1Questão
Um professor de 43 anos de idade procura por atendimento, pois sente-se muito limitado pelo medo e pela ansiedade. Não anda mais de ônibus, não pega elevador, não consegue ficar em lugares que não tenham a possibilidade de escapar com facilidade. Qualquer lugar fechado ou com muitas pessoas lhe deixa com os nervos à flor da pele. Sente taquicardia, sudorese, escurece a visão, tem a sensação de que vai desmaiar ou perder o controle. Sair de casa provoca-lhe muito sofrimento. Não dorme no escuro e tem constantes sensações de sufocamento; por isso, dorme seminu e não bebe água em copo, somente em garrafa, porque teme asfixia. Essa situação iniciou-se há dois anos e vem crescendo. Tem faltado ao trabalho e evita o contato social com amigos e familiares. Procurou atendimento médico muitas vezes, pois acreditava que estava sofrendo um ataque cardíaco, porém nada era diagnosticado, até ser encaminhado para atendimento psiquiátrico. Eu não aguento mais essa situação. É difícil convencer-me de que não tenho nada no coração, mas sei que isso é verdade, diz o paciente.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
2Questão
Um professor de 43 anos de idade procura por atendimento, pois sente-se muito limitado pelo medo e pela ansiedade. Não anda mais de ônibus, não pega elevador, não consegue ficar em lugares que não tenham a possibilidade de escapar com facilidade. Qualquer lugar fechado ou com muitas pessoas lhe deixa com os nervos à flor da pele. Sente taquicardia, sudorese, escurece a visão, tem a sensação de que vai desmaiar ou perder o controle. Sair de casa provoca-lhe muito sofrimento. Não dorme no escuro e tem constantes sensações de sufocamento; por isso, dorme seminu e não bebe água em copo, somente em garrafa, porque teme asfixia. Essa situação iniciou-se há dois anos e vem crescendo. Tem faltado ao trabalho e evita o contato social com amigos e familiares. Procurou atendimento médico muitas vezes, pois acreditava que estava sofrendo um ataque cardíaco, porém nada era diagnosticado, até ser encaminhado para atendimento psiquiátrico. Eu não aguento mais essa situação. É difícil convencer-me de que não tenho nada no coração, mas sei que isso é verdade, diz o paciente.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
3Questão
Um homem de 18 anos de idade é encaminhado a consulta pela mãe, a qual está preocupada com o grande medo do filho de relacionar-se com as pessoas, evitando, a todo custo, envolver-se em atividades sociais e de lazer. Apresenta bom rendimento escolar, porém sofre muito quando tem que desenvolver as atividades escolares, por medo dos julgamentos negativos dos professores quanto ao desempenho dele. Fará vestibular, mas está pensando em desistir, com receio de ser reprovado e, por isso, ser julgado pela família. Nos momentos em que fica nervoso, sente taquicardia, náuseas, sudorese, boca seca e formigamento ao redor da boca e nas extremidades das mãos. Mesmo percebendo que o que sente é exagerado e sem sentido, não consegue evitar tais pensamentos.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
4Questão
Um professor de 43 anos de idade procura por atendimento, pois sente-se muito limitado pelo medo e pela ansiedade. Não anda mais de ônibus, não pega elevador, não consegue ficar em lugares que não tenham a possibilidade de escapar com facilidade. Qualquer lugar fechado ou com muitas pessoas lhe deixa com os nervos à flor da pele. Sente taquicardia, sudorese, escurece a visão, tem a sensação de que vai desmaiar ou perder o controle. Sair de casa provoca-lhe muito sofrimento. Não dorme no escuro e tem constantes sensações de sufocamento; por isso, dorme seminu e não bebe água em copo, somente em garrafa, porque teme asfixia. Essa situação iniciou-se há dois anos e vem crescendo. Tem faltado ao trabalho e evita o contato social com amigos e familiares. Procurou atendimento médico muitas vezes, pois acreditava que estava sofrendo um ataque cardíaco, porém nada era diagnosticado, até ser encaminhado para atendimento psiquiátrico. Eu não aguento mais essa situação. É difícil convencer-me de que não tenho nada no coração, mas sei que isso é verdade, diz o paciente.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
5Questão
Um professor de 43 anos de idade procura por atendimento, pois sente-se muito limitado pelo medo e pela ansiedade. Não anda mais de ônibus, não pega elevador, não consegue ficar em lugares que não tenham a possibilidade de escapar com facilidade. Qualquer lugar fechado ou com muitas pessoas lhe deixa com os nervos à flor da pele. Sente taquicardia, sudorese, escurece a visão, tem a sensação de que vai desmaiar ou perder o controle. Sair de casa provoca-lhe muito sofrimento. Não dorme no escuro e tem constantes sensações de sufocamento; por isso, dorme seminu e não bebe água em copo, somente em garrafa, porque teme asfixia. Essa situação iniciou-se há dois anos e vem crescendo. Tem faltado ao trabalho e evita o contato social com amigos e familiares. Procurou atendimento médico muitas vezes, pois acreditava que estava sofrendo um ataque cardíaco, porém nada era diagnosticado, até ser encaminhado para atendimento psiquiátrico. Eu não aguento mais essa situação. É difícil convencer-me de que não tenho nada no coração, mas sei que isso é verdade, diz o paciente.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
6Questão
Um professor de 43 anos de idade procura por atendimento, pois sente-se muito limitado pelo medo e pela ansiedade. Não anda mais de ônibus, não pega elevador, não consegue ficar em lugares que não tenham a possibilidade de escapar com facilidade. Qualquer lugar fechado ou com muitas pessoas lhe deixa com os nervos à flor da pele. Sente taquicardia, sudorese, escurece a visão, tem a sensação de que vai desmaiar ou perder o controle. Sair de casa provoca-lhe muito sofrimento. Não dorme no escuro e tem constantes sensações de sufocamento; por isso, dorme seminu e não bebe água em copo, somente em garrafa, porque teme asfixia. Essa situação iniciou-se há dois anos e vem crescendo. Tem faltado ao trabalho e evita o contato social com amigos e familiares. Procurou atendimento médico muitas vezes, pois acreditava que estava sofrendo um ataque cardíaco, porém nada era diagnosticado, até ser encaminhado para atendimento psiquiátrico. Eu não aguento mais essa situação. É difícil convencer-me de que não tenho nada no coração, mas sei que isso é verdade, diz o paciente.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
7Questão
Um professor de 43 anos de idade procura por atendimento, pois sente-se muito limitado pelo medo e pela ansiedade. Não anda mais de ônibus, não pega elevador, não consegue ficar em lugares que não tenham a possibilidade de escapar com facilidade. Qualquer lugar fechado ou com muitas pessoas lhe deixa com os nervos à flor da pele. Sente taquicardia, sudorese, escurece a visão, tem a sensação de que vai desmaiar ou perder o controle. Sair de casa provoca-lhe muito sofrimento. Não dorme no escuro e tem constantes sensações de sufocamento; por isso, dorme seminu e não bebe água em copo, somente em garrafa, porque teme asfixia. Essa situação iniciou-se há dois anos e vem crescendo. Tem faltado ao trabalho e evita o contato social com amigos e familiares. Procurou atendimento médico muitas vezes, pois acreditava que estava sofrendo um ataque cardíaco, porém nada era diagnosticado, até ser encaminhado para atendimento psiquiátrico. Eu não aguento mais essa situação. É difícil convencer-me de que não tenho nada no coração, mas sei que isso é verdade, diz o paciente.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
8Questão
Um professor de 43 anos de idade procura por atendimento, pois sente-se muito limitado pelo medo e pela ansiedade. Não anda mais de ônibus, não pega elevador, não consegue ficar em lugares que não tenham a possibilidade de escapar com facilidade. Qualquer lugar fechado ou com muitas pessoas lhe deixa com os nervos à flor da pele. Sente taquicardia, sudorese, escurece a visão, tem a sensação de que vai desmaiar ou perder o controle. Sair de casa provoca-lhe muito sofrimento. Não dorme no escuro e tem constantes sensações de sufocamento; por isso, dorme seminu e não bebe água em copo, somente em garrafa, porque teme asfixia. Essa situação iniciou-se há dois anos e vem crescendo. Tem faltado ao trabalho e evita o contato social com amigos e familiares. Procurou atendimento médico muitas vezes, pois acreditava que estava sofrendo um ataque cardíaco, porém nada era diagnosticado, até ser encaminhado para atendimento psiquiátrico. Eu não aguento mais essa situação. É difícil convencer-me de que não tenho nada no coração, mas sei que isso é verdade, diz o paciente.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
9Questão
Um homem de 18 anos de idade é encaminhado a consulta pela mãe, a qual está preocupada com o grande medo do filho de relacionar-se com as pessoas, evitando, a todo custo, envolver-se em atividades sociais e de lazer. Apresenta bom rendimento escolar, porém sofre muito quando tem que desenvolver as atividades escolares, por medo dos julgamentos negativos dos professores quanto ao desempenho dele. Fará vestibular, mas está pensando em desistir, com receio de ser reprovado e, por isso, ser julgado pela família. Nos momentos em que fica nervoso, sente taquicardia, náuseas, sudorese, boca seca e formigamento ao redor da boca e nas extremidades das mãos. Mesmo percebendo que o que sente é exagerado e sem sentido, não consegue evitar tais pensamentos.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
10Questão
Um professor de 43 anos de idade procura por atendimento, pois sente-se muito limitado pelo medo e pela ansiedade. Não anda mais de ônibus, não pega elevador, não consegue ficar em lugares que não tenham a possibilidade de escapar com facilidade. Qualquer lugar fechado ou com muitas pessoas lhe deixa com os nervos à flor da pele. Sente taquicardia, sudorese, escurece a visão, tem a sensação de que vai desmaiar ou perder o controle. Sair de casa provoca-lhe muito sofrimento. Não dorme no escuro e tem constantes sensações de sufocamento; por isso, dorme seminu e não bebe água em copo, somente em garrafa, porque teme asfixia. Essa situação iniciou-se há dois anos e vem crescendo. Tem faltado ao trabalho e evita o contato social com amigos e familiares. Procurou atendimento médico muitas vezes, pois acreditava que estava sofrendo um ataque cardíaco, porém nada era diagnosticado, até ser encaminhado para atendimento psiquiátrico. Eu não aguento mais essa situação. É difícil convencer-me de que não tenho nada no coração, mas sei que isso é verdade, diz o paciente.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.