Um homem de 40 anos é atropelado ao atravessar a rua.
Rapidamente a ambulância do serviço de emergência chega e a
equipe constata que o paciente está lúcido, respondendo às
solicitações verbais, com visível deformidade na perna esquerda,
que deve corresponder a uma fratura fechada. Apresenta, ainda,
dor no membro inferior esquerdo (MIE), dor torácica intensa e
dificuldade respiratória. Constatam-se também escoriações
importantes no hemitórax esquerdo. No exame físico sumário, o
paciente está taquicárdico (PR = 120 bpm) e algo hipertenso
(PA = 140 mmHg x 90 mmHg). A ausculta cardíaca não mostra
irregularidades e a pulmonar revela diminuição do murmúrio
vesicular (MV) no hemitórax esquerdo (HTE), mas sem ruídos
adventícios. À palpação do HTE, constatam-se sinais de prováveis
fraturas costais e da junção costocondral.
Após imobilização do membro inferior fraturado, há que se pensar que:
Após imobilização do membro inferior fraturado, há que se pensar que: