Fonte: KANT, I. Crítica da Faculdade do Juízo.
Tradução de Valério Rohden e Antônio Marques.
Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1993. p. 64.
Com base na concepção kantiana do belo e do juízo
estético, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em
cada afirmativa a seguir.
( ) O juízo estético tem como base sentimentos
subjetivos, mas busca uma validade universal.
( ) A experiência do belo está fundamentada em
conceitos objetivos, o que assegura a universalidade da experiência. ( ) A apreciação do belo depende de uma harmonia entre a imaginação e o entendimento, sem
que um conceito definido determine o juízo.
Uma importante tradição de compreensão da ética sustenta que a função principal da teoria moral filosófica é distinguir entre ações obrigatórias
(deveres ou obrigações), ações proibidas (proibições) e ações indiferentes. No entanto, nem
todas as teorias éticas se alinham a essa visão.
Qual das teorias a seguir discorda dessa função
da teoria ética?
Acerca do conhecimento humano, Platão afirmou
no diálogo Teeteto:
“Disse essa pessoa que conhecimento é opinião
verdadeira acompanhada de explicação racional, e
que sem esta deixava de ser conhecimento”.
Fonte: PLATÃO. Teeteto. Tradução de Carlos Alberto Nunes.
Belém: Universidade Federal do Pará, 1968. p. 201c.
Com base na passagem citada, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.
( ) O conhecimento exige que a crença seja verdadeira, mas a justificativa é dispensável, desde
que haja convicção.
( ) O conceito de opinião verdadeira, sem justificativa, não é suficiente para caracterizar o
conhecimento da realidade empírica na perspectiva de Platão.
( ) A explicação racional desempenha um papel
fundamental na distinção entre conhecimento
e opinião no pensamento platônico.
Em diferentes momentos da história, surgiram explicações para o funcionamento da sociedade e do
Estado. Durante a Idade Moderna, é possível localizar a produção de literatura específica sobre o
assunto, a qual se identifica como política clássica,
ou seja, o conjunto de ideias que serviu de base
para as que utilizamos hoje.
Sobre modelos de Estado e da política na Idade
Moderna, considere as afirmativas a seguir.
I → A obra de Nicolau Maquiavel aponta para um
Estado definido tanto pela defesa da própria existência quanto pelo atendimento das expectativas
dos cidadãos, apresentando diálogo com modelo
romano antigo.
II → Jean Bodin contribuiu à Política ao enunciar
as ideias de soberania e de razão de Estado, promovendo a separação entre a esfera da política e a
esfera da religião.
III → As propostas de Thomas Hobbes em “O Leviatã” partem de uma interpretação pessimista sobre o ser humano, marcadamente egoísta, mas demonstram um pensamento inovador ao alicerçar a
origem do poder do Estado no consenso da população em ser governada. IV → O iluminista Jean-Jacques Rousseau aprimourou a ideia de contrato social ao propor um governo republicano parlamentar composto por pessoas com alto grau de estudo e de especialização,
o que representava o triunfo das luzes sobre a ignorância no campo da política.
Os governos controlam e restringem o comportamento dos cidadãos de várias formas. O que legitima, segundo os filósofos contratualistas modernos, a existência do poder coercitivo do Estado?