De acordo com o disposto no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, se, durante o plantão, um técnico
de enfermagem deixa de realizar a troca de curativo prescrito para um paciente, expondo-o ao risco de infecção
na lesão, está cometendo
No georreferenciamento de imóveis rurais, admite-se um
erro máximo na determinação das coordenadas dos vértices comuns aos imóveis contíguos, e cujas coordenadas
já tenham sido certificadas pelo INCRA de
Para um projeto de terraplenagem, foi realizado o levantamento de 4 seções do terreno, de onde foram obtidas
as áreas de corte e aterro de cada uma delas.
Considerando espaçamento de 20 metros, as áreas de corte A1 = 83,7 m2, A2= 103,4 m2, A3= 165,5 m2 e A4= 259,3 m2, e as áreas de aterro A1= 101,2 m2, A2= 197,4 m2, A3= 181,6 m2 e A4= 32,8 m2, é correto afirmar que, desprezando-se o empolamento, haverá um volume excedente de
Considerando espaçamento de 20 metros, as áreas de corte A1 = 83,7 m2, A2= 103,4 m2, A3= 165,5 m2 e A4= 259,3 m2, e as áreas de aterro A1= 101,2 m2, A2= 197,4 m2, A3= 181,6 m2 e A4= 32,8 m2, é correto afirmar que, desprezando-se o empolamento, haverá um volume excedente de
Em locais onde existem obstruções físicas que prejudicam a propagação de sinais de satélites, a topografia
clássica pode ser adotada de forma isolada ou em complemento aos serviços de georreferenciamento de imóveis rurais conduzidos por posicionamento GNSS.
O método de posicionamento por triangulateração baseia-se na observação de
O método de posicionamento por triangulateração baseia-se na observação de
Em uma planta topográfica foi observada uma superfície formada pela união de duas vertentes opostas, com o
fundo em forma de ravina. Trata-se de um
Assinale a alternativa correta no que se refere à dispensação e à distribuição de medicamentos antimicrobianos.
O papel do agente comunitário de saúde no controle da
tuberculose envolve
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que agora a solidão nos adoece?
Para Vivek Murthy, cirurgião-geral e principal autoridade de saúde pública dos EUA, “a teoria evolutiva da solidão de John Cacioppo* está enraizada na observação de que os humanos sobreviveram como espécie não porque temos vantagens físicas como tamanho, força ou velocidade, mas por causa de nossa capacidade de nos conectar em grupos sociais”.
Essa teoria define a solidão como um estímulo para uma necessidade básica: a de nos conectar. “Assim temos uma maior chance de adaptação ao nosso ambiente”, defendeu o psiquiatra Thyago Antonelli-Salgado, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
“Se pensarmos nos primatas, humanos e não-humanos, com um comportamento de grupo, eles se protegeram contra a ameaça de predação, a escassez de recursos, e, assim, houve uma seleção natural desses indivíduos”, explicou.
Hoje, todavia, segundo os especialistas, a solidão é mais prevalente e intensa do que nunca e se configura como um grave problema de saúde pública. Em relatório de 2023, Murthy destaca que essa condição está associada a um risco maior de doença cardiovascular, demência, AVC, depressão, ansiedade e morte prematura. “O impacto de estar socialmente desconectado na mortalidade é semelhante ao causado por fumar até 15 cigarros por dia.”
Por enquanto, as principais evidências não são capazes de cravar essa relação de causa e efeito. De qualquer forma, o crescente arcabouço científico tem deixado países em alerta. O Japão criou um “Ministério da Solidão”, e, no Reino Unido, uma secretária foi nomeada para combatê-la.
O ponto chave que envolve a solidão é o sofrimento. Entretanto a redução de interações pode ser feita com um objetivo maior, como autoconhecimento ou necessidade profissional (escrever um livro, por exemplo), não estando, portanto, associada a alguma repercussão negativa. Nesse caso, falamos de solitude.
Antonelli-Salgado aponta que a solidão não pode ser tema abordado apenas na velhice. A importância da conexão social precisa ser ensinada desde cedo. “Muitas vezes, a gente ensina às crianças que, mesmo sem fome, é importante comer para crescer forte. É preciso tomar água para se hidratar. Mas não falamos sobre a importância de ter boas conexões sociais para que haja uma maior qualidade de vida.” Para ele, bons vínculos têm a ver com profundidade, com estabelecer efetivas relações sociais e pensar que elas são sempre uma troca.
(Leon Ferrari. Disponível em: www.estadao.com.br/saude/a-solidao-nosajudou-a-sobreviver-por-que-agora-nos-adoece-especialistas- -explicam/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
* John T. Cacioppo (1951-2018): professor da Universidade de Chicago, onde fundou o Centro da Neurociência Cognitiva e Social.
Assinale a alternativa em que as duas conjunções destacadas estabelecem no texto a mesma relação de sentido.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que agora a solidão nos adoece?
Para Vivek Murthy, cirurgião-geral e principal autoridade de saúde pública dos EUA, “a teoria evolutiva da solidão de John Cacioppo* está enraizada na observação de que os humanos sobreviveram como espécie não porque temos vantagens físicas como tamanho, força ou velocidade, mas por causa de nossa capacidade de nos conectar em grupos sociais”.
Essa teoria define a solidão como um estímulo para uma necessidade básica: a de nos conectar. “Assim temos uma maior chance de adaptação ao nosso ambiente”, defendeu o psiquiatra Thyago Antonelli-Salgado, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
“Se pensarmos nos primatas, humanos e não-humanos, com um comportamento de grupo, eles se protegeram contra a ameaça de predação, a escassez de recursos, e, assim, houve uma seleção natural desses indivíduos”, explicou.
Hoje, todavia, segundo os especialistas, a solidão é mais prevalente e intensa do que nunca e se configura como um grave problema de saúde pública. Em relatório de 2023, Murthy destaca que essa condição está associada a um risco maior de doença cardiovascular, demência, AVC, depressão, ansiedade e morte prematura. “O impacto de estar socialmente desconectado na mortalidade é semelhante ao causado por fumar até 15 cigarros por dia.”
Por enquanto, as principais evidências não são capazes de cravar essa relação de causa e efeito. De qualquer forma, o crescente arcabouço científico tem deixado países em alerta. O Japão criou um “Ministério da Solidão”, e, no Reino Unido, uma secretária foi nomeada para combatê-la.
O ponto chave que envolve a solidão é o sofrimento. Entretanto a redução de interações pode ser feita com um objetivo maior, como autoconhecimento ou necessidade profissional (escrever um livro, por exemplo), não estando, portanto, associada a alguma repercussão negativa. Nesse caso, falamos de solitude.
Antonelli-Salgado aponta que a solidão não pode ser tema abordado apenas na velhice. A importância da conexão social precisa ser ensinada desde cedo. “Muitas vezes, a gente ensina às crianças que, mesmo sem fome, é importante comer para crescer forte. É preciso tomar água para se hidratar. Mas não falamos sobre a importância de ter boas conexões sociais para que haja uma maior qualidade de vida.” Para ele, bons vínculos têm a ver com profundidade, com estabelecer efetivas relações sociais e pensar que elas são sempre uma troca.
(Leon Ferrari. Disponível em: www.estadao.com.br/saude/a-solidao-nosajudou-a-sobreviver-por-que-agora-nos-adoece-especialistas- -explicam/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
* John T. Cacioppo (1951-2018): professor da Universidade de Chicago, onde fundou o Centro da Neurociência Cognitiva e Social.
Os parênteses permitem introduzir observação adicional
que pode ser suprimida sem interferir na compreensão
do texto. É o que ocorre no trecho reescrito em:
Para a prevenção de lesões por pressão, os cuidados de
enfermagem compreendem, entre outras ações,
De acordo com as medidas de controle de infecção em
ambiente hospitalar, é correto afirmar:
No Brasil, o câncer de colo do útero é o terceiro tipo de
câncer mais incidente entre mulheres. Segundo dados
do Instituto Nacional de Câncer de 2022, estima-se que,
para 2025, haverá uma incidência de 17010 casos
novos, sendo 15,38 casos a cada 100 mil mulheres.
Para o rastreamento do câncer de colo do útero, o Ministério da Saúde recomenda, entre outras ações,
Para o rastreamento do câncer de colo do útero, o Ministério da Saúde recomenda, entre outras ações,
Para minimizar os erros de perdas de ciclos da propagação de sinal nos levantamentos geodésicos realizados
por posicionamento GNSS, é recomendável evitar
A classificação dos cimentos de ionômero de vidro (CIVs)
pode ser feita de acordo com sua composição química.
Os cimentos de ionômero de vidro do tipo CERMETS
são aqueles
Cabem aos órgãos e às entidades públicos avaliar os
serviços prestados aos usuários por pesquisa de satisfação ou por qualquer outro meio que garanta significância
estatística aos resultados, no mínimo, a cada
Leia o texto para responder à questão.
If styles are general characteristics that differentiate one individual from another, then strategies are those specific “attacks” that we make on a given problem, and that vary considerably within each individual. They are the momentby-moment techniques that we employ to solve “problems” posed by second language input and output. Chamot (2005, p. 112) defines strategies quite broadly as “procedures that facilitate a learning task. Strategies are most often conscious and goal driven.”
As our knowledge of second language acquisition increased markedly during the 1970s, teachers and researchers came to realize that no single research finding and no single method of language teaching would usher in an era of universal success in teaching a second language. We saw that certain learners seemed to be successful regardless of methods or techniques of teaching. We began to see the importance of individual variation in language learning. Certain people appeared to be endowed with abilities to succeed; others lacked those abilities. This observation led Rubin (1975) and Stern (1975) to describe “good” language learners in terms of personal traits, styles, and strategies. Rubin (Rubin & Thompson, 1982) later summarized fourteen such characteristics. Among other abilities, good language learners tend to:
1. Find their own way, taking charge of their learning
2. Be creative and develop a “feel” for the language by experimenting with its grammar and words
3. Make their own opportunities for practice in using the language inside and outside the classroom
4. Learn to live with uncertainty by continuing to talk or listen without understanding every word
5. Use linguistic knowledge, including knowledge of their first language, in learning a second language
6. Use contextual cues to help them in comprehension
7. Learn to make intelligent guesses
8. Learn chunks of language as wholes and formalized routines to help them perform “beyond their competence”
9. Learn different styles of speech and writing and learn to vary their language according to the formality of the situation.
(, H.Douglas Brown. Principles of language learning and teaching. 5th ed. Longman, 2000. Adaptado)
Confidencial até o momento da aplicação.
According to Rubin (Rubin & Thompson, 1982), good
language learners “learn chunks of language as wholes
and formalized routines to help them perform “beyond
their competence”. To help their students develop such an
ability, the English teacher may, among other classroom
proposals,
O técnico de enfermagem (TE) observou que um idoso
em estado febril apresenta um quadro de sonolência,
desorientação, confusão mental e alteração súbita no
comportamento.
Nessa situação hipotética, o TE deve suspeitar que o paciente está apresentando
Nessa situação hipotética, o TE deve suspeitar que o paciente está apresentando
Ao realizar visita domiciliar para acompanhamento de
um adolescente com baixo peso e diagnóstico de anemia
ferropriva, o técnico de enfermagem deve enfatizar, entre
outras, orientações nutricionais, tais como
Um surto de doenças infecciosas ocorreu em uma comunidade após fortes chuvas que provocaram enchentes
e danificaram a rede de saneamento básico. Diversos
moradores apresentaram febre alta, mialgia intensa, cefaleia, tosse e, em alguns casos, hemoptise.
Com base na situação hipotética, é correto afirmar que a principal suspeita clínica e a medida preventiva mais eficaz para evitar novos surtos, respectivamente, são:
Com base na situação hipotética, é correto afirmar que a principal suspeita clínica e a medida preventiva mais eficaz para evitar novos surtos, respectivamente, são:
A soma de 6 ângulos externos de uma poligonal fechada
de 7 vértices resultou em 1374º 46’12”. Supondo não haver
erro de fechamento angular, o ângulo interno a ser medido
deverá ser