Um paciente procurou um cirurgião com indicação de operação de Nissen a 360 graus. Antes de realizar a anamnese e ter o diagnóstico do caso clínico, o cirurgião tinha conhecimento de que essa técnica é indicada para:
O estado nutricional do paciente é fundamental para o prognóstico do tratamento cirúrgico. Assim, a reposição de vitaminas faz-se necessária para o bom prognóstico.
As características funcionais de ser antioxidante, proteger contra os danos de radicais livres, atuar na ligação cruzada de colágeno, participar da hidroxilação da lisina e da prolina durante a formação de colágeno, desempenhar funções antibacterianas mediadas pelo sistema imune dos leucócitos e ser importante na replicação de DNA e RNA e na função de linfócitos, são próprias da vitamina:
O screening para câncer de pulmão com tomografia computadorizada de baixa dose é atualmente recomendado para:

Um paciente de 17 anos chega ao pronto-socorro com dor em hipocôndrio esquerdo após queda de bicicleta há cerca de 6 horas. Ao exame, está hipocorado +/4, com PA: 120 x 80 mmHg e FC: 88 bpm. Realiza tomografia computadorizada de abdômen, que mostra presença de pouca a moderada quantidade de líquido em hipocôndrio esquerdo com laceração grau III, em baço, sem extravasamento (blush) de contraste arterial. Apresenta hematócrito de 30% e hemoglobina de 9,5 mg/dL.

A melhor conduta nesse caso é:

Homem de 62 anos, com queixa de dispneia progressiva há 6 meses, com piora significativa nas últimas semanas, deu entrada no serviço de emergência com estridor e saturação de O2 = 96%. Negava história prévia de intubação orotraqueal. Foi submetido a broncoscopia, com achado de lesão bocelada em 1/3 médio da traqueia a 6 cm das pregas vocais, sendo a lesão intransponível ao aparelho. A tomografia mostrou uma lesão localizada no 1/3 médio da traqueia, com cerca de 5 cm de extensão. A biópsia mostrou tratar-se de um carcinoma adenocístico.
Assinale a alternativa correta quanto à melhor conduta em relação a esse paciente.
Um paciente de 43 anos, portador de enfisema pulmonar severo por deficiência de alfa1 antitripsina, estava dependente de O2 há um ano. A espirometria mostra: FEV1 de 440 ml (14%), PaCO2 de 62 mmHg, DLCO de 15% e PAP de 28 mmHg. A cintilografia revelou 58% de perfusão no pulmão esquerdo.
Sobre essa situação, é correto afirmar que:

Uma paciente de 35 anos submeteu-se a ultrassonografia de rotina, que encontrou nódulo em suprarrenal esquerda. Realizou tomografia computadorizada de abdômen com contraste que mostrou nódulo sólido de 5 cm em adrenal esquerda, com densidade de 20 UH e washout de 30%. Dosagem de metanefrinas, teste de supressão de cortisol e aldosterona/atividade plasmática de renina estavam todas normais.

A melhor conduta nesse caso é:

No manejo do paciente candidato a cirurgia torácica, a determinação dos limites funcionais respiratórios para ressecção pulmonar é fundamental. Um paciente de 50 anos tem indicação de ser submetido a uma pneumonectomia direita. Ele é então submetido a avalição respiratória, que atestará a possibilidade de realização do procedimento quando:
Assinale a alternativa que contempla corretamente a probabilidade de metástases cerebrais em pacientes com diagnóstico de neoplasia de pulmão sem nenhuma evidência clínica de comprometimento neurológico, quando no Estádio I, e indicação de ressonância (RNM) do encéfalo.

Um paciente de 60 anos, portador de cirrose hepática por vírus C (Child B), evoluiu com nódulo de 2,5 cm em segmento V do fígado e outro de 2 cm em segmento II, ambos com características radiológicas de hepatocarcinoma. A alfa-fetoproteína sérica estava em 840 ng/mL.

A melhor terapêutica nesse caso é:

Um paciente de 48 anos, portador de nódulo pulmonar de 2,5 cm no lobo superior direito que se revelou tratar-se de adenocarcinoma primário de pulmão, foi submetido a lobectomia superior direita com linfadenectomia mediastinal videoassistida, sem intercorrências. Não havia aderências, as fissuras eram completas entre os lobos médio, superior e inferior e o dreno foi retirado no 2° DPO, quando recebeu alta hospitalar. No dia seguinte, retornou ao hospital apresentando febre e hemoptoico. Estava taquicárdico, hipotenso e com desconforto respiratório progressivo. A radiografia do tórax mostrou o hemitórax direito opaco. A broncoscopia mostrou o brônquio lobar colapsado.
Nesse cenário, a melhor conduta é:
Um homem de 40 anos é atropelado ao atravessar a rua. Rapidamente a ambulância do serviço de emergência chega e a equipe constata que o paciente está lúcido, respondendo às solicitações verbais, com visível deformidade na perna esquerda, que deve corresponder a uma fratura fechada. Apresenta, ainda, dor no membro inferior esquerdo (MIE), dor torácica intensa e dificuldade respiratória. Constatam-se também escoriações importantes no hemitórax esquerdo. No exame físico sumário, o paciente está taquicárdico (PR = 120 bpm) e algo hipertenso (PA = 140 mmHg x 90 mmHg). A ausculta cardíaca não mostra irregularidades e a pulmonar revela diminuição do murmúrio vesicular (MV) no hemitórax esquerdo (HTE), mas sem ruídos adventícios. À palpação do HTE, constatam-se sinais de prováveis fraturas costais e da junção costocondral.
Após imobilização do membro inferior fraturado, há que se pensar que:
Um agricultor de 50 anos que residia em local de difícil acesso, com história prévia de tratamento para tuberculose pulmonar, foi internado com quadro de dor torácica esquerda insidiosa e perda ponderal discreta. Na avaliação radiológica do tórax, foi observada calcificação pleural associada a derrame pleural à esquerda. Foi então indicada e realizada torococentese diagnóstica esquerda, que evidenciou saída de líquido de aspecto leitoso, o qual foi enviado para exame.
Os resultados bioquímicos que sugeriram tratar-se de um psedoquilotórax foram os seguintes:
Jovem de 18 anos, masculino, branco, estudante, não tabagista, iniciou quadro de dor torácica à direita, de caráter intermitente, não relacionada a esforço físico. Evoluiu com dor cervical e turgência jugular à direita, broncoespasmo, dispneia aos grandes esforços, além de sensação de “pressão na cabeça”. Concomitantemente, apresentou episódios febris. Negava tosse, hemoptise ou perda ponderal. Nos exames de imagem (RX simples PA/perfil), demonstrava hipotransparência arredondada em topografia de mediastino anterossuperior com maior projeção à direita e com limites bem definidos. Na TC, foi definida a massa mediastinal heterogênea, lobulada, com área hipodensa central, de 13 X 7,8 X 14,4 cm em íntimo contato com estruturas adjacentes e com linfonodomegalia paratraqueal superior esquerda. Hemograma, TAP/PTT, bioquímica, alfafetoproteína e beta-hCG normais. Foi suubmetido à mediastinoscopia com biopsias da massa e do linfonodo da cadeia 2R, ambas positivas para seminoma. Palpação e US de testículos foram negativas.
A conduta para esse caso deve ser:

Uma menina de cinco anos foi encaminhada ao cirurgião torácico apresentando, do lado direito do tórax, ausência da porção costoesternal do músculo peitoral maior, hipoplasia da mama e do mamilo e aplasia de costelas (5º a 7º).

Após o exame, o diagnóstico foi de síndrome de:

Em relação à cicatrização de feridas, é correto afirmar que:
Um paciente, de 65 anos, tabagista, hipertenso, diabético, internado no CTI em pós-operatório de uma lobectomia superior esquerda por câncer, evoluiu com pneumonia bilateral que requereu ventilação mecânica por tempo prolongado, e no 10° dia foi indicada e realizada a traqueostomia, sob anestesia geral. Os parâmetros ventilatórios eram FiO2 de 50%, PEEP de 15 cm de H2O e SatO2 95% (apresentava dessaturaçao rápida se modificados os parâmetros). Durante o procedimento, foi ventilado com O2 a 100%, que foi descontinuado por curto período no momento da abertura da traqueia em T (com bisturi frio e tesoura) com o balão do tubo orotraqueal (TOT) vazio. Havia, nesse momento, pequeno sangramento no subcutâneo, e, ao mesmo tempo que a abertura da traqueia foi ocluída com gaze para evitar saída de ar ou secreção, o cirurgião solicitou a desconexão do sistema para a rápida hemostasia. Durante a cauterização, houve uma centelha, e uma labareda contínua emanou da ferida proveniente do óstio da traqueostomia. Foi instilado soro fisiológico na ferida, sem sucesso.
Diante desse cenário, com o risco de queimadura grave da via aérea, a atitude imediata deverá ser:
Um homem de 49 anos se apresenta no consultório com queixa de dor no flanco esquerdo e hematúria macroscópica intermitente. Ele relata que os sintomas começaram há cerca de dois meses. Não tem antecedentes pessoais de doenças relevantes, mas é fumante há 30 anos. Quando do exame físico, há dor à palpação do flanco esquerdo com sinal de Giordano positivo, mas sem outras alterações significativas. Os exames laboratoriais mostram hematúria e leve anemia. Uma ultrassonografia abdominal revela uma massa sólida de 8 centímetros no rim esquerdo. A tomografia computadorizada confirma a presença de uma massa renal com características suspeitas de malignidade, sem evidência de metástases. Esse quadro clínico tem como diagnóstico mais provável:

Um paciente de 35 anos foi submetido a apendicectomia videolaparoscópica por diagnóstico de apendicite aguda. Durante o intraoperatório, foi visto tumor de ponta de apêndice, cujo resultado histopatológico foi tumor carcinoide de 1,5 cm com margens livres de doença neoplásica.

A melhor conduta nesse caso é:

Um paciente portador de bócio mergulhante de tireoide, assintomático, acompanhado pelo endocrinologista há cerca de 15 anos, procura o cirurgião para uma segunda opinião relacionada a possível indicação cirúrgica.
Em relação a esse caso, o cirurgião emite, adequadamente, a seguinte opinião:
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