Uma gestante com 35 semanas chega à emergência com cefaleia
e pressão arterial de 180 x 120 mmHg. É prontamente internada
e hidralazina é administrada por via venosa. Após 30 minutos, a
paciente continua com a pressão aumentada. São solicitados
exames laboratoriais cujos resultados evidenciam:
• plaquetas: 60.000/mm3
• creatinina: 1,5 mg/dl
• TGO: 120U/L e TGP: 110U/L
• relação proteína/creatinina: 0,2
Nesse quadro, o diagnóstico mais provável e uma das condutas
iniciais são, respectivamente:
Uma tercípara de 30 anos, com dois partos normais anteriores,
em período expulsivo prolongado, apresenta, ao exame
obstétrico, colo 100% apagado, dilatação total, apresentação
cefálica, plano +2 de De Lee, bolsa rota há 1 hora e cabeça
profundamente encravada em transversa e BCF de 130 bpm,
regular.
Diante disso, para encurtar o período expulsivo, o obstetra de
plantão utilizou-se corretamente de fórceps de:
Uma mulher de 38 anos, nuligesta, sem parceiro, com desejo de
constituir prole, obesa, portadora de resistência insulínica,
queixa-se de aumento do volume menstrual nos últimos 6 meses.
Ao realizar uma ultrassonografia transvaginal no meio da fase
folicular, observou-se eco endometrial de 20 mm. Realizada uma
histeroscopia, observou-se uma hipertrofia endometrial difusa. A
biópsia dirigida durante a histeroscopia apresentou o laudo de
hiperplasia complexa com atipias.
Considerando todas as informações acima, a opção mais
adequada de tratamento, num primeiro momento, é:
Uma mulher de 36 anos refere sempre ter apresentado ciclos
menstruais de 28 dias. Queixa-se de quadro de amenorreia há
9 meses associado a fogachos noturnos intensos que iniciaram há
12 meses. Ao realizar a sua avaliação clínica com seu
ginecologista, foram solicitadas a dosagem de FSH, do hormônio
antimulleriano (AMH) e a contagem de folículos antrais (CFA).
Considerando o caso clínico acima, os exames devem apresentar,
respectivamente:
Uma paciente com 15 semanas de gestação realiza exames
laboratoriais que evidenciam glicemia de jejum de 96 mg/dl. O
médico do pré-natal solicita uma nova dosagem, cujo resultado é
95 mg/dl.
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é:
Uma gestante de 39 anos, gesta 4 para 2 (2 partos normais) e
aborto 1 (provocado há 2 anos), encontra-se com 6 semanas e 4
dias de idade gestacional, e quadro clínico/ultrassonográfico
compatível com abortamento evitável.
No que se refere à evolução de aborto evitável para inevitável, é
correto afirmar que:
Uma mulher de 27 anos apresenta quadro clínico de ciclos
menstruais irregulares, chegando a ficar mais de 90 dias sem
menstruar, associado a queixas de acne e queda de cabelos de
longa data. Ao exame, apresenta peso de 90,1 kg, 158 cm de
altura e avaliação pela escala de Ferriman-Gallwey de 12 pontos.
Os exames complementares registraram ultrassonografia
transvaginal evidenciando ovário direito com volume 13 mL e
presença de 21 folículos antrais inferiores a 10 mm e ovário
esquerdo com volume 11 mL e presença de 29 folículos antrais
inferiores a 10 mm, dosagem de FSH 5,6 UI/L, LH 12,2UI/L. TSH
2,4 mUI/L, prolactina 18,0 ng/mL, cortisol salivar noturno < 0,2
mcg/mL, SDHEA 205,0 mcg/dL e 17-OH-progesterona 28,0 ng/dL.
Considerando as informações acima, o diagnóstico mais provável é:
Paciente com 37 semanas de gestação procura atendimento após
ter percebido perda de líquido por via vaginal. É confirmado o
diagnóstico de rotura prematura de membranas.
Essa confirmação se deu pelo seguinte achado:
Uma puérpera de 29 anos, gesta 3 para 2 e aborto 1, chega à
emergência da maternidade e, durante a anamnese e exame
físico, o obstetra de plantão suspeita de morbidade febril
puerperal ou febre puerperal.
Sua suspeita foi baseada no fato de estarem presentes no exame
os seguintes critérios em relação à temperatura axilar, horas ou
dias de duração da febre e dia do puerpério:
Uma gestante realiza ultrassonografia com 18 semanas e é
evidenciada adramnia. O feto está vivo, com bexiga muito
distendida.
A causa mais provável da adramnia nesse caso é:
Paciente com gestação gemelar monocoriônica realiza
ultrassonografia com 22 semanas e identifica o primeiro feto com
polidramnia e o feto dois com oligodramnia. Ambas as bexigas
são visualizadas e o doppler das artérias umbilicais e cerebrais
médias, além do ducto venoso, estão normais. O colo uterino
mede 3,5 cm.
Diante desses achados, a melhor conduta é:
Uma paciente de 18 anos busca consulta ginecológica, pois nunca
menstruou. No exame físico, observa-se baixa estatura, pescoço
alado, cúbito valgo e presença de sinais de puberdade. Após
avaliação do quadro de amenorreia primária, foi realizada uma
análise genética, que evidenciou mosaicismo cromossômico
45,X/46,XX. Foi realizado, então, aconselhamento da paciente,
que pergunta ansiosamente sobre seu futuro reprodutivo.
Faz parte dessa consulta orientar que:
Uma paciente de 45, gesta 2 para 2 (partos vaginais), relata ao(à)
ginecologista que não faz uso de método contraceptivo, pois o
marido fez vasectomia. Tem dislipidemia e hipertensão arterial,
ambas bem controladas com medicação e estilo de vida. A última
colpocitologia oncótica foi realizada há 8 meses, com resultado
normal. Refere que há 6 meses notou aumento do fluxo
menstrual, sangramento intermenstrual e após relação sexual.
A avaliação inicial e hipótese principal devem ser,
respectivamente:
Uma secundigesta de 25 anos encontra-se na fase ativa do
trabalho de parto, mas não deseja analgesia. Sua opção é por um
método não farmacológico para alívio da dor.
Dentre os métodos disponíveis, aquele que apresenta maior
eficácia, pois, além de aumentar a liberação de endorfinas e a
diminuição das catecolaminas, diminui a ansiedade da gestante, é:
Uma paciente de 11 anos comparece à primeira consulta
ginecológica com sua mãe em busca de informações sobre a
vacina contra HPV.
Nesse atendimento inicial, deve ser informado que: