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A respeito de coleta de sangue e obtenção de amostra de sangue, soro, plasma e urina, julgue o item a seguir.

No caso de formação de hematomas durante a coleta, esta deve ser interrompida e o local da punção deve ser pressionado vigorosamente por, pelo menos, 5 minutos.

Em relação aos meios de cultura utilizados na rotina bacteriológica, julgue o item a seguir.

O uso do ágar CLED (cystine lactose electrolyte deficient) não é recomendável para o isolamento e quantificação de microrganismos Gram positivos, Gram negativos e leveduras.

Julgue o item seguinte, referente à coagulação sanguínea bem como a esfregaços e testes de coloração de sangue periférico.

O tempo de protrombina (TP ou TAP) é o teste de escolha para monitorar o uso de anticoagulantes orais antivitamina K.

Julgue o item seguinte, referente à coagulação sanguínea bem como a esfregaços e testes de coloração de sangue periférico.

O tempo de protrombina (TP ou TAP), que é um teste de triagem para a avaliação dos fatores das vias intrínseca e comum da coagulação, detecta as deficiências dos fatores VIII, IX, XI e XII, precalicreína e cininogênio de baixo peso molecular.

Julgue o item que se segue, relativo à microscopia e técnicas de semeadura em microbiologia.

A semeadura para cultivo qualitativo pode ser feita com o próprio swab (do meio de transporte) ou com amostra do material removida com alça (estéril) flambada e semeada, de forma a se obter um gradiente decrescente de concentração do inóculo que permita o isolamento de todas as colônias diferentes.

No que se refere ao uso de fixadores e conservadores em amostras para diagnóstico parasitológico, julgue o item seguinte.

Entre as soluções fixadoras mais utilizadas na rotina laboratorial para diagnóstico parasitológico estão a solução tamponada de formalina a 10% e a solução SAF (acetato de sódio, ácido acético e formaldeído), que promovem boa preservação morfológica dos parasitas.

Texto CB2A1


Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.


“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.


Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.


A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.


Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.


“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.


Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.

In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Em relação ao texto CB2A1, aos seus sentidos e às ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.

No trecho ‘mais desiguais em termos de equidade de gênero’ (último período do terceiro parágrafo), está subentendida uma comparação entre as ciências exatas e outras ciências.

A respeito dos métodos laboratoriais para a dosagem dos hormônios T3 e T4, julgue o item seguinte.

A dosagem de T4 por radioimunoensaio (RIA) baseia-se na ligação competitiva da globulina de ligação à tiroxina TBG com a T4 do paciente e a T4 marcada com iodo.

Texto CB2A1


Existem muitas formas de fazer ciência — na sala de aula, na universidade, em grupos de pesquisa, institutos públicos, em centros privados. Também é possível partir da própria ciência para incentivar outras pessoas na trajetória científica, difundir o conhecimento de pesquisadores, revelar seus achados e descobertas. E pode-se fazer tudo isso junto. Mônica Santos Dahmouche é um bom exemplo disso, como física, professora, divulgadora científica, coordenadora da implantação do Museu Ciência e Vida, incentivadora de feiras, olimpíadas e hackathons de ciência e várias outras frentes, com um olhar especial para a visibilidade feminina nas ciências.


“Eu imaginava que faria concurso para uma universidade, teria meu grupo de pesquisa, orientaria alunos. Faço isso hoje, mas de diferentes formas. Jamais tinha pensado em trabalhar em um museu de ciências. Tem sido uma jornada maravilhosa”, conta a professora.


Nos últimos anos, Mônica mergulhou em projetos voltados a futuras meninas cientistas e à atuação diversa de mulheres na área. “Desde 2018 me emociona e mobiliza poder mostrar a elas a beleza de fazer ciência, especialmente ciências exatas, mais desiguais em termos de equidade de gênero”, afirma.


A iniciativa já se transformou em exposições temáticas no próprio Museu Ciência e Vida e na criação, com amigas também cientistas, de uma rede de mulheres das áreas de ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM). O grupo já gestou até um livro, Exatas é com elas: tecendo redes no estado do Rio de Janeiro.


Seu motivo de orgulho mais recente é o podcast Mulheres da Hora, idealizado por ela e produzido pelo Museu Ciência e Vida e pela Fundação CECIERJ. A produção abrange histórias de mulheres que se destacam em áreas como ciências exatas, engenharia e computação.


“O objetivo é mostrar o que se pode fazer em uma carreira de ciência e tecnologia, para além da docência na universidade ou da pesquisa”, afirma. Seja qual for o caminho escolhido, ressalta Mônica, uma formação de excelência é a base para voar.


Elisa Martins. De museu a podcast, a arte de divulgar ciência.

In: Ciência Hoje, n.º 418, mar./2025 (com adaptações).

Em relação ao texto CB2A1, aos seus sentidos e às ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.

No segundo período do segundo parágrafo, a conjunção ‘mas’ está empregada com sentido aditivo.

A respeito das técnicas laboratoriais utilizadas no diagnóstico de protozooses e helmintíases intestinais, julgue o item subsequente.

A técnica de Kato-Katz é a mais recomendada pela Organização Mundial da Saúde e pelo Ministério da Saúde do Brasil para inquéritos coproscópicos em áreas endêmicas, pois ela possibilita a pesquisa de ovos de helmintos, especialmente Schistosoma mansoni, e a estimativa de carga parasitária.

A respeito das técnicas laboratoriais utilizadas no diagnóstico de protozooses e helmintíases intestinais, julgue o item subsequente.

A técnica de Hoffman não requer centrífuga e é o método parasito-lógico mais utilizado nos serviços de saúde devido ao seu amplo espectro e melhor observação dos parasitos ou dos seus ovos/larvas, o que facilita a identificação das espécies, bem como devido ao seu baixo custo e à facilidade de execução.

No que se refere ao uso de fixadores e conservadores em amostras para diagnóstico parasitológico, julgue o item seguinte.

A técnica de coloração de Ziehl-Neelsen, usada para a pesquisadeoocistosdecoccídeos intestinais(Cryptosporidiumparvum,IsosporabellieCyclospora cayetanensis), requer amostras frescas e não pode ser realizada em fezes conservadas.

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