As proposições do Movimento de Reforma Sanitária Brasileira eram dirigidas, basicamente, à construção de uma nova política de saúde, e para tanto considerava como elementos essenciais para a reforma do setor a
Analise o caso:
Atendimento a paciente que sofreu queda de muro de 2 metros de altura e apresenta os seguintes sinais importantes: deformação e desalinhamento do braço esquerdo, ruptura da pele, impossibilidade em mover o braço e queixa de dor, creptação durante a palpação.
Assinale a alternativa CORRETA em relação ao trauma apresentado.
Atendimento a paciente que sofreu queda de muro de 2 metros de altura e apresenta os seguintes sinais importantes: deformação e desalinhamento do braço esquerdo, ruptura da pele, impossibilidade em mover o braço e queixa de dor, creptação durante a palpação.
Assinale a alternativa CORRETA em relação ao trauma apresentado.
Durante o atendimento a uma vítima de queda de grande altura, observou-se que a vítima estava com sangramento ativo na cavidade oral e via aérea obstruída.
Assinale a alternativa que apresenta a ação ADEQUADA para o atendimento desse paciente.
Assinale a alternativa que apresenta a ação ADEQUADA para o atendimento desse paciente.
Durante avaliação da biomecânica do trauma envolvida em situação de colisão frontal de um veículo contra um objeto fixo, percebeu-se que o condutor era o único ocupante do veículo e não estava utilizando o cinto de segurança, o air bag não acionou e o para-brisa apresentava fratura (em olho de boi, ficou “estrelado”) no lado esquerdo.
Nesta situação, poderão ser lesionados MAIS provavelmente:
Nesta situação, poderão ser lesionados MAIS provavelmente:
Sobre o atendimento pré-hospitalar de vítimas de trauma é INCORRETO afirmar que
A Lei n. 8.142/90 instituiu duas “instâncias colegiadas” para a participação da comunidade na gestão do SUS em cada esfera de governo: Conferência de Saúde e Conselho de Saúde. Dessas instâncias, participam os seguintes segmentos da sociedade:
I. Prestadores de serviços.
II. Profissionais de saúde.
III. Usuários dos serviços de saúde.
IV. Representantes do governo.
Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos segmentos participantes:
I. Prestadores de serviços.
II. Profissionais de saúde.
III. Usuários dos serviços de saúde.
IV. Representantes do governo.
Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos segmentos participantes:
Quais são os materiais e equipamentos utilizados na imobilização de fraturas de ossos longos?
Marque a alternativa CORRETA.
Marque a alternativa CORRETA.
Um adulto, ao tentar acender uma churrasqueira a carvão, utilizando álcool líquido, teve queimaduras nos dois membros superiores como um todo.
Assinale a alternativa que apresenta a porcentagem de área da superfície corporal queimada.
Assinale a alternativa que apresenta a porcentagem de área da superfície corporal queimada.
“Sinalizador óptico e acústico; equipamento de radiocomunicação em contato permanente com a central reguladora; maca com rodas; suporte para soro e oxigênio medicinal.”
De acordo com a Portaria GM 2048, essa é a definição dos materiais e equipamentos da ambulância de transporte:
De acordo com a Portaria GM 2048, essa é a definição dos materiais e equipamentos da ambulância de transporte:
A humanização do Sistema Único de Saúde pode ser entendida como:
I- Aumento do grau de corresponsabilidade entre sujeitos na produção de saúde.
II- Estabelecimento de vínculos solidários e de participação coletiva no processo de gestão.
III- Valorização exclusivamente dos usuários do sistema de saúde.
IV- Compromisso com qualificação da ambiência, melhorando as condições de trabalho e de atendimento.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s).
I- Aumento do grau de corresponsabilidade entre sujeitos na produção de saúde.
II- Estabelecimento de vínculos solidários e de participação coletiva no processo de gestão.
III- Valorização exclusivamente dos usuários do sistema de saúde.
IV- Compromisso com qualificação da ambiência, melhorando as condições de trabalho e de atendimento.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s).
TEXTO I
SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL: DIAS ATUAIS
Superlotação, ausência de médicos e enfermeiros, falta de estrutura física, pacientes dispersos por corredores de hospitais e pronto socorro, demora no atendimento, falta de medicamentos e outros problemas mais, essa é a triste realidade da saúde pública do Brasil nos dias atuais.
O descontentamento de quem utiliza as redes de saúde pública no Brasil tem se tornado cada vez mais nítido no rosto de cada brasileiro. Basta irmos a qualquer unidade básica de saúde, que logo perceberemos as dificuldades que as pessoas enfrentam durante uma consulta: são horas na fila de espera, algumas não resistem e acabam passando mal, outras de tanto esperar, preferem ir embora para suas casas sem receber o devido atendimento.
Nos dias atuais, o Brasil é considerado, pelo ranking mundial, como a sexta maior economia do mundo. Mas como pode uma das maiores economias ter seu sistema de saúde pública defasado?
Além das dificuldades e da falta de estrutura, a saúde do nosso país também tem enfrentado um problema gravíssimo, que envolve o dinheiro dos cofres públicos: os desvios de verbas destinadas à saúde.
Infelizmente tanto a imprensa quanto os Ministérios Públicos Federal e Estadual têm divulgado diversos casos de irregularidades e corrupção que envolvem parlamentares em esquemas milionários de investimentos que deveriam servir para salvar vidas, mas, infelizmente, acabam indo ralo abaixo ou até mesmo para enriquecer políticos “canalhas” que não estão nem um pouco preocupados com a saúde do povo.
Na tentativa de amenizar os problemas de saúde pública no Brasil, a presidenta Dilma Roussef, lançou no dia 8 de julho deste ano, o programa “Mais Médicos”, que tem como objetivo “importar” cerca de 15 mil médicos estrangeiros para reforçar e melhorar o atendimento nas regiões mais carentes de profissionais de saúde.
Mas vale ressaltar que essa decisão não é fruto apenas do Governo Federal e sim do povo que, nas últimas manifestações, foi às ruas com suas faixas e cartazes reivindicar seus diretos à saúde, a um atendimento de qualidade e a melhorias nas redes públicas de saúde do país.
Nos dias atuais, a saúde pública no Brasil está em coma profundo, respirando por aparelhos, entre a vida e a morte, será que as novas medidas poderão salvá-la? Será que esse caso é reversível?
Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/medicina/artigos/52515/saude-publica-no-brasil-dias-atuais Acesso em: 18/09/2016 - Texto Adaptado.
SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL: DIAS ATUAIS
Superlotação, ausência de médicos e enfermeiros, falta de estrutura física, pacientes dispersos por corredores de hospitais e pronto socorro, demora no atendimento, falta de medicamentos e outros problemas mais, essa é a triste realidade da saúde pública do Brasil nos dias atuais.
O descontentamento de quem utiliza as redes de saúde pública no Brasil tem se tornado cada vez mais nítido no rosto de cada brasileiro. Basta irmos a qualquer unidade básica de saúde, que logo perceberemos as dificuldades que as pessoas enfrentam durante uma consulta: são horas na fila de espera, algumas não resistem e acabam passando mal, outras de tanto esperar, preferem ir embora para suas casas sem receber o devido atendimento.
Nos dias atuais, o Brasil é considerado, pelo ranking mundial, como a sexta maior economia do mundo. Mas como pode uma das maiores economias ter seu sistema de saúde pública defasado?
Além das dificuldades e da falta de estrutura, a saúde do nosso país também tem enfrentado um problema gravíssimo, que envolve o dinheiro dos cofres públicos: os desvios de verbas destinadas à saúde.
Infelizmente tanto a imprensa quanto os Ministérios Públicos Federal e Estadual têm divulgado diversos casos de irregularidades e corrupção que envolvem parlamentares em esquemas milionários de investimentos que deveriam servir para salvar vidas, mas, infelizmente, acabam indo ralo abaixo ou até mesmo para enriquecer políticos “canalhas” que não estão nem um pouco preocupados com a saúde do povo.
Na tentativa de amenizar os problemas de saúde pública no Brasil, a presidenta Dilma Roussef, lançou no dia 8 de julho deste ano, o programa “Mais Médicos”, que tem como objetivo “importar” cerca de 15 mil médicos estrangeiros para reforçar e melhorar o atendimento nas regiões mais carentes de profissionais de saúde.
Mas vale ressaltar que essa decisão não é fruto apenas do Governo Federal e sim do povo que, nas últimas manifestações, foi às ruas com suas faixas e cartazes reivindicar seus diretos à saúde, a um atendimento de qualidade e a melhorias nas redes públicas de saúde do país.
Nos dias atuais, a saúde pública no Brasil está em coma profundo, respirando por aparelhos, entre a vida e a morte, será que as novas medidas poderão salvá-la? Será que esse caso é reversível?
Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/medicina/artigos/52515/saude-publica-no-brasil-dias-atuais Acesso em: 18/09/2016 - Texto Adaptado.
Assinale a alternativa em que o trecho grifado traz uso de um adjunto adverbial de tempo:
As regras e convenções usadas na comunicação das redes de computadores são conhecidas como
Um dos pontos chave para o sucesso da reanimação cardiopulmonar é o atendimento precoce e eficiente e, para isso, é essencial seguir os passos da cadeia de sobrevivência com a finalidade de adequar o atendimento e realizá-lo em tempo hábil.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o primeiro procedimento dessa cadeia.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o primeiro procedimento dessa cadeia.
Você recebeu a prescrição médica de administrar 2mg de dexametasona pela via endovenosa. A apresentação disponível desta medicação é ampola de 4mg por ml com volume total de 2,5ml.
Assinale a alternativa que apresenta a quantidade em ml que deve ser administrada para o paciente receber a dose prescrita.
Assinale a alternativa que apresenta a quantidade em ml que deve ser administrada para o paciente receber a dose prescrita.
TEXTO I
SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL: DIAS ATUAIS
Superlotação, ausência de médicos e enfermeiros, falta de estrutura física, pacientes dispersos por corredores de hospitais e pronto socorro, demora no atendimento, falta de medicamentos e outros problemas mais, essa é a triste realidade da saúde pública do Brasil nos dias atuais.
O descontentamento de quem utiliza as redes de saúde pública no Brasil tem se tornado cada vez mais nítido no rosto de cada brasileiro. Basta irmos a qualquer unidade básica de saúde, que logo perceberemos as dificuldades que as pessoas enfrentam durante uma consulta: são horas na fila de espera, algumas não resistem e acabam passando mal, outras de tanto esperar, preferem ir embora para suas casas sem receber o devido atendimento.
Nos dias atuais, o Brasil é considerado, pelo ranking mundial, como a sexta maior economia do mundo. Mas como pode uma das maiores economias ter seu sistema de saúde pública defasado?
Além das dificuldades e da falta de estrutura, a saúde do nosso país também tem enfrentado um problema gravíssimo, que envolve o dinheiro dos cofres públicos: os desvios de verbas destinadas à saúde.
Infelizmente tanto a imprensa quanto os Ministérios Públicos Federal e Estadual têm divulgado diversos casos de irregularidades e corrupção que envolvem parlamentares em esquemas milionários de investimentos que deveriam servir para salvar vidas, mas, infelizmente, acabam indo ralo abaixo ou até mesmo para enriquecer políticos “canalhas” que não estão nem um pouco preocupados com a saúde do povo.
Na tentativa de amenizar os problemas de saúde pública no Brasil, a presidenta Dilma Roussef, lançou no dia 8 de julho deste ano, o programa “Mais Médicos”, que tem como objetivo “importar” cerca de 15 mil médicos estrangeiros para reforçar e melhorar o atendimento nas regiões mais carentes de profissionais de saúde.
Mas vale ressaltar que essa decisão não é fruto apenas do Governo Federal e sim do povo que, nas últimas manifestações, foi às ruas com suas faixas e cartazes reivindicar seus diretos à saúde, a um atendimento de qualidade e a melhorias nas redes públicas de saúde do país.
Nos dias atuais, a saúde pública no Brasil está em coma profundo, respirando por aparelhos, entre a vida e a morte, será que as novas medidas poderão salvá-la? Será que esse caso é reversível?
Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/medicina/artigos/52515/saude-publica-no-brasil-dias-atuais Acesso em: 18/09/2016 - Texto Adaptado.
SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL: DIAS ATUAIS
Superlotação, ausência de médicos e enfermeiros, falta de estrutura física, pacientes dispersos por corredores de hospitais e pronto socorro, demora no atendimento, falta de medicamentos e outros problemas mais, essa é a triste realidade da saúde pública do Brasil nos dias atuais.
O descontentamento de quem utiliza as redes de saúde pública no Brasil tem se tornado cada vez mais nítido no rosto de cada brasileiro. Basta irmos a qualquer unidade básica de saúde, que logo perceberemos as dificuldades que as pessoas enfrentam durante uma consulta: são horas na fila de espera, algumas não resistem e acabam passando mal, outras de tanto esperar, preferem ir embora para suas casas sem receber o devido atendimento.
Nos dias atuais, o Brasil é considerado, pelo ranking mundial, como a sexta maior economia do mundo. Mas como pode uma das maiores economias ter seu sistema de saúde pública defasado?
Além das dificuldades e da falta de estrutura, a saúde do nosso país também tem enfrentado um problema gravíssimo, que envolve o dinheiro dos cofres públicos: os desvios de verbas destinadas à saúde.
Infelizmente tanto a imprensa quanto os Ministérios Públicos Federal e Estadual têm divulgado diversos casos de irregularidades e corrupção que envolvem parlamentares em esquemas milionários de investimentos que deveriam servir para salvar vidas, mas, infelizmente, acabam indo ralo abaixo ou até mesmo para enriquecer políticos “canalhas” que não estão nem um pouco preocupados com a saúde do povo.
Na tentativa de amenizar os problemas de saúde pública no Brasil, a presidenta Dilma Roussef, lançou no dia 8 de julho deste ano, o programa “Mais Médicos”, que tem como objetivo “importar” cerca de 15 mil médicos estrangeiros para reforçar e melhorar o atendimento nas regiões mais carentes de profissionais de saúde.
Mas vale ressaltar que essa decisão não é fruto apenas do Governo Federal e sim do povo que, nas últimas manifestações, foi às ruas com suas faixas e cartazes reivindicar seus diretos à saúde, a um atendimento de qualidade e a melhorias nas redes públicas de saúde do país.
Nos dias atuais, a saúde pública no Brasil está em coma profundo, respirando por aparelhos, entre a vida e a morte, será que as novas medidas poderão salvá-la? Será que esse caso é reversível?
Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/medicina/artigos/52515/saude-publica-no-brasil-dias-atuais Acesso em: 18/09/2016 - Texto Adaptado.
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos são pronomes possessivos.
Um veículo transitava em baixa velocidade em uma via e foi atingido por outro veículo em alta velocidade na traseira, na chegada da cena, foi determinado que se atendesse a vítima do veículo que foi atingido na traseira. Durante avaliação da biomecânica do trauma envolvida em situação de colisão com impacto traseiro, percebeu-se que o condutor era o único ocupante do veículo, usava cinto de segurança, o encosto de cabeça não estava ajustado e o air bag não acionou.
Nesta situação o condutor, poderá ter se lesionado (a) MAIS provavelmente:
Nesta situação o condutor, poderá ter se lesionado (a) MAIS provavelmente:
A hipoglicemia é uma situação encontrada com frequência nos atendimentos do SAMU.
Sobre tal afirmação, assinale a alternativa INCORRETA.
Sobre tal afirmação, assinale a alternativa INCORRETA.
A crise convulsiva, isoladamente, constitui um evento clínico que pode representar somente a manifestação de uma condição clínica aguda.
Dentre as assertivas abaixo, assinale aquela que NÃO faz parte dos objetivos do atendimento pré-hospitalar móvel.
Dentre as assertivas abaixo, assinale aquela que NÃO faz parte dos objetivos do atendimento pré-hospitalar móvel.
Sobre o trauma abdominal, analise as afirmativas abaixo:
I- O problema agudo mais grave da vítima de traumatismo abdominal é a hemorragia.
II- Na suspeita de lesão abdominal, a vítima deverá ser transferida para hospital com recursos suficientes para realização de laparotomia.
III- Nos casos de trauma penetrantes no abdômen, em pacientes hemodinamicamente instáveis devido à hemorragia, deve se manter a pressão sistólica entre 75 e 85mmHg até o controle da hemorragia.
Estão CORRETAS as afirmativas.
I- O problema agudo mais grave da vítima de traumatismo abdominal é a hemorragia.
II- Na suspeita de lesão abdominal, a vítima deverá ser transferida para hospital com recursos suficientes para realização de laparotomia.
III- Nos casos de trauma penetrantes no abdômen, em pacientes hemodinamicamente instáveis devido à hemorragia, deve se manter a pressão sistólica entre 75 e 85mmHg até o controle da hemorragia.
Estão CORRETAS as afirmativas.
Sobre a Lei Federal n. 8.080/90, é INCORRETO afirmar que: