico. APPA. São Paulo, nov. 1986.
O texto se refere ao dramaturgo:
No teatro, existe uma convenção dramática de atuação na qual uma parede imaginária invisível separa os atores do público. Embora o público possa ver através dessa "parede", a convenção pressupõe que os atores ajam como se a plateia não pudesse. Assinale a alternativa que apresente o nome dado à parede imaginária:
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