João, supervisor de um departamento, e sua gestora, Isabela, receberam uma mensagem de correio eletrônico no
Microsoft Outlook 2010, em sua configuração padrão, com um anexo. Isabela então pediu a João que, a partir da
mensagem recebida, a retransmitisse para o restante da equipe apenas com o texto do campo do e-mail e sem o
anexo, e sem o e-mail do remetente, tampouco de Isabela.
Assinale a alternativa que contém a sequência
Se estou com pressa e o computador travou, então não consigo fazer o trabalho. Uma afirmação que seja logicamente equivalente à afirmação anterior é:
Nos processos de armazenamento e backup de dados, o emprego de mecanismos de deduplicação contribui
Compete ao Município de Tatuí prover a tudo quanto diga respeito ao seu peculiar interesse e ao bem-estar de
sua população, e conforme sua Lei Orgânica, cabe-lhe, privativamente, dentre outras, a seguinte atribuição:
Em uma sala estão 100 pessoas. Essas pessoas sairão da sala em etapas. O número de pessoas que sairão em cada etapa, e nessa ordem, serão: 1, 2, 3, 4, e assim sucessivamente. Pela primeira vez, após uma determinada etapa, restarão na sala menos do que 50 pessoas.
Nessa situação, o número de pessoas que ainda estão na sala é igual a
Uma caixa d’água de formato cúbico, cuja aresta interna mede 2 m, estava completamente cheia. Para esvaziá-la,
abriu-se o registro de saída de água da caixa cuja vazão, constante, é de 0,008 m³ a cada 45 segundos. Se o
registro foi aberto às 7 horas, então essa caixa d’água estará totalmente vazia às
A prefeitura de certo município dispõe de um determinado número de mudas de árvores para serem plantadas em um trecho de n quilômetros de uma rodovia vicinal. Constatou-se que se forem plantadas 20 mudas a cada quilômetro, faltarão 40 mudas. Entretanto, se forem plantadas 16 mudas a cada quilômetro, sobrarão 20 mudas.
O número de mudas disponíveis para essa finalidade é igual a
Determinada máquina, trabalhando de forma ininterrupta durante seis horas por dia, produzirá n peças iguais em
seis dias. Para produzir quantidade igual das mesmas peças em quatro dias, essa máquina deverá trabalhar
diariamente, sem interrupções, durante
Por quê?
    “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs.
   O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar.
   Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses.
   Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
1contrafactual: simulação (sentido aproximado)
2big data: grande banco de dados


Considerando as regras de regência da norma padrão, a expressão destacada em – ... não podemos nos furtar a entender... – pode ser substituída por
Em uma longa viagem, um motorista deve percorrer 2100 quilômetros. No primeiro dia ele percorreu 1/7 do
trajeto total. No segundo dia, percorreu 100 km a mais do que a distância percorrida no primeiro dia. O número
de quilômetros que ainda faltam para concluir a viagem representa, do percurso total,
Se o número é menor que 10, então coloque-o no grupo A. Se o número não é menor que 10, então coloque-o no grupo B. Se o número foi para o grupo A e for um número par, divida-o por 2 e coloque o resultado no grupo C. Se o número foi para o grupo A e for um número ímpar, adicione 1 ao número, divida a soma por 2 e coloque o resultado no grupo D. Se o número foi para o grupo B e for um número par, divida-o por 2 e coloque o resultado no grupo A. Se o número foi para o grupo B e for um número ímpar, adicione 1 ao número, divida a soma por 2 e coloque o resultado no grupo A.
Submeta os números 18, 13, 12, 8 e 3 às condições dadas. A diferença entre a soma dos números que chegaram ao grupo D e a soma dos números que chegaram ao grupo C é igual a
Por quê?
    “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs.
   O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar.
   Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses.
   Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
1contrafactual: simulação (sentido aproximado)
2big data: grande banco de dados
Segundo a norma-padrão de emprego e colocação de pronomes, o trecho do texto está reescrito corretamente na alternativa:
Um carro com motor flex foi abastecido com gasolina e etanol, na razão de 2 para 5, num total de 42 litros de
combustível. Sabendo-se que o valor total pago nesse abastecimento foi igual a R$ 144,00, e que cada litro de
etanol custou R$ 2,90, é correto afirmar que cada litro de gasolina custou
Considere a execução da sequência de comandos a seguir, em um terminal shell do Linux:
# cd /root
# mkdir -p /root/foo/bar
# pwd
O resultado impresso na tela após a execução do último comando será:
Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por
internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam
comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas.
Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação
e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis
meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”.
Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre
era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as
pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e
honesta.
Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais
informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo
sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua
experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há
busca por satisfação, e a punição é severa.”
Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais:
1. Você está perdendo seu livre-arbítrio
2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos
3. As redes sociais estão tornando você um babaca
4. As redes sociais minam a verdade
5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido
6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia
7. As redes sociais deixam você infeliz
8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica
9. As redes sociais tornam a política impossível
10. As redes sociais odeiam sua alma
                                                                                                            (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado)
Para diminuir as consequências trazidas pelo modelo baseado em publicidade, Lanier propõe um sistema de

Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por

internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam

comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas.

Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação

e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis

meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”.

Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre

era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as

pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e

honesta.

Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais

informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo

sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua

experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há

busca por satisfação, e a punição é severa.”

Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais:


1. Você está perdendo seu livre-arbítrio

2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos

3. As redes sociais estão tornando você um babaca

4. As redes sociais minam a verdade

5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido

6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia

7. As redes sociais deixam você infeliz

8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica

9. As redes sociais tornam a política impossível

10. As redes sociais odeiam sua alma

                                                                                            (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado)


Considere os 10 argumentos de Lanier, no último parágrafo do texto, para responder à questão.
Assinale a alternativa que dá continuidade à frase, introduzindo a ideia de condição.
Largar as redes sociais é a maneira mais certeira, _________ .
Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por
internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam
comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas.
Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação
e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis
meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”.
Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre
era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as
pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e
honesta.
Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais
informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo
sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua
experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há
busca por satisfação, e a punição é severa.”
Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais:
1. Você está perdendo seu livre-arbítrio
2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos
3. As redes sociais estão tornando você um babaca
4. As redes sociais minam a verdade
5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido
6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia
7. As redes sociais deixam você infeliz
8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica
9. As redes sociais tornam a política impossível
10. As redes sociais odeiam sua alma
                                                                                                            (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado)
Alterando-se a frase – Toda informação tirada de você não é devolvida. – obtém-se versão correta, quanto à
colocação do pronome pessoal, em:
Foi criado um objeto de Usuário no Active Directory com o nome “maria.silva”. Esse objeto foi criado sob a Unidade Organizacional “Funcionários”, que se encontra na raiz do domínio “empresa.com.br”. O nome distinto (Distinguished Name ou DN) do objeto criado no diretório é, portanto:
Em um sistema operacional, existem diversas situações que poderiam acarretar o deadlock. Algumas estratégias podem ser utilizadas no seu tratamento, a exemplo daquela conhecida como “Algoritmo do Avestruz”, que
Conforme determinações contidas na Lei Orgânica do Município de Tatuí, compete ao Presidente da Câmara,
dentre outras atribuições,
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