Na investigação de dermatite de contato alérgica por slime, assinale a alternativa que contém substâncias que podem estar envolvidas na reação
Considerando o manejo da anafilaxia na emergência, assinale a alternativa incorreta.
Sobre a anafilaxia a ferroada de himenópteros, analise as afirmativas abaixo.
I. Para investigação, é necessária a realização de testes cutâneos e dosagem sérica de IgE específica, sendo que o prick test costuma ter maior sensibilidade que o teste intradérmico.
II. A imunoterapia para formigas é baseada em extratos contendo o corpo inteiro do inseto.
III. Para determinação da concentração inicial da imunoterapia, deve-se considerar 2 diluições abaixo da última concentração positiva pelo teste intradérmico.
Estão corretas as afirmativas:
Considerando o uso da determinação da Fração Exalada de Óxido Nítrico como um biomarcador da asma na infância, assinale a alternativa correta.
Os erros inatos da imunidade podem ser triados pelo teste do pezinho. Sobre esta triagem neonatal, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de APLV de mecanismo misto.
Leia o seguinte trecho:
“Considerando as reações de hipersensibilidade de Gell e Coombs, a ceratoconjuntivite primaveril e a ceratoconjuntivite atópica, são exemplos de doenças com mecanismos tipos ______”.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Uma menina de 2 anos é trazida à emergência porque sofreu trauma de crânio após queda da cama dos pais (altura de 50 cm), há 30 minutos. Apresentou um episódio de vômito após a queda, mas não teve alteração no nível de consciência. No momento, pontua 15 na escala de coma de Glasgow e está assintomática.
A conduta correta, nesse caso, é:
No posto do salva-vidas, foi corretamente realizada:
Um paciente de 8 anos, com sobrepeso, apresenta pressão arterial (PA) entre o percentil 90 e 95 para sexo, idade e altura. A pressão arterial nunca havia sido aferida. Nega sintomas.
É correto afirmar que:
Em um paciente com glomerulonefrite pós-estreptocócica, um estudo com imunofluorescência, realizado numa biópsia renal, revelou a presença de depósitos lineares de imunoglobulinas e moléculas de C3.
Com relação ao caso descrito, dentre as enfermidades abaixo, aquela que se encaixa na mesma classificação de reação de hipersensibilidade e para qual o exame de imunofluorescência também se mostra um importante recurso diagnóstico é:
Nos últimos tempos, moléculas de superantígenos, presentes em muitos patógenos, vêm sendo cada vez mais associadas a uma série de enfermidades de etiologias até então incertas, tais como síndrome do choque tóxico, síndrome de Kawasaki, psoríase e artrite reumatoide, entre outras.
As moléculas de superantígenos, que representam uma classe de moléculas:
Uma menina de 4 anos foi internada num serviço de pediatria apresentando, além de petéquias e equimoses disseminadas por todo o tegumento, a presença de gengivorragia e sangramento subconjuntival. Os pais informaram que a criança já vinha sendo acompanhada pelo hematologista há algum tempo e que tinha melhorado após um ciclo de corticosteroide, que havia sido interrompido há cerca de dois meses, após a melhora clínica. Um hemograma solicitado na ocasião da internação foi considerado normal, exceto pelo número reduzido de plaquetas (10.000/mm3 ). Na ocasião da internação, a menina encontrava-se em bom estado geral, ativa e reativa, interagindo bem com o examinador, anictérica, acianótica, afebril e com boa perfusão periférica. O abdômen encontrava-se flácido, com peristalse presente, doloroso apenas à palpação profunda do hipocôndrio esquerdo, onde era possível palpar a borda inferior do baço a cerca de 4 centímetros abaixo do rebordo costal esquerdo. Chamado para ver o caso, um imunologista concluiu tratar-se de uma púrpura trombocitopênica autoimune e optou por reiniciar o corticoide, visto que a criança havia respondido bem ao tratamento anterior.
Com base nas reações de hipersensibilidade, a enfermidade que segue o mesmo critério de classificação da doença apresentada pela criança do caso clínico acima é:
Uma mulher, após conviver durante 20 anos com um homem HIV positivo, e com o qual mantinha relações sexuais regulares sem o uso de preservativos, sempre se mostrou soronegativa, apesar da exposição permanente ao vírus.
Das moléculas abaixo, assinale aquela cuja mutação pode explicar a resistência da mulher à infecção pelo HIV:
Uma menina de 4 anos, branca, natural do RJ, foi levada pelos pais a um serviço de pediatria apresentando placas eritematosas, não pruriginosas, de tamanhos variados, espalhadas principalmente pelos membros inferiores. Após 24 horas, as lesões progrediram e a criança passou a apresentar febre aferida de 37,8 °C, quando então foi internada para investigação diagnóstica. Na ocasião da internação, a menor encontrava-se com estado geral regular, discretamente hipocorada (+/4), hidratada, eupneica, acianótica, anictérica, com lesões maculopapulosas eritematosas, petéquias e equimoses disseminadas pelos membros, chegando até as regiões plantares. Apresentava, também, dores, com sinais de flogose, nos punhos e tornozelos, dificultando a movimentação no leito. Os pais informaram que, cerca de dez dias antes do início dos sintomas, a menina havia apresentado um quadro de resfriado, com coriza, tosse e febre baixa, tendo melhorado espontaneamente, sem tratamento. No hospital, a criança foi medicada com analgésicos, e os exames laboratoriais revelaram leucocitose, com discreto desvio para a esquerda, aumentos da proteína C reativa e da LDH, coagulograma dentro dos limites da normalidade e EAS sem alterações. Nos três dias subsequentes à internação, a paciente piorou das dores e do quadro cutâneo, tendo sido iniciado o tratamento com corticosteroide. No sétimo dia da internação, já havia sinais nítidos da melhora clínica, com a criança voltando a deambular, ainda que com alguma dificuldade.
No décimo segundo dia, a criança recebeu alta hospitalar para acompanhamento ambulatorial. HPP: Saudável até a internação, com o calendário de vacinas em dia.
Informações adicionais:
Criança nascida de parto normal, 38 semanas, 2320 g, estatura 47 cm, PC 35 cm, Apgar 9 e 10. Desenvolvimento psicomotor normal.
HGPN: mãe G2P2A0, 6 consultas no pré-natal, nega o uso de medicamentos, fumo ou drogas ilícitas.
H. Familiar: pais não consanguíneos. Mãe com história de hipertensão arterial leve e diabetes gestacional também leve.
A melhor hipótese diagnóstica e o mecanismo fisiopatológico envolvidos no caso clínico acima são, respectivamente: