Hoje, a maioria das crianças está vivendo sua infância nas
instituições de educação infantil. São estes os espaços
onde elas podem conviver com outras crianças, com
pessoas mais velhas, com objetos socioculturais que lhes
são ofertados para que sejam inseridos na sociedade
atual. Neste contexto, a brincadeira se transforma em
conteúdo de ensino. A brincadeira é uma atividade
simultaneamente de ensino e de aprendizagem e é
Brincadeira é uma linguagem infantil, é uma imitação transformada, no plano das emoções e idéias, de uma realidade anteriormente vivenciada.
Deve-se incentivar e organizar a base estrutural da brincadeira na instituição infantil.
Cabe ao auxiliar e ao professor, nessa intervenção intencional,
Deve-se incentivar e organizar a base estrutural da brincadeira na instituição infantil.
Cabe ao auxiliar e ao professor, nessa intervenção intencional,
Assinale a alternativa correta em relação à afirmação “Pessoas são pessoas através de pessoas” dita por R. Rossetti-Ferreira.
De acordo com a LDB (n.º 9394/96), a educação tem
como objetivo fundamental desenvolver:
Brincando de “Faz-de-conta” com crianças de 0-3 anos, a
professora e o auxiliar organizam um jogo de esconder e
aparecer.
O desenvolvimento desse conteúdo auxilia a criança a
Uma nova pedagogia de Educação Infantil voltada para
crianças de 0-6 anos, segundo a legislação educacional
brasileira, pós-1988, caracteriza-se por ser
Define-se como material–didático:
Pode-se considerar como objetivos gerais de um
planejamento de Educação Infantil; como sendo um
princípio orientador:
No livro “Os fazeres na Educação Infantil” de M.C. Rosseti-Ferreira, ao analisar a creche Carochinha em Ribeirão Preto, como são vistos os educadores?
Atenção: As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto que segue.
O cipreste inclina-se em fina reverência
e as margaridas estremecem, sobressaltadas.
A grande amendoeira consente que balancem
suas largas folhas transparentes ao sol.
Misturam-se uns aos outros, rápidos e frágeis,
os longos fios da relva, lustrosos, lisos fios verdes.
Frondes rendadas de acácias palpitam inquietamente
com o mesmo tremor das samambaias
debruçadas nos vasos.
Fremem os bambus sem sossego,
num insistente ritmo breve.
O vento é o mesmo:
mas sua resposta é diferente em cada folha.
Somente a árvore seca fica imóvel,
entre borboletas e pássaros.
Como a escada e as colunas de pedra,
ela pertence agora a outro reino.
Seu movimento secou também, num desenho inerte.
Jaz perfeita, em sua escultura de cinza densa.
O vento que percorre o jardim
pode subir e descer por seus galhos inúmeros:
ela não responderá mais nada,
hirta e surda, naquele verde mundo sussurrante.
(Cecília Meireles. O Vento)
O cipreste inclina-se em fina reverência
e as margaridas estremecem, sobressaltadas.
A grande amendoeira consente que balancem
suas largas folhas transparentes ao sol.
Misturam-se uns aos outros, rápidos e frágeis,
os longos fios da relva, lustrosos, lisos fios verdes.
Frondes rendadas de acácias palpitam inquietamente
com o mesmo tremor das samambaias
debruçadas nos vasos.
Fremem os bambus sem sossego,
num insistente ritmo breve.
O vento é o mesmo:
mas sua resposta é diferente em cada folha.
Somente a árvore seca fica imóvel,
entre borboletas e pássaros.
Como a escada e as colunas de pedra,
ela pertence agora a outro reino.
Seu movimento secou também, num desenho inerte.
Jaz perfeita, em sua escultura de cinza densa.
O vento que percorre o jardim
pode subir e descer por seus galhos inúmeros:
ela não responderá mais nada,
hirta e surda, naquele verde mundo sussurrante.
(Cecília Meireles. O Vento)
A autora desenvolve o tema do texto em três elementos
distintos apresentados pela ordem:
De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil é importante que os profissionais das
instituições sejam capazes de ouvir, observar e aprender
com as famílias e suas crianças. Estas habilidades
Atenção: As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto que segue.
O cipreste inclina-se em fina reverência
e as margaridas estremecem, sobressaltadas.
A grande amendoeira consente que balancem
suas largas folhas transparentes ao sol.
Misturam-se uns aos outros, rápidos e frágeis,
os longos fios da relva, lustrosos, lisos fios verdes.
Frondes rendadas de acácias palpitam inquietamente
com o mesmo tremor das samambaias
debruçadas nos vasos.
Fremem os bambus sem sossego,
num insistente ritmo breve.
O vento é o mesmo:
mas sua resposta é diferente em cada folha.
Somente a árvore seca fica imóvel,
entre borboletas e pássaros.
Como a escada e as colunas de pedra,
ela pertence agora a outro reino.
Seu movimento secou também, num desenho inerte.
Jaz perfeita, em sua escultura de cinza densa.
O vento que percorre o jardim
pode subir e descer por seus galhos inúmeros:
ela não responderá mais nada,
hirta e surda, naquele verde mundo sussurrante.
(Cecília Meireles. O Vento)
O cipreste inclina-se em fina reverência
e as margaridas estremecem, sobressaltadas.
A grande amendoeira consente que balancem
suas largas folhas transparentes ao sol.
Misturam-se uns aos outros, rápidos e frágeis,
os longos fios da relva, lustrosos, lisos fios verdes.
Frondes rendadas de acácias palpitam inquietamente
com o mesmo tremor das samambaias
debruçadas nos vasos.
Fremem os bambus sem sossego,
num insistente ritmo breve.
O vento é o mesmo:
mas sua resposta é diferente em cada folha.
Somente a árvore seca fica imóvel,
entre borboletas e pássaros.
Como a escada e as colunas de pedra,
ela pertence agora a outro reino.
Seu movimento secou também, num desenho inerte.
Jaz perfeita, em sua escultura de cinza densa.
O vento que percorre o jardim
pode subir e descer por seus galhos inúmeros:
ela não responderá mais nada,
hirta e surda, naquele verde mundo sussurrante.
(Cecília Meireles. O Vento)
O cipreste e a margarida se contrastam respectivamente
pela:
Luiza leciona para o pré (crianças de 6 anos) em uma
escola de educação infantil. Pediu para seus alunos
escolherem um livro de histórias. Contou-lhes e depois
pediu para que a dramatizassem, dividindo papéis para
cada aluno. Após a dramatização, Luiza escreveu na
lousa todas as palavras já conhecidas por sua classe,
narradas na história.
Com esta atividade, Luiza trabalhou, respectivamente,
A creche ou Centros de Educação Infantil, por atender um
duplo direito, previsto na Constituição, à educação e dos
trabalhadores que precisam compartilhar cuidados de
seus filhos, presta seus serviços em período integral,
assume assim a responsabilidade por um cuidado
partilhado com os pais, e que precisa ser isento de riscos
à integridade da criança. Surge a necessidade do
planejamento de atitudes e procedimentos com foco
No que concerne à organização do tempo, o Referencial Curricular Nacional apregoa que
Atenção: As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto que segue.
O cipreste inclina-se em fina reverência
e as margaridas estremecem, sobressaltadas.
A grande amendoeira consente que balancem
suas largas folhas transparentes ao sol.
Misturam-se uns aos outros, rápidos e frágeis,
os longos fios da relva, lustrosos, lisos fios verdes.
Frondes rendadas de acácias palpitam inquietamente
com o mesmo tremor das samambaias
debruçadas nos vasos.
Fremem os bambus sem sossego,
num insistente ritmo breve.
O vento é o mesmo:
mas sua resposta é diferente em cada folha.
Somente a árvore seca fica imóvel,
entre borboletas e pássaros.
Como a escada e as colunas de pedra,
ela pertence agora a outro reino.
Seu movimento secou também, num desenho inerte.
Jaz perfeita, em sua escultura de cinza densa.
O vento que percorre o jardim
pode subir e descer por seus galhos inúmeros:
ela não responderá mais nada,
hirta e surda, naquele verde mundo sussurrante.
(Cecília Meireles. O Vento)
O cipreste inclina-se em fina reverência
e as margaridas estremecem, sobressaltadas.
A grande amendoeira consente que balancem
suas largas folhas transparentes ao sol.
Misturam-se uns aos outros, rápidos e frágeis,
os longos fios da relva, lustrosos, lisos fios verdes.
Frondes rendadas de acácias palpitam inquietamente
com o mesmo tremor das samambaias
debruçadas nos vasos.
Fremem os bambus sem sossego,
num insistente ritmo breve.
O vento é o mesmo:
mas sua resposta é diferente em cada folha.
Somente a árvore seca fica imóvel,
entre borboletas e pássaros.
Como a escada e as colunas de pedra,
ela pertence agora a outro reino.
Seu movimento secou também, num desenho inerte.
Jaz perfeita, em sua escultura de cinza densa.
O vento que percorre o jardim
pode subir e descer por seus galhos inúmeros:
ela não responderá mais nada,
hirta e surda, naquele verde mundo sussurrante.
(Cecília Meireles. O Vento)
"O verde sussurrante" de que fala Cecília Meireles se
aplica
As crianças menores de seis anos de idade ainda
dependem de cuidados diretos prestados pelos
professores. O cuidado cotidiano da saúde da criança é de
competência da família e das instituições educativas, pois
o cuidar está integrado ao educar. A partir das interações
entre quem cuida e quem é cuidado constrói-se a
identidade, a autonomia e a socialização, eixos do âmbito:
Segundo o ECA, em seu artigo 54, é dever do poder
público assegurar:
A inclusão escolar dos portadores de necessidades
especiais é proposta na LDB, garantindo a matrícula
destas crianças preferencialmente nas classes comuns do
ensino regular e determina a existência, quando
necessário, de serviços de apoio especializado. O artigo
58 da LDB – Lei n.° 9394/96, apresenta o entendimento
da Educação Especial como
Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõem uma mudança de enfoque em relação aos conteúdos curriculares, ou seja:
I. Ao invés de o ensino em que o conteúdo seja visto como um fim em si mesmo, o que se propõe é um ensino em que o conteúdo seja visto como meio, para que os alunos desenvolvam as capacidades que lhes permitam produzir e usufruir dos bens culturais, sociais e econômicos.
II. É preciso analisar os conteúdos referentes a procedimentos não do ponto de vista de uma aprendizagem mecânica, mas a partir do propósito fundamental da educação, que é fazer com que os alunos construam instrumentos para analisar, por si mesmos, os resultados que obtêm e os processos que colocam em ação para atingir as metas a que se propõem.
III. É preciso que o aluno aprenda a pesquisar em mais de uma fonte, registrar o que for relevante, relacionar as informações obtidas para produzir um texto de pesquisa.
Das proposições acima
I. Ao invés de o ensino em que o conteúdo seja visto como um fim em si mesmo, o que se propõe é um ensino em que o conteúdo seja visto como meio, para que os alunos desenvolvam as capacidades que lhes permitam produzir e usufruir dos bens culturais, sociais e econômicos.
II. É preciso analisar os conteúdos referentes a procedimentos não do ponto de vista de uma aprendizagem mecânica, mas a partir do propósito fundamental da educação, que é fazer com que os alunos construam instrumentos para analisar, por si mesmos, os resultados que obtêm e os processos que colocam em ação para atingir as metas a que se propõem.
III. É preciso que o aluno aprenda a pesquisar em mais de uma fonte, registrar o que for relevante, relacionar as informações obtidas para produzir um texto de pesquisa.
Das proposições acima