Em relação à pseudartrose congênita da tíbia, é correto afirmar
que:
✂️ A) pseudartrose congênita da tíbia é uma condição rara,
intimamente ligada a neurofibromatose do tipo II;
✂️ B) a deformidade diafisária progressiva em valgo da tíbia pode
levar a um varo compensatório significativo do tornozelo;
✂️ C) na pseudartrose congênita da tíbia, o periósteo é descrito
como fino, relativamente avascular, constritivo e não aderido
à tíbia;
✂️ D) a duplicação ipsilateral do hálux em pacientes com
arqueamento ântero-lateral da tíbia é indicativo de uma
forma grave de pseudartrose congênita da tíbia;
✂️ E) após o tratamento e consolidação da fratura patológica, os
pacientes podem apresentar as funções muito limitadas e dor
significativa no membro afetado, mesmo na ausência de
refratura.
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Em relação às fraturas do colo do fêmur, NÃO é correto afirmar
que:
✂️ A) essas fraturas devem ser classificadas como grau 6 do índice
de Singh quando todos os grupos trabeculares proximais do
fêmur estão presentes;
✂️ B) o índice de massa corporal maior que 30.1 está entre os
fatores de risco para fraturas do colo do fêmur;
✂️ C) a ressonância magnética é, provavelmente, a forma adicional
de imagem mais útil na prática moderna nos casos em que o
diagnóstico da fratura do colo é duvidoso;
✂️ D) o risco de luxação do quadril é maior nos pacientes
submetidos a artroplastia total do quadril, devido a fratura do
colo do fêmur, do que em decorrência de osteoartrite coxo
femoral;
✂️ E) a rotação externa da perna, com aumento da tensão na
cápsula anterior e ligamento iliofemoral, é uma das causas de
fratura do colo do fêmur. Esse mecanismo seria responsável
pela cominuição posterior do colo observada em muitas
dessas fraturas.
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Uma paciente de 22 anos, bailarina, sofreu entorse do tornozelo
direito, com impossibilidade de deambular apoiando o membro
lesionado ao solo e com edema perimaleolar de 1+ em 4+.
Atendida na emergência foi diagnosticada, após exames por
imagens, com fratura do tornozelo, segundo a classificação
AO/OTA 44C2.2u.
Dentre as alternativas abaixo, a melhor conduta para essa
paciente é:
✂️ A) tratamento conservador com tala gessada suropodálica e,
após a regressão do edema, colocação de aparelho gessado
suropodálico com o pé supinado e rodado externamente;
✂️ B) redução da fíbula e estabilização com uma placa terço de
cana pré-moldada bloqueada e parafusos, associada a
redução com fixação do maléolo medial, utilizando dois
parafusos canulados;
✂️ C) redução da fíbula e estabilização com uma placa terço de
cana modelada e parafusos, associada a sutura do ligamento
deltoide e redução da articulação tibiofibular distal, com
estabilização da articulação utilizando um parafuso cortical;
✂️ D) redução indireta da fratura da fíbula e estabilização com uma
haste intramedular bloqueada, associada a sutura do
ligamento deltoide e redução da articulação tibiofibular
distal, com estabilização da articulação utilizando um
parafuso cortical;
✂️ E) redução da fíbula e estabilização com uma placa terço de
cana modelada e parafusos, associada a redução e fixação do
maléolo medial com dois parafusos canulados e redução da
articulação tibiofibular distal, com estabilização da
articulação utilizando um parafuso cortical.
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Em relação à fisiologia e organização muscular, é correto afirmar
que:
✂️ A) as fibras do tipo I possuem alta capacidade anaeróbica;
✂️ B) as fibras do tipo IIB são mais resistentes à fadiga do que as
fibras de outros tipos;
✂️ C) as fibras do tipo IIB apresentam tempo de contração mais
lento do que os outros tipos de fibras;
✂️ D) as fibras do tipo I contêm mais mitocôndrias e mais capilares
por fibra do que os outros tipos de fibras;
✂️ E) as fibras do tipo I possuem tempo de contração e
relaxamento mais rápido que os outros tipos de fibras.
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Um paciente de 55 anos, trabalhador rural, diabético, insulina
dependente, sofreu queda de uma cerca ao limpar um estábulo,
apresentando ferida contusa e deformidade na perna esquerda.
Quatro horas após o acidente, deu entrada na emergência do
hospital local, com pressão arterial sistólica de 120 mm de Hg e o
membro inferior esquerdo imobilizado com tala de papelão. Após
exames pertinentes, verificou-se que o paciente apresentava
somente fratura exposta segmentar da tíbia esquerda, sem perda
óssea, ferida com perda de cobertura cutânea sobre o local da
fratura e perda de um compartimento de unidade miotendínea. A
fratura foi classificada pela equipe médica como tipo IIIB de
Gustilo.
Segundo o escore GHOIS (Ganga Hospital Open Injury Score) para
as fraturas expostas, é correto afirmar que:
✂️ A) para esse paciente, o membro fraturado deve ser preservado;
✂️ B) pacientes com pontuação menor que 7 geralmente evoluem
para amputação;
✂️ C) pacientes com pontuação menor que 10 geralmente evoluem
para amputação;
✂️ D) somente com o escore de GHOIS, para esse paciente, não
podemos definir se esse membro fraturado deve ser
preservado ou amputado;
✂️ E) segundo o escore de GHOIS, no momento do primeiro
atendimento, devemos informar ao paciente que a lesão
existente geralmente evolui para amputação.
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A cartilagem articular é dividida em várias camadas (zonas), em
diferentes profundidades.
Em relação a essa cartilagem, é correto afirmar que:
✂️ A) a zona I apresenta baixas concentrações de água e colágeno;
✂️ B) os condrócitos hipertróficos, na zona IV, produzem colágeno
do tipo X e fosfatase alcalina;
✂️ C) a zona IV é caracterizada por fibras de colágeno, alinhadas
perpendicularmente à superfície articular, e possui altas
concentrações de sais de cálcio e proteoglicanos;
✂️ D) a zona II é caracterizada por fibras de colágeno mais espessas
e orientadas paralelamente à superfície articular, condrócitos
arredondados e presença marcante de proteoglicanos;
✂️ E) a zona III é caracterizada por fibras de colágeno orientadas
perpendicularmente à superfície articular e condrócitos
arredondados e arrumados em colunas com baixo teor de
proteoglicanos.
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Uma paciente com 68 anos apresenta um quadro clínico de dor e
sinais flogísticos em nível do primeiro raio da mão esquerda.
Exames por imagens evidenciaram uma lesão mista, mal definida
no primeiro metacarpal, sugestiva de lesão tumoral. A paciente
foi submetida a uma biópsia óssea, que diagnosticou tumor
metastático.
Dos tumores listados abaixo, o que mais frequentemente causa
metástases acral é:
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Em relação ao Código de Ética Médica, é correto afirmar que:
✂️ A) é permitido ao médico responsável, quando outros
profissionais participarem do atendimento médico,
apresentar um valor único dos honorários profissionais para a
equipe;
✂️ B) é permitido ao médico intervir, quando em função de auditor,
assistente técnico ou perito, nos atos profissionais de outro
médico, ou fazer qualquer apreciação em presença do
examinado. Se preferir, deve reservar suas observações para
o relatório;
✂️ C) é permitido ao médico responsável pelo paciente participar
do processo de diagnóstico da morte ou da decisão de
suspender meios artificiais para prolongar a vida do possível
doador, quando pertencente à equipe de transplante;
✂️ D) é vedado ao médico deixar de esclarecer o trabalhador sobre
as condições de trabalho que ponham em risco a sua saúde.
Não é necessário comunicar o fato aos empregadores
responsáveis;
✂️ E) é função do Conselho Federal de Medicina, sempre que
necessário, expedir resoluções que o complementem e
facilitem sua aplicação;
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Em relação ao raquitismo, é correto afirmar que:
✂️ A) a linha fisária encurvada, alargada e a altura axial
invariavelmente encurtada estão entre as suas características
radiográficas;
✂️ B) a zona de proliferação da placa epifisária mostra uma
distorção grosseira, enquanto a zona de maturação é
relativamente normal e a placa fisária está aumentada em
largura;
✂️ C) os ossos longos frequentemente são curtos e deformados,
geralmente com anormalidades em curvatura nas
extremidades inferiores e deformidades em varo dos úmeros
e antebraço;
✂️ D) a coluna é geralmente afetada na criança com raquitismo,
mais caracteristicamente com uma cifose dorsal curta,
podendo apresentar uma escoliose grave de progressão
acentuada;
✂️ E) a linha de Looser ocorre em 40% dos pacientes com
raquitismo de todos os tipos, porém, é mais comum nos
grupos de deficiência de Osteodistrofia renal e raro no grupo
de deficiência de vitamina D acentuada.
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Um paciente de 72 anos deu entrada na emergência
apresentando dores no quadril esquerdo, que se encontrava
encurtado e em rotação externa. A primeira radiografia realizada
evidenciou a fratura 31A2, pela classificação AO.
Para uma melhor avaliação da fratura e um diagnóstico mais
apurado, devem ser solicitadas radiografias nas seguintes
incidências:
✂️ A) alar e obturatriz do quadril esquerdo;
✂️ B) AP do quadril esquerdo em rotação interna de 15 graus e
falso perfil de Lequesne;
✂️ C) AP do quadril esquerdo em rotação externa de 15 graus e
falso perfil de Lequesne;
✂️ D) AP do quadril esquerdo em rotação interna de 15 graus e
perfil cirúrgico de Arcelin;
✂️ E) AP do quadril esquerdo em rotação externa de 15 graus e
perfil cirúrgico de Arcelin.
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Uma paciente 72 anos foi submetida a artroplastia total do joelho
há cerca de 10 anos. Após queda da própria altura, apresentou
fratura periprotética da tíbia. Exames clínicos e por imagens
classificaram essa fratura como IIIA, segundo Felix et al;
clinicamente a classificação foi como ASA 2.
Das condutas abaixo, a mais adequada para essa paciente é:
✂️ A) manutenção do componente tibial, alinhamento da fratura e
aparelho gessado cruromaleolar;
✂️ B) manutenção da prótese e redução aberta da fratura com
estabilização por meio de placa e parafusos;
✂️ C) troca do componente tibial da prótese e redução aberta da
fratura, com estabilização através de placa e parafusos;
✂️ D) troca do componente tibial da prótese, com implantação de
uma prótese de revisão de haste longa para estabilizar a
fratura;
✂️ E) revisão com troca dos componentes tibial e femoral e
colocação de uma prótese de revisão em dobradiça de haste
longa no componente tibial.
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Em relação à tuberculose osteoarticular, é correto afirmar que:
✂️ A) a descalcificação óssea na artrite tuberculosa é restrita à
região epifisária;
✂️ B) o principal diagnóstico da dactilia tuberculosa é o
osteocondroma;
✂️ C) a dactilia tuberculosa ocorre em crianças, geralmente abaixo
dos cinco anos de idade;
✂️ D) a região dorsal alta da coluna vertebral é o local mais
frequente da tuberculose osteoarticular;
✂️ E) o líquido sinovial da tuberculose articular apresenta nível de
açúcar aumentado e uma contagem elevada de leucócitos
com linfócitos em torno de 40%.
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Uma paciente de 23 anos de idade, jogadora de futebol, sofreu
fratura da região proximal dos ossos do antebraço, sendo
submetida a osteossíntese com placa e parafusos. No
pós-operatório, não apresentou alterações de sensibilidade, mas
não conseguia estender as articulações metacarpofalangeanas
dos quatros dedos mediais, com diminuição de força de extensão
da articulação interfalangeana do polegar; além disso, a
dorsiflexão do punho era acompanhada de desvio radial.
A estrutura cuja lesão provavelmente causou esses
comprometimentos é:
✂️ C) nervo radial superficial;
✂️ D) nervo interósseo anterior;
✂️ E) nervo interósseo posterior.
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