A atuação do enfermeiro no Centro de Material e Esterilização é essencial para a promoção da segurança do paciente.
Sobre as boas práticas necessárias para o cuidado cirúrgico com qualidade, analise as afirmativas abaixo:
I. A confirmação da efetividade da esterilização dos instrumentais é uma recomendação prevista na lista de verificação
da segurança cirúrgica ou checklist de cirurgia segura.
II. O uso de instrumentais cirúrgicos devidamente esterilizados nos procedimentos cirúrgicos é considerado uma
prática essencial, por se tratar de artigos semicríticos conforme a classificação de Spaulding.
III. A garantia da esterilização dos artigos críticos é confirmada pela avaliação e monitoramento dos indicadores dos
processos de esterilização.
IV. A manutenção de registros de esterilização não parece ser útil para permitir o rastreamento da rotina de uso dos
equipamentos e das manutenções preventivas e/ou corretivas, além de não permitir a verificação da esterilidade do
item cirúrgico e controle de qualidade.
O controle de infecção hospitalar tem um papel fundamental no acompanhamento das ações que previnem eventos
adversos que podem comprometer gravemente a saúde dos pacientes. A enfermeira da unidade de imagem de um hospital
geral, após a realização de uma colonoscopia, seguirá a rotina estabelecida pela Comissão de Controle de Infeção
Hospitalar para a limpeza e desinfecção do equipamento.
Como ela deverá proceder?
A infecção do trato urinário (ITU) está entre as infecções bacterianas em adultos mais comuns, principalmente em
mulheres. [
Sobre a ITU, leia as afirmações abaixo:
I. A cistite aguda em mulheres pode envolver o trato urinário baixo (uretra e bexiga) mais frequentemente e/ou alto (rins
e ureteres). O principal patógeno envolvido na ITU em mulheres é a E. coli, que é responsável por cerca de 80% de
todos os episódios de infecção.
II. Os sintomas clássicos de cistite incluem: disúria, aumento da frequência urinária, urgência miccional e,
ocasionalmente, dor suprapúbica e hematúria.
III. A ITU pode ser classificada como complicada e não complicada. Denomina- se ITU complicada quando ocorre em
mulheres jovens, não grávidas e na ausência de anomalias estruturais ou funcionais do trato urinário.
IV. Hematúria microscópica é um achado comum em infecções urinárias, podendo estar presente em 40% a 60% dos
pacientes com ITU, embora a presença de proteinúria seja rara.
Sobre a administração por via parenteral, leia as afirmações abaixo:
I. Os termos hipodermóclise (HDC) ou hidratação subcutânea referem-se à administração de fluidos parenteral. Quando
essa via é utilizada para administração de medicamentos, considera-se terapia subcutânea (SC). Consiste em uma
prática que, em algumas situações clínicas específicas, demonstra ser uma via segura, eficaz e, sobretudo, confortável
para o paciente.
II. A região ventroglútea é uma região profunda, situada longe da maior parte dos nervos e vasos sanguíneos, com menor
chance de contaminação em pacientes incontinentes e, em crianças, é uma região preferida para a maior parte das
medicações que podem ser administradas por essa via.
III. A administração do bollus intravenoso constitui a introdução de uma dose concentrada de medicamentos na corrente
sistêmica. Trata-se do método mais perigoso para a administração de medicamentos, porque não existe momento para
corrigir erros.