Considerando que é fundamental que sejam seguidas as
orientações do Ministério da Saúde e da Anvisa na operacionalização do fornecimento de plasma para a produção de
hemoderivados, analise as afirmativas a seguir.
I. O envio de bolsas de hemocomponentes, para finalidades
não terapêuticas, como matéria-prima para a utilização em
pesquisa, produção de reagentes, ou painéis de controle de
qualidade deve ser informado à autoridade de vigilância
sanitária competente, pelo serviço de hemoterapia.
II. Não é permitida aos serviços de hemoterapia, públicos
ou privados, a disponibilização de plasma para indústria
de hemoderivados, nacional ou internacional, sem a
autorização por escrito do Ministério da Saúde.
III. A indústria produtora de plasma e hemoderivados deve
apresentar, semestralmente, o relatório de produção de
hemoderivados, para ciência e acompanhamento das
atividades desenvolvidas no âmbito do Sistema Nacional
de Sangue, Componentes e Derivados (SINASAN).
Considerando as informações da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa), na Resolução RDC nº 46/2000, “o
preparado bruto, contendo Fator VIII, obtido de unidades de
plasma provenientes de unidades de sangue total e/ou de
unidades de plasmaférese, através de processo envolvendo
congelamento, descongelamento e centrifugação a frio”, é
chamado de:
A Resolução – RDC nº 301/2019, que dispõe sobre as Diretrizes Gerais de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos, do Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica, estabeleceu diversas definições e instruções
normativas. O processo de comparação, considerando a
variação normal entre a quantidade teórica e real de
produto ou materiais produzidos ou utilizados se refere a:
Considerando a biossegurança no ambiente de trabalho, é
essencial conhecer algumas definições e normas, visando à
proteção da equipe de saúde. O processo físico ou químico,
que elimina as formas vegetativas de micro-organismos,
EXCETO os esporulados, denomina-se:
O conjunto de embalagens e material refrigerante deve estar
adequado às necessidades de controle de temperatura para
conservação do material biológico. Qual o intervalo ideal de
temperatura para o transporte de concentrados de plaquetas?
“A Doença Enxerto Contra Hospedeiro Transfusional (DECHT) é
uma síndrome rara e, geralmente, fatal. É caracterizada por
febre, eritema cutâneo, náuseas, vômitos, diarreia, hepatite e
pancitopenia. Pode ocorrer em pacientes com imunossupressão severa e em imunocompetentes após a transfusão de
hemocomponente celular de doador homozigoto para proteínas HLA às quais o receptor é heterozigoto. A melhor forma de
abordagem da DECHT é a sua prevenção.”
(Revista da Associação Médica Brasileira. 1999. V. 45 nº 3. Adaptado.)
Dos processos relacionados, qual é realizado visando,
principalmente, à prevenção desta doença?
A informação contextualiza a questão. Leia-a atentamente.
“A Organização Mundial de Saúde (OMS) define como resíduos sólidos dos serviços de saúde (RSS) todos os restos gerados em estabelecimentos de saúde, centros de pesquisa e laboratórios. Os RSS apresentam um perfil diversificado e heterogêneo de resíduos, o que demanda uma classificação eficiente para evitar o manuseio inadequado, priorizando a segurança. São classificados em função de suas características e consequentes riscos que podem acarretar ao meio ambiente e à saúde.”
De acordo com as orientações da Anvisa, os materiais perfuro-cortantes ou escarificantes, como agulhas ou lancetas, são
classificados como grupo:
O monitoramento de eventos adversos deve ser realizado
por um profissional responsável pela biovigilância, que
deverá identificar, registrar, analisar, notificar e investigar
eventos contrários ocorridos em todo o ciclo de produção
dos hemocomponentes. Diante do exposto, analise as
afirmativas a seguir.
I. Os eventos adversos graves e os óbitos atribuídos a
eventos contrários relacionados à biovigilância são de
notificação imediata, a ser realizada dentro de vinte e
quatro horas, a partir da ocorrência.
II. A notificação imediata exime o profissional responsável
pela biovigilância de proceder a notificação do evento
adverso por meio de instrumento determinado pela Anvisa.
III. Para os eventos adversos moderados e leves, a notificação deverá ser realizada até o 15º dia útil do mês
subsequente à identificação do evento.
De acordo com as orientações do Sistema Nacional de
Biovigilância, sob responsabilidade da Anvisa e do Ministério da Saúde, está correto o que se afirma apenas em