Numa emergência, dá entrada um paciente de 70 anos que, hoje,
desenvolveu hemiplegia à direita associada a outras
manifestações neurológicas, indicando que a topografia da lesão
isquêmica se situava na região anterior da ponte.
No exame, foram identificadas as seguintes alterações:
Mulher de 15 anos desenvolve, de forma lenta e insidiosa, atrofia
e fraqueza muscular proximal bilateral em membros inferiores e
atrofia e fraqueza bilateral distal em membros superiores
atingindo musculatura das mãos e da loja flexora de antebraços.
Após confirmação pela eletroneuromiografia, é diagnosticada a
seguinte forma de miopatia:
Paciente masculino de 46 anos, previamente hígido, é levado ao
serviço de emergência por familiares com quadro de diplopia há
3 dias. Nas últimas 24 horas, está com dificuldade para
deambular. Ao exame clínico apresenta PA = 120 x 80 mmHg, FC
= 90 bpm, tórax e abdômen inocentes, sem edema em membros
inferiores. Ao exame neurológico está acordado, lúcido e
orientado, com discurso fluente e coerente. Abertura ocular
preservada, com paralisia dos movimentos oculares extrínsecos.
Demais nervos cranianos sem alterações. Força preservada nos 4
membros. Arreflexia profunda e hipotonia nos 4 membros.
Dismetria nos 4 membros.
Nesse cenário clínico, o principal diagnóstico etiológico é:
Homem de 78 anos, em uso de AAS por conta de uma
coronariopatia, tropeça na rua, cai e sofre trauma frontoparietal
à direita com formação de hematoma subgaleal. Na emergência,
faz RX de crânio, que se mostra normal, e é liberado. Após 30
dias, passa a apresentar sonolência e confusão mental, e a andar
com dificuldade. É levado ao hospital, sendo identificado no
exame neurológico Glasgow 13 (abertura ocular = 4, resposta
verbal = 4, resposta motora = 5), além de hemiparesia à
esquerda. É submetido a TC de crânio, que confirma o
diagnóstico de hematoma subdural crônico.
A imagem tomográfica é descrita como:
Joana, mãe de 4 filhos, recebeu diagnóstico de tuberculose
pulmonar há 7 dias (BAAR positivo no escarro espontâneo), ao
sair da maternidade. Procura a unidade básica de saúde para
avaliação dos menores. Todos estão assintomáticos e têm
radiografias de tórax normais. As idades e os resultados da prova
tuberculínica (PT) estão descritos a seguir.
• Criança A: 8 dias de vida; não realizou PT; não vacinada com
BCG;
• Criança B: 1 ano; PT = 6 mm; vacinada com BCG ao nascer;
• Criança C: 3 anos; PT = 0 mm; vacinada com BCG ao nascer;
• Adolescente D: 12 anos; PT = 5 mm; vacinado com BCG ao
nascer.
A conduta correta para cada caso, nesse momento, é:
Pais e professores de um colégio público receberam a notícia de
que um dos alunos havia sido internado no dia anterior com
meningite meningocócica.
Diante desse quadro, os alunos da sala e os professores foram
corretamente orientados a:
Paciente de 25 anos, sexo feminino, relata que há 6 meses vem
apresentando cansaço, queda das pálpebras e diplopia ao final do
dia, que melhoram ao descansar e dormir. No exame
neurológico, é observada ptose palpebral à direita com queixa de
diplopia após manobras de esgotamento, sem outras alterações.
Diante desse cenário clínico, a investigação complementar inicial
deve incluir:
Lactente de 6 meses é levado a consulta de rotina com o
pediatra, e a mãe relata que ele vem apresentando episódios de
contrações abruptas dos braços e cabeça para frente há 1 mês. O
desenvolvimento está normal até o momento. Um EEG é
solicitado, e o resultado indica um padrão de hipsarritmia.
Considerando-se o quadro clínico desse paciente, a conduta
inicial mais adequada é iniciar:
Duas irmãs, de 15 e 18 anos, são levadas ao neurologista com
suspeita de facomatose. Apresentam, desde a primeira infância,
manchas café com leite no abdômen e face, telangiectasias
oculares, ataxia e movimento coreoatetóticos.
A hipótese diagnóstica é:
Menina de 10 anos vem à consulta neurológica trazida pelos pais
porque, há cerca de 6 meses, o pé “entorta” para dentro, sem
dor, durante a marcha. Inicialmente procuraram um ortopedista,
que afastou problema articular. Como agora também observa
que o pé esquerdo está “entortando”, decidiram procurar um
neurologista. Diante desse quadro, é feita uma prova terapêutica
para a hipótese de uma determinada doença genética
autossômica.
Na doença em questão, o sintoma apresentado é responsivo ao
seguinte medicamento:
Paciente de 65 anos, hipertensa e tabagista, apresenta
subitamente hemiplegia braquiocrural à direita, desvio da
comissura labial para a esquerda, ptose palpebral à esquerda,
midríase paralítica à esquerda e paralisia dos movimentos
oculares (medial, superior e inferior) à esquerda.
O diagnóstico topográfico da lesão é:
Um escolar de 9 anos é levado à emergência com tosse seca,
taquidispneia moderada, tiragens intercostais, acianótico em ar
ambiente e com sibilos difusos à ausculta pulmonar.
Esse paciente deve ser medicado com:
Uma paciente de 8 anos é levada pelos pais a consulta com
neurologista. Observam que, desde que ela adquiriu marcha,
tinha dificuldade principalmente para pular, correr e subir
escadas. Relatam que o quadro tem piorado lentamente, e hoje
ela tem quedas frequentes e deambula com assistência de
terceiros. Negam queixas cognitivas, afirmando que a filha tem
bom desempenho escolar. De história familiar, informam que
duas tias maternas tiveram pé equino na infância, e uma delas fez
alongamento de tendão e tem dificuldade de locomoção. Ao
exame neurológico, apresenta pés cavos, tetraparesia de
predomínio distal, hipoestesia dolorosa em bota de cano curto,
hipopalestesia distal em membros inferiores e marcha escarvante
com apoio unilateral. O teste genético detectou duplicação do
gene PMP22 no cromossomo 17.
Quanto ao diagnóstico, é correto afirmar que se trata: