Uma paciente de 22 anos, bailarina, sofreu entorse do tornozelo
direito, com impossibilidade de deambular apoiando o membro
lesionado ao solo e com edema perimaleolar de 1+ em 4+.
Atendida na emergência foi diagnosticada, após exames por
imagens, com fratura do tornozelo, segundo a classificação
AO/OTA 44C2.2u.
Dentre as alternativas abaixo, a melhor conduta para essa
paciente é:
Um paciente de 55 anos, trabalhador rural, diabético, insulina
dependente, sofreu queda de uma cerca ao limpar um estábulo,
apresentando ferida contusa e deformidade na perna esquerda.
Quatro horas após o acidente, deu entrada na emergência do
hospital local, com pressão arterial sistólica de 120 mm de Hg e o
membro inferior esquerdo imobilizado com tala de papelão. Após
exames pertinentes, verificou-se que o paciente apresentava
somente fratura exposta segmentar da tíbia esquerda, sem perda
óssea, ferida com perda de cobertura cutânea sobre o local da
fratura e perda de um compartimento de unidade miotendínea. A
fratura foi classificada pela equipe médica como tipo IIIB de
Gustilo.
Segundo o escore GHOIS (Ganga Hospital Open Injury Score) para
as fraturas expostas, é correto afirmar que:
Uma paciente com 68 anos apresenta um quadro clínico de dor e
sinais flogísticos em nível do primeiro raio da mão esquerda.
Exames por imagens evidenciaram uma lesão mista, mal definida
no primeiro metacarpal, sugestiva de lesão tumoral. A paciente
foi submetida a uma biópsia óssea, que diagnosticou tumor
metastático.
Dos tumores listados abaixo, o que mais frequentemente causa
metástases acral é:
Um paciente de 72 anos deu entrada na emergência
apresentando dores no quadril esquerdo, que se encontrava
encurtado e em rotação externa. A primeira radiografia realizada
evidenciou a fratura 31A2, pela classificação AO.
Para uma melhor avaliação da fratura e um diagnóstico mais
apurado, devem ser solicitadas radiografias nas seguintes
incidências:
Uma paciente 72 anos foi submetida a artroplastia total do joelho
há cerca de 10 anos. Após queda da própria altura, apresentou
fratura periprotética da tíbia. Exames clínicos e por imagens
classificaram essa fratura como IIIA, segundo Felix et al;
clinicamente a classificação foi como ASA 2.
Das condutas abaixo, a mais adequada para essa paciente é:
Uma paciente de 23 anos de idade, jogadora de futebol, sofreu
fratura da região proximal dos ossos do antebraço, sendo
submetida a osteossíntese com placa e parafusos. No
pós-operatório, não apresentou alterações de sensibilidade, mas
não conseguia estender as articulações metacarpofalangeanas
dos quatros dedos mediais, com diminuição de força de extensão
da articulação interfalangeana do polegar; além disso, a
dorsiflexão do punho era acompanhada de desvio radial.
A estrutura cuja lesão provavelmente causou esses
comprometimentos é: