Paciente grávida, portadora de doença renal crônica e tratada com hemodiálise há 5 anos.

Dentre as medidas terapêuticas que devem ser implementadas, deve-se incluir:

Paciente hipertensa e em uso de losartana há 5 anos. Na consulta médica: assintomática, exame clínico normal e PA = 130 X 80 mmHg. Exames de sangue: creatinina = 0,9 mg/dL, Na+ : 130 mEq/L, K+ : 4,0 mEq/L, Cl- : 101 mmol/L.

Quanto às alterações hidroeletrolíticas encontradas e à conduta médica inicial, é correto afirmar que o paciente:

Um paciente de 62 anos, alcoolista de longa data, em acompanhamento irregular, evoluiu com quadro de cirrose hepática e passou a apresentar quadro de proteinúria de 700 mg na urina de 24 horas e episódios de hematúria microscópica persistente, de padrão glomerular. Não apresentou alteração de função renal ou disnatremia.

O provável diagnóstico é:

Paciente hipertenso e em uso de hidralazina e atenolol há 10 anos. Na consulta apresentava bom estado geral e queixas de dor lombar inespecífica. A tomografia computadorizada mostrava: hidronefrose bilateral, presença de massa retroperitoneal confluente, com atenuação homogênea semelhante ao músculo, que envolve a aorta e veia cava e causa desvio medial dos ureteres, sem adenomegalias.

O diagnóstico provável é:

Uma paciente com diagnóstico clínico e laboratorial de lúpus passa a apresentar quadro de hematúria microscópica e proteinúria (180 mg/24 horas), mas com função renal normal. Ela realiza uma biópsia renal, que evidencia, na microscopia óptica e imunofluorescência, a presença de glomérulos com hipercelularidade mesangial e expansão do mesângio, além da presença de depósitos imunológicos.

A classificação da nefropatia lúpica é:
A biópsia renal percutânea por agulha é amplamente utilizada para diagnóstico das doenças renais, especialmente nas glomerulopatias. Esse procedimento tem contraindicação absoluta tendo como alternativa a obtenção de fragmento de biópsia do tecido renal feita apenas por via transjugular na seguinte situação de:
Dentre os diferentes métodos de depuração extracorpórea disponíveis para tratamento da doença renal crônica, a hemodiafiltração (HDF) pode ser utilizada. Esse método, além de depurar moléculas pequenas, aumenta a remoção de moléculas de tamanho médio e grande, na medida em que:

Um paciente de 62 anos, portador de cirrose Child-Pugh classe C, apresenta elevação de creatinina nos últimos 3 meses, porém mantendo valores abaixo de 0,95 mg%, e refere ter observado redução da diurese (sic).

Esse quadro clínico indica que:

Paciente com diagnóstico de cistos renais há 5 anos. Há 30 dias teve episódio de dor lombar direita e hematúria microscópica. A tomografia computadorizada mostrou: rim direito: presença de cisto de 1,2 cm Bosniak I; rim esquerdo: presença de 2 cistos, sendo um de 1,9 cm Bosniak II e outro de 1,6 cm Bosniak IIF.

Devido ao quadro clínico e ao exame de imagem, deve-se:

Uma paciente de 44 anos, sem comorbidade, chega a Emergência com quadro de náuseas e vômitos, sem relato de redução do volume urinário, febril e com rash cutâneo. Refere também estar em uso de cefalosporina e nimesulida prescrita por ter quadro de faringite (sic). A paciente encontra-se corada, hipoidratada, com sinais vitais normais, porém com elevação de escórias nitrogenadas (ureia 156 mg%, creatinina 3,2 mg%) e hemograma normal, à exceção de eosinofilia e aumento de proteína C reativa. O EAS é inespecífico. A paciente foi transferida para um hospital geral, pois a unidade não possui recursos e conta com poucos exames laboratoriais.

Ainda assim, o médico estabelece como sua hipótese diagnóstica:

Mulher de 55 anos, portadora de DRC estágio 5D, há 30 dias confeccionou fístula arteriovenosa em membro superior esquerdo através de anastomose de veia basílica do antebraço com a artéria ulnar. Após avaliar clinicamente o frêmito e a patência da veia, a existência de fluxo de saída, a capacidade de dilatação venosa com torniquete e a espessura da parede, os seguintes parâmetros do doppler vascular da FAV indicam viabilidade da punção para realização de hemodiálise:
Considerando que a poliúria pode ser causada por diurese de soluto (osmótica) ou diurese de água e que a polidipsia primária ocorre ou por deficiência na secreção de hormônio anti-diurético (AHD-D) ou por resistência tecidual renal ao efeito do hormônio anti-diurético (AHD-R), os testes que estabelecem o diagnóstico diferencial entre deficiência e resistência ao ADH são:

Paciente com síndrome nefrítica-nefrótica e em uso de enalapril e dapaglifosina. A biópsia renal mostrou: nefropatia por IgA MEST = 2, C = 0.

Essa paciente apresenta indicação de iniciar tratamento com:

Paciente com 5 episódios de infecção urinária nos últimos 6 meses. Exames realizados há 9 dias mostravam: cultura de urina: E. coli sensível a ciprofloxacina; RX simples de abdômen: cálculo coraliforme de 4 cm no rim esquerdo. Encontra-se assintomática, no quarto dia de uso de ciprofloxacina.

Considerando o quadro clínico da paciente, a conduta médica mais adequada é:

Paciente de 56 anos, portador de diabetes tipo 2 há 6 anos, com controle adequado da glicemia, PA = 120 X 80 mmHg, IMC= 18,4 Kg/m2 . CKD-EPI = 56,2 mL/min/1,73 m2 , proteinúria = 1.1 g/ 24 horas.

Para contribuir com a proteção cardiorrenal nesse paciente, pode-se associar ao tratamento:

Na internação, o paciente apresentava peso: 70 kg, PA = 110 X 60 mmHg e creatinina sérica: 0,81 mg/dL. Exame realizado após 48 horas mostrava creatinina sérica: 1,22 mg/dL, e a coleta de urina mostrou: 400mL/12 horas. Feito o teste de estresse com furosemida: volume urinário: 160 mL/2 horas.

Quanto à injúria renal aguda (IRA), é correto afirmar que o paciente apresenta:

Paciente com glomerulosclerose segmentar e focal, PA = 120 X 80 mmHg, proteinúria (Pu): 0,9 g/24horas, em tratamento com ciclosporina e dieta hipoproteica. Retornou para consulta e informou que está gravida, na 18ª semana de gestação. Apresentava: PA = 140 X 70 mmHg, Pu: 1,1 g/24 horas e creatinina sérica: 0,9 mg/dL.

Como conduta inicial, deve-se:

No tratamento de pacientes com doença renal crônica em regime ambulatorial, a legislação brasileira permite o uso de um mesmo filtro de hemodiálise, em um mesmo paciente, no máximo, por 20 vezes. Para isso é necessário que seja praticado o reúso com equipamento automatizado e que o volume interno das fibras seja:
Um paciente de 21 anos, sem comorbidade, tem relato pela mãe de dieta inadequada, predominantemente constituída por alimentos industrializados e ultraprocessados. Apresenta, há cerca de 5 meses, quadro de fraqueza muscular leve a moderada. Realizou investigação neurológica, endocrinológica e laboratorial (hemograma, glicemia, dosagens hormonais, dosagem de zinco, escórias nitrogenadas, vitamina B12, sódio e potássio), apresentando apenas dosagem sérica de potássio entre 3 a 3,3 mEq/L, refratária a reposição oral. A hipótese diagnóstica é:

Paciente com gamopatia monoclonal. Exames mostravam: sangue: glicose: 88 mg/dL, ácido úrico: 3,4 mg/dL, Ca++: 9,3 mg/dL, P: 2,1 mg/dL, crioglobulina: 56 µg/mL, Kappa: 36,2 mg/L, lambda: 26,1 mg/L. Urina: proteinúria: 0,9 g/24 horas, Ca++: 230 mg/24 horas, P: 1620 mg/24 horas, ácido úrico: 950 mg/24 horas. ClCr: 79,6 mL/min/1.73m2 , EAS: densidade 1012, pH 5.6, glicose ++/4+, piócitos 2/campo e hemácias 1/campo.

A provável causa das alterações renais é:

Página 1