Paciente do sexo masculino de 60 anos, etilista e tabagista com
história de disfagia, apresenta esofagograma com achado de
falha de enchimento com cerca de 3 cm de extensão no terço
médio do esôfago. Observou-se ainda, durante o exame,
dificuldade de passagem do contraste nessa região, indicando
estenose da luz esofágica e dilatação proximal.
Essas informações apontam para o provável diagnóstico de:
Uma paciente de 80 anos foi admitida em uma UPA vítima de
queda da própria altura com trauma torácico direito.
Apresentava-se lúcida, eupneica e hemodinamicamente estável.
Relatou história de internação e cirurgia aos 30 anos por
tuberculose pulmonar (toracotomia direita). Trouxe com ela uma
radiografia simples do tórax que mostrava imagem compatível
com um amontoado de “bolas de pingue-pongue” no terço
superior do hemitórax direito colapsando o pulmão.
O radiologista, após avaliar a radiografia, afirmou que ela havia
sido submetida, à época, ao seguinte procedimento cirúrgico:
Um paciente de 20 anos apresenta quadro de tosse e dor torácica
evolutiva há três meses. A TC de tórax revela massa heterogênea
com densidade de partes moles de gordura, calcificações,
hipodensas, císticas, bem delimitada, medindo 11 X 11,9 X 9,8 cm
e ocupando região anterossuperior do mediastino no hemitórax
esquerdo, Beta HCG não detectada, DLH normal e a
alfafetoproteína 234 ng/ml (VR: < 9,0).
A principal hipótese diagnóstica para esse caso é:
Em uma criança de 6 anos do sexo masculino, com queixa de dor
torácica e evidência de uma massa na goteira costovertebral à
esquerda, o diagnóstico provável será:
Durante uma consulta ginecológica em uma paciente
assintomática de 30 anos, foi solicitada uma radiografia do tórax
de rotina, cujo laudo revelou massa de cerca de quatro
centímetros de diâmetro localizada no mediastino posterior.
Nessa situação, o melhor exame para avaliar essa massa e a
hipótese diagnóstica mais provável são, respectivamente:
O transplante pulmonar com doadores vivos é uma realidade, e
sua principal condição é o paciente apresentar um quadro
incompatível com a espera indeterminada por um doador
cadavérico. Existem critérios para seleção de um doador de lobo
pulmonar.
Entre os possíveis doadores, está elegível um(a):
Um paciente de 57 anos, apresentando disfagia e desnutrição,
realizou exame contrastado que evidenciou esôfago dilatado
(5 cm) com afilamento na junção esôfago-gástrica tipo “bico de
pássaro”.
Um paciente, vítima de colisão automobilística, foi admitido na
emergência com trauma torácico fechado severo, observando-se
várias escoriações e equimose na região esternal. Encontrava-se
eupneico e hemodinamicamente estável. Foi submetido a
radiografia do tórax que evidenciou alargamento mediastinal de
cerca de 10 cm.
Esse alargamento pode sugerir:
Os tumores primários do mediastino posterior são geralmente de
origem neurogênica e estão localizados frequentemente no sulco
paravertebral.
Dentre eles, o tumor de Askin acomete crianças mais velhas ou
adolescentes e tem origem no(a):
Embora a patogênese da mediastinite fibrosante ainda não esteja
clara, uma infecção aguda pode evoluir com caseação nos
gânglios linfáticos mediastinais e hilares, progredindo para a
ruptura, espalhando material antigênico necrótico por todo o
mediastino, resultando na fibrose localizada ou difusa.
O agente etiológico mais comum da mediastinite fibrosante é o:
Um homem de 60 anos apresenta-se ao consultório com queixas
de dor abdominal epigástrica persistente há seis meses, perda de
peso não intencional de 10 kg e sensação de plenitude
pós-prandial precoce. Ele também relata episódios de náusea e
vômito, ocasionalmente com sangue. O paciente tem histórico de
tabagismo e consumo regular de álcool, além de uma dieta rica
em alimentos processados e salgados. No exame físico, nota-se
palidez e linfonodos supraclaviculares aumentados. A endoscopia
digestiva alta revela uma lesão ulcerada no antro gástrico, e a
biópsia confirma a presença de adenocarcinoma gástrico.
O fator de risco mais significativo associado ao desenvolvimento
do câncer de estômago no caso desse paciente é:
Um homem de 72 anos chega ao pronto-socorro com quadro de
dor de início súbito em membro inferior direito, associado a
parestesia, palidez e dificuldade de mobilização do membro há
cerca de 3 horas. Ao exame físico, constatam-se frequência
cardíaca de 114 bpm (pulso irregular) e frequência respiratória de
20 irpm. O exame dos membros revela membro inferior direito
sem pulso desde a região femoral e pulso normal no membro
inferior esquerdo.
Um paciente vítima de acidente automobilístico no qual sofreu
trauma fechado do tórax, apresentando múltiplas fraturas
costais, dá entrada no pronto-socorro com dificuldade
respiratória.
Dentre as alterações fisiológicas apresentadas por esse paciente
com tórax instável (flail chest), deve constar:
O sistema de estadiamento TNM para câncer de pulmão é
internacionalmente aceito e usado para caracterizar a extensão
da doença, auxiliar nas decisões de tratamento e servir como um
indicador de prognóstico, que pode ser facilmente comunicado
na comunidade científica. Nessa linguagem, são adicionados
prefixos ou sufixos aos descritores.
Sobre o tema, é correto afirmar que:
Um recém-nascido portador de malformação pulmonar é
encaminhado para avaliação cirúrgica. A mãe traz as US
morfológicas do pré-natal e a TC com contraste posterior
confirmando o diagnóstico de cimitarra.
A conduta mais adequada deve ser:
Em pacientes portadores de neoplasia pulmonar confirmada
previamente e com TC de tórax evidenciando presença de
linfonodomegalia na cadeia N2 (paratraqueal homolateral), é
necessário um exame fundamental para se avaliar o
estadiamento e o melhor tratamento.
Dentre os citados abaixo, o exame indicado para se estabelecer
esse diagnóstico e respectivo estadiamento é:
Paciente feminina de 83 anos, conduzida pelo resgate em
prancha e colar cervical ao setor de emergência do HU com relato
de queda da própria altura ocorrida há cerca de 40 minutos,
apresentava dor torácica de forte intensidade, VA pérvia e
dificuldade para falar pela dor. A ausculta, identificou MV
diminuído nas bases, sem ruídos aéreos, RCR, BNF, boa perfusão,
FC 77 bpm, respiração levemente superficial FR 25 inc/min, SPO2
94%, pulsos simétricos, PA 190 / 105 mmHg, sem lesões visíveis
na cabeça, sem déficit motor, GCS 15, (estando consciente e
orientada). HPP: HAS, DM2, DLP em uso de AAS, antihipertensivo e atorvastatina; nega alergias; prótese bilateral de
joelho e histórico de DAC com revascularização do miocárdio. A
tomografia computadorizada evidenciou fratura desalinhada de 3
arcos costais com 1 arco costal insinuando para dentro do tórax e
pequeno hemotórax esquerdo. Evoluiu com dor incontrolável
requerendo morfina constante (12 mg/24 h), sonolência, agitação
e confusão. Foi realizada a avaliação cardiológica com ECO (boa
fração de ejeção), US de carótidas (69% obstrução da carótida
direita) e cintilografia miocárdica (sem isquemia). Sua creatinina
estava em 2,75 e ureia em 106. Apresentou melhora temporária
desses parâmetros com as medidas clínicas. Na tomografia houve
piora do desalinhamento das fraturas com aumento do
hemotórax. Este foi drenado, e o dreno foi retirado, após 03 dias.
Voltou a apresentar piora respiratória com catéter contínuo de
O2 e VNI intermitente e melhora da função renal, manteve,
entretanto, quadro álgico intenso e rebaixamento do nível de
consciência, sendo submetida a IOT.
Nesse quadro evolutivo, a alternativa mais eficaz é:
Uma paciente de 25 anos, encaminhada para avaliação pela
cirurgia torácica, apresenta volumoso derrame pleural esquerdo
e alargamento do mediastino. Ao exame, há a presença de
linfonodomegalias supraclaviculares bilaterais que revelam
doença de Hodgkin. Na biópsia, a citologia do líquido pleural
coletado na toracocentese foi positiva para malignidade,
compatível com linfoma.
No contexto desse caso, é correto afirmar que:
Homem de 71 anos com enfisema pulmonar avançado, dispneico
aos mínimos esforços, FEV1 650 ml (28%), PaCO2 44 mmHg, foi
encaminhado ao serviço médico para avaliar a indicação de
cirurgia redutora do volume pulmonar.
No que se refere aos aspectos radiológicos, esse paciente poderá
ser o melhor candidato para eventual indicação desse tipo de
cirurgia se apresentar:
A imaginologia é fundamental para se estabelecer o diagnóstico
hipotético de tumores e cistos do mediastino.
Avaliando-se tomografias computadorizadas de pacientes com
essa patologia, pode-se afirmar que a localização de maior
percentagem dos tumores e cistos primários do mediastino
anterossuperior, médio e posterior está, respectivamente,
representada por: