A indefinição foi superada quando, entre 5 e 17 de agosto de 1942, cinco navios mercantes brasileiros foram
afundados por submarinos alemães. Sob pressão de
grandes manifestações populares, o Brasil entrou na
guerra ainda naquele mês. O alinhamento brasileiro ao
lado da frente antifascista se completou com o envio de
uma força expedicionária – a FEB – para lutar na Europa, a partir de 30 de junho de 1944.
(Boris Fausto. História do Brasil)
Segundo Boris Fausto, acerca da participação do Brasil
na Segunda Guerra Mundial, é correto afirmar que
Mas o que podia fazer o novo líder soviético para mudar
a situação na URSS, além de pôr fim, o mais cedo possível, ao confronto da Segunda Guerra Fria com os EUA,
que estava dessangrando a economia? Esse, claro, era o
objetivo imediato desse líder, e foi o seu maior êxito, pois,
num período surpreendentemente curto, ele convenceu
mesmo governos ocidentais céticos de que essa era de
fato a intenção soviética. Se algum homem sozinho pôs
fim a uns quarenta anos de guerra fria global, foi ele.
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos:
o breve século XX. 1914-1991. Adaptado)
Diversos grupos de muçulmanos locais reunidos por um
discurso nacionalista comum, em 1947, formaram um
grupo revolucionário que contava com homens de escolaridade formal limitada, mas com experiência militar no
exército francês. Eles aderiram à Organização Secreta,
iniciando uma coleta de armas e dinheiro. Em 1954, contando também com membros das elites culturais e políticas, foi formada a Frente de Libertação Nacional (FLN),
que iniciou a guerra de guerrilhas.
O movimento cresceu também como reação à repressão
militar do governo francês, tornando-se um movimento
nacional que contava com a simpatia da opinião pública
de todo o mundo.
(Leila L. Hernandez. A África na sala de aula:
visita à História Contemporânea. Adaptado)