De acordo com o pesquisador Roberts (1992), existem seis categorias para analisar o processo de interpretação. Dentre essas é possível identificar a “[...] habilidade em usar diferentes modos de interpretação, habilidade para escolher o modo de proteção diante das situações, habilidade para retransmitir a interpretação, quando necessário, habilidade para encontrar o item lexical e a terminologia adequada avaliando e usando-os com bom senso, habilidade para registrar itens lexicais e terminologias para uso no futuro” (Quadros, 2004, p. 74). Essa habilidade nos remete à
O Código de Ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência justifica-se a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação. O intérprete está para intermediar um processo interativo que envolve determinadas intenções conversacionais e discursivas. Em sua atuação, o tradutor e intérprete de Libras/Língua Portuguesa, de acordo com o Código de Ética, deve
Entre os diversos espaços nos quais o tradutor, intérprete e guia-intérprete de Libras e Língua Portuguesa podem atuar, merecem destaque o campo audiovisual. A Norma Brasileira (NBR) 15.2901, aprovada e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), apresenta orientações sobre a atuação do tradutor e do intérprete de Libras e o uso do recurso denominado “Janela de Libras”. Entre essas orientações, podem-se destacar: "[...] a vestimenta, a pele e o cabelo do intérprete devem ser contrastantes entre si e entre o fundo. Devem ser evitados fundo e vestimenta em tons próximos ao tom da pele do intérprete." (ABNT, 2005, p. 9). Essa orientação correspondente à etapa avançada
Essa orientação correspondente à etapa avançada