Paciente de 25 anos, proveniente de Pernambuco, procura o
gastroenterologista devido a hemorragia digestiva alta (HDA). Na
EDA, verifica-se a presença de varizes de esôfago de médio e
grosso calibres; no exame físico, constata-se a presença de
esplenomegalia e plaquetopenia.
No caso de diagnóstico de hipertensão porta por
esquistossomose mansônica, está será classificada como:
Jovem de 17 anos procura a unidade básica de saúde por causa
de icterícia, colúria e fadiga. Apresenta transaminases superiores
a 2000, bilirrubina total de 10 mg/dl e história epidemiológica de
contato sexual não protegido recente, embora em uso de PREP
com o emprego de lamivudina e emtricitabine.
O tipo de hepatite de que se suspeita e seu período de incubação
são, respectivamente:
Sabe-se que a inflamação é uma resposta protetora para que
possamos nos livrar de agentes lesivos, remover células
necrosadas e reparar tecidos lesados.
A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) está
associada a um conjunto de sinais e sintomas resultantes de um
complexo mecanismo de defesa imunológico, endócrino e
metabólico, que é desencadeado primariamente:
Uma paciente de 52 anos queixa-se de plenitude pós-prandial e
inapetência associadas a epigastralgia há 3 meses, refratária ao
uso de inibidores de bomba de prótons. Na endoscopia, observa-se uma lesão em fundo gástrico de aproximadamente 6 cm, sem
expressão mucosa. A tomografia demostra que a lesão é exofítica
e confinada à parede gástrica, sem invasão de órgãos adjacentes.
Com base na principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que:
Paciente com histórico de hemotransfusão no passado procura a
unidade básica de saúde e realiza teste rápido para HBV e HCV,
sendo o anti-HCV reativo. Encaminhado para serviço
especializado em hepatologia, realiza pesquisa de carga viral para
o HCV-RNA e genotipagem, com títulos elevados superiores a
1.000.000 UI/ml e genótipo 1. O estadiamento da doença
confirma a presença de fibrose avançada com grau 3 (fibrose F3).
No tratamento atual da hepatite crônica pelo vírus C da hepatite,
recomenda-se:
Pacientes submetidos a cirurgia de bypass gástrico com Y de Roux
apresentam deficiências precoces e tardias de macro e
micronutrientes.
A afirmativa que explica corretamente as deficiências pós-cirurgias de bypass gástrico com Y de Roux é:
Uma paciente de 67 anos é diagnosticada com hérnia femoral em
região inguinal esquerda durante ultrassonografia ginecológica.
A paciente nega sintomas limitantes e nunca notou nenhum
abaulamento no local. Ela tem um bom estado geral e trata
apenas uma hipertensão leve.
Dado esse quadro clínico, deve-se:
Homem com DPOC por tabagismo, 57 anos, desenvolve
pneumonia comunitária que evolui para insuficiência respiratória
e necessidade de intubação e ventilação mecânica. Conversando
com a família, o médico consegue calcular o Nutritional Risk Score
(NRS) do paciente, que é de 5. Paciente está estável
hemodinamicamente no CTI, com noradrenalina em dose baixa,
diurese presente e acoplado ao ventilador.
O diagnóstico nutricional e o plano terapêutico inicial para esse
paciente são, respectivamente:
Um paciente de 40 anos queixa-se de uma sede persistente que
se iniciou há 3 semanas. Ele tem ingerido muita água e tem ido ao
banheiro aproximadamente 6 vezes por noite. Perdeu cerca de
3 kg nas últimas semanas e iniciou um tratamento com lítio por
doença bipolar. Encontra-se hemodinamicamente estável. Seus
exames de laboratório indicam:
• sódio sérico: 149 mEq/L
• osmolaridade urinária: 120mOsm/kg
O diagnóstico mais provável para esse paciente é:
O estado nutricional do paciente é fundamental para o
prognóstico do tratamento cirúrgico. Assim, a reposição de
vitaminas faz-se necessária para o bom prognóstico.
As características funcionais de ser antioxidante, proteger contra
os danos de radicais livres, atuar na ligação cruzada de colágeno,
participar da hidroxilação da lisina e da prolina durante a
formação de colágeno, desempenhar funções antibacterianas
mediadas pelo sistema imune dos leucócitos e ser importante na
replicação de DNA e RNA e na função de linfócitos, são próprias
da vitamina:
Um paciente submetido a esofagectomia Ivor Lewis apresenta
febre após 36 horas da cirurgia. Considerando que o paciente foi
extubado e seus catéteres foram instalados no momento da
operação, tem-se como causa mais provável da febre:
Um paciente de 68 anos, com história de etilismo e tabagismo
prévios, se apresenta com disfagia progressiva para sólidos e
perda ponderal de 5 kg nos últimos 30 dias. Tem história prévia
de refluxo e uso crônico de inibidor de bomba de prótons há
12 anos. Na endoscopia, observou-se epitélio alaranjado que
media 5 cm circunferencialmente e linguetas de 7 cm. Presença
de hérnia de hiato por deslizamento de aproximadamente 3 cm e
uma lesão parcialmente estenosante, polipoide ulcerada, que se
estende proximal à junção esôfagogástrica (JEG) de 1 cm a 4 cm,
sem impedir a progressão do aparelho. A biópsia mostra
adenocarcinoma moderadamente diferenciado em epitélio
colunar com células caliciformes.
Após o estadiamento da lesão cT3cN0, a cirurgia de escolha é:
Paciente jovem soropositivo para os vírus HBV (HBsAg reativo,
HBeAg) e HIV apresenta manifestações extra-hepáticas do vírus
da hepatite B.
NÃO é considerada manifestação extra-hepática do HBV a
seguinte condição:
Uma paciente, de 69 anos foi internada por desorientação e
sonolência iniciados 5 dias antes da internação. O quadro foi
precedido por anorexia, náusea, aumento da diurese e
constipação 2 meses antes. Encontrava-se com mucosas secas,
porém estável hemodinamicamente. O exame laboratorial não
revelou indícios de infecção. No entanto, havia elevação discreta
de escórias nitrogenadas e hipercalcemia corrigida de 17 mg/dl
(normal: 8 a 10 mg/dl).
No que se refere às manifestações clínicas e ao tratamento do
caso acima, é correto afirmar que:
A nutrição parenteral em pacientes cirúrgicos pode ser feita, no
que tange ao acesso venoso, tanto por via central quanto por via
periférica. Há algumas diferenças e necessidades importantes
para a escolha de uma ou outra via.
Em relação à escolha do acesso para nutrição parenteral em
pacientes cirúrgicos, é correto afirmar que:
Pacientes cirúrgicos, no pré-operatório, por vezes necessitam de
nutrição parenteral para preparo nutricional, principalmente
quando se trata de desnutridos graves.
Têm indicação de início de nutrição parenteral (exclusiva ou não)
no pré-operatório os pacientes: